MATO GROSSO

Consulta pública da CGE para definir prioridades de auditorias de 2026 termina nesta quinta-feira (15)

Publicado em

A Controladoria Geral do Estado de Mato Grosso (CGE-MT) reforça que se encerra nesta quinta-feira (15.1) a consulta pública aberta à população para a definição das prioridades das auditorias que serão realizadas em 2026. A iniciativa tem como objetivo ampliar a participação cidadã no planejamento das ações de controle e tornar ainda mais efetiva a fiscalização dos serviços públicos.

Por meio da consulta, qualquer cidadão pode apontar áreas e temas que considera prioritários para a atuação da CGE, contribuindo para que as auditorias sejam direcionadas a setores mais sensíveis, estratégicos ou que demandem maior atenção do poder público.

Na primeira etapa do formulário, o participante escolhe as áreas de interesse, como Saúde, Educação, Segurança Pública, Infraestrutura e Obras, Meio Ambiente e Programas Sociais, entre outras, considerando aspectos como a qualidade dos serviços prestados, o uso dos recursos públicos, a execução de políticas públicas e o impacto social.

Em seguida, o cidadão pode relatar problemas específicos relacionados à área selecionada que, em sua avaliação, devem ser objeto de auditoria, indicando fragilidades, riscos ou falhas percebidas na prestação dos serviços públicos. O formulário também permite apontar possíveis causas dessas situações, como falhas de planejamento, execução, fiscalização ou gestão.

Leia Também:  Primeira-dama de MT convida população para assistir espetáculo da Paixão de Cristo na Arena Pantanal

Ao final, a consulta abre espaço para que a sociedade apresente outros temas relevantes para a auditoria pública em Mato Grosso, ampliando o olhar sobre questões transversais, riscos emergentes e oportunidades de aprimoramento da gestão estadual.

Segundo o secretário adjunto de Auditoria e Controle, Joelcio Ormond, a participação social é essencial para o fortalecimento do controle interno e para a qualificação da administração pública. “As contribuições recebidas irão subsidiar o planejamento das auditorias de 2026, tornando-as mais estratégicas, eficientes e alinhadas ao interesse público”, ressalta.

A CGE incentiva a população a participar e exercer o controle social, contribuindo para uma gestão pública mais íntegra, eficiente e transparente.

Acesse AQUI o formulário da consulta pública que permanece disponível até esta quinta-feira (15).

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

MATO GROSSO

Polícia Civil cumpre 11 ordens judiciais para investigar sequestro e desaparecimento de jovem em Colíder

Published

on

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta terça-feira (16.6), a Operação Caronte, para solucionar o sequestro e desaparecimento de Vitor Ursolino, de 23 anos, no município de Colíder.

O boletim de ocorrência do desaparecimento da vítima foi registrado na última quinta-feira (11.6). Até o momento, a vítima não foi localizada. A investigação da Delegacia da Polícia Civil de Colíder aponta o envolvimento de membros de uma facção criminosa.

Na operação, foram cumpridos dez mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão, expedidos pelo Plantão da Comarca de Colíder, após representações da autoridade policial. As ordens judiciais foram direcionadas a endereços de suspeitos ligados ao grupo criminoso.

A operação mobilizou equipes das Delegacias de Colíder, Alta Floresta e Nova Canaã do Norte, além da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core).

Durante o cumprimento de um dos mandados, o investigado Ilael Macedo da Silva, de 26 anos, reagiu à atuação policial. Ele estava com uma arma de fogo. Para garantir a própria segurança, os policiais reagiram e efetuaram disparos que atingiram o suspeito. Ele foi socorrido e encaminhado ao Hospital Regional de Colíder, mas veio a morrer.

Leia Também:  Politec destaca papel dos médicos-legistas na produção de provas e atendimento às vítimas

As investigações prosseguem com foco na localização da vítima e na responsabilização de todos os envolvidos.

Operação Caronte

O nome da operação simboliza a gravidade da ação criminosa apurada, em que a vítima teria sido sequestrada por integrantes de facção criminosa e submetida ao chamado “tribunal do crime”, prática que representa uma espécie de sentença clandestina, imposta à margem do Estado e com evidente risco à vida da vítima.

A denominação “Caronte” faz referência ao personagem da mitologia grega, conhecido como o barqueiro responsável por conduzir as almas ao mundo dos mortos.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA