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Com apoio da Secel, 60 bolsas gratuitas de Ballet Clássico e Hip Hop são oferecidas pela Companhia de Dança

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Com bolsas gratuitas viabilizadas pela frente educativa da Mostra de Dança de Mato Grosso, em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), a Companhia das Artes e Associados (Cidarta) abre inscrições para aulas de Ballet Clássico e Hip Hop voltadas a adolescentes.

Ao todo serão ofertadas 40 bolsas para Ballet Clássico e 20 para Hip Hop, por até 12 meses. As aulas são direcionadas a adolescentes entre os 12 e 16 anos matriculados no Ensino Fundamental e cujas famílias possam comprovar renda total de até três salários mínimos e/ou estejam inscritas no Cadastro Único (CadÚnico).

A inscrição pode ser realizada até o dia 4 de abril. O edital e formulário online de inscrição estão disponíveis no link https://linktr.ee/cidartaoficial .

“Entendemos a arte como instrumento de cidadania e eficaz política pública de desenvolvimento social. Por isso temos atuado incessantemente, por muitos anos, por processos formativos na área da dança. E ainda seguimos sonhando com o dia que nosso município e estado poderão contar com sua escola pública de dança”, realça a presidente da Cidarta, Maria Hercília Panosso.

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Após o período de inscrições, que vai até o dia 4 de abril, serão chamados os alunos selecionados para as audições a serem realizadas no Palco Cultural do Goiabeiras Shopping. Então, os contemplados iniciarão as aulas nas dependências do Ballet Caroline, a escola do Cidarta, sediada também no Goiabeiras Shopping.

De acordo com Maria Hercília Panosso, os alunos da Companhia contam com experientes professores formados pela metodologia da Royal Academy, uma das maiores e mais influentes organizações de ensino de ballet clássico do mundo, com presença confirmada em mais de 80 países.

“E hoje, nos orgulhamos de ver ex-bolsistas atuando no mercado de trabalho, seja como professores ou artistas da dança, no Brasil ou em outros países”, menciona.

A Mostra de Dança de Mato Grosso, à qual o programa formativo está integrado, completa neste ano 19 anos com programação que inclui ações de capacitação e apresentações de artistas de todas as regiões do estado.

Serviço:
Inscrições gratuitas para bolsas de dança

Até 4 de abril, via formulário online
Edital e link de inscrição: https://linktr.ee/cidartaoficial
Modalidades: Ballet Clássico e Hip Hop
Faixa Etária: 12 aos 16 anos

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Fonte: Governo MT – MT

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Perícia ambiental da Politec auxilia na solução de crimes e na responsabilização de infratores

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Da análise de vestígios em locais de homicídio à investigação de crimes ambientais, o trabalho da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) é fundamental para esclarecer ocorrências e subsidiar decisões da Justiça. Na área ambiental, a instituição atua na produção de provas técnicas que permitem identificar, dimensionar e comprovar danos causados aos recursos naturais em Mato Grosso.

A atuação é realizada pela Gerência de Perícias em Meio Ambiente (GPMA), unidade especializada na identificação, análise e quantificação de impactos provocados por atividades ilícitas contra a natureza.

Para o diretor-geral adjunto da Politec, Renato Simões, a perícia ambiental é uma ferramenta essencial para garantir a responsabilização de infratores e a preservação do patrimônio natural mato-grossense.

“A perícia ambiental é uma ferramenta essencial para a defesa do patrimônio natural de Mato Grosso. Por meio da ciência e da produção de provas técnicas, a Politec contribui para a responsabilização de infratores e para a preservação dos recursos naturais que são fundamentais para a qualidade de vida da população”, afirma.

Segundo o perito criminal George Adriano de Lamônica Araújo, o trabalho começa a partir do acionamento das autoridades policiais e envolve uma série de procedimentos técnicos para comprovar a materialidade do crime.

“A atuação da perícia ambiental é fundamentada na materialidade do ilícito ambiental. Nosso papel é constatar o dano, quantificar sua extensão, qualificar o impacto e, sempre que possível, determinar a autoria ou o nexo causal. O trabalho une o exame de campo à análise e ao processamento de dados geoespaciais”, explica.

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Principais ocorrências

Entre os crimes ambientais mais registrados em Mato Grosso estão o desmatamento ilegal, os incêndios florestais e queimadas irregulares, intervenções em Áreas de Preservação Permanente (APPs) e Reservas Legais, casos de poluição ambiental e infrações relacionadas à pesca ilegal.

Para identificar e comprovar essas práticas, os peritos analisam diferentes tipos de vestígios. Em ocorrências de desmatamento, por exemplo, são avaliadas as características da vegetação afetada, os limites da área degradada e os indícios de utilização de maquinário pesado.

Nos incêndios florestais, o foco está na identificação do ponto inicial do fogo e na delimitação da área atingida. Já nos casos de poluição ambiental, são coletadas amostras de água e sedimentos para exames laboratoriais capazes de identificar contaminantes e mensurar os impactos causados ao ecossistema.

Tecnologia como aliada

O trabalho pericial ambiental conta com tecnologias que ampliam a precisão das análises e fortalecem a produção de provas técnicas.

Imagens de satélite, drones e softwares especializados permitem mapear áreas degradadas, reconstruir a dinâmica dos danos ambientais e fornecer informações detalhadas para investigações e processos judiciais.

“O trabalho começa ainda na fase de planejamento, com a análise de séries temporais de imagens de satélite para compreender quando o dano ocorreu e qual era o estado original da área. Em campo, validamos essas informações, realizamos imageamento aéreo e coletamos evidências físicas para posterior elaboração do laudo”, destaca George.

Entre as principais ferramentas utilizadas estão a vetorização de imagens de satélite, o mapeamento por drones e a fotogrametria computacional, técnica que possibilita a criação de ortomosaicos e imagens georreferenciadas de alta resolução.

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A importância da prova técnica

Os laudos produzidos pela Politec são fundamentais para a responsabilização dos infratores e para a reparação dos danos ambientais.

“A perícia fornece a prova material do crime ambiental. Os laudos apresentam dados matemáticos, mapas de satélite e análises laboratoriais que subsidiam o trabalho do Ministério Público e do Poder Judiciário. Também realizamos a valoração dos danos ambientais, transformando os vestígios encontrados em elementos técnicos e jurídicos”, afirma o perito.

Além de demonstrar a existência do dano, a perícia delimita com precisão as coordenadas geográficas da área afetada, vinculando o ilícito à propriedade ou ao local de origem da infração e conferindo maior segurança jurídica aos processos.

Impactos para sociedade

Os crimes ambientais produzem consequências que vão além das áreas diretamente afetadas. O desmatamento compromete a biodiversidade, altera o regime de chuvas e impacta atividades econômicas importantes para o Estado.

As queimadas provocam problemas de saúde pública, especialmente entre crianças e idosos, devido à fumaça e à piora da qualidade do ar. Já a contaminação de rios e nascentes pode comprometer o abastecimento de água e afetar comunidades que dependem diretamente desses recursos.

E é nesse contexto que entra a perícia ambiental como papel estratégico ao produzir provas que auxiliam na responsabilização dos infratores e na reparação dos danos causados ao patrimônio natural.

Fonte: Governo MT – MT

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