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Corpo de Bombeiros abre 150 vagas para brigadistas temporários para reforçar combate aos incêndios florestais em MT

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) abriu processo seletivo para a contratação de 150 brigadistas temporários que irão reforçar as ações de prevenção e combate aos incêndios florestais durante o período de estiagem. De acordo com projeções climáticas, a seca deverá ser mais severa neste segundo semestre, elevando o risco de ocorrências em diversas regiões do Estado, tornando necessário o reforço das equipes para ampliar a capacidade de resposta.

O edital foi publicado nesta sexta-feira (12.6), e as vagas estão distribuídas em 29 municípios mato-grossenses. Veja aqui o edital. A remuneração oferecida é de R$ 2,6 mil, além dos valores proporcionais referentes ao terço constitucional de férias e ao 13º salário. A jornada de trabalho será em escala de 12 horas de serviço por 36 horas de descanso. O contrato terá duração de quatro meses.

As inscrições são gratuitas e serão realizadas presencialmente entre os dias 16 e 20 de junho, nos locais definidos no edital, cujos anexos trazem todos os documentos exigidos para a inscrição. Veja aqui os anexos. Podem participar candidatos com idade entre 18 e 50 anos, alfabetizados e com conhecimentos básicos no uso de ferramentas agrícolas. Os candidatos que possuírem Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias D ou E receberão pontuação adicional na avaliação curricular.

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Entre as principais atribuições dos brigadistas estão o apoio às ações de prevenção e combate aos incêndios florestais realizadas pelos bombeiros militares; a abertura e manutenção de aceiros, estradas e caminhos utilizados pelas equipes durante as operações; a realização de rondas em áreas rurais; a manutenção de equipamentos e ferramentas; entre outras atividades;.

“O período de estiagem deste ano exige atenção redobrada. A seca mais intensa aumenta o risco de incêndios florestais. Por isso, estamos reforçando as equipes com brigadistas temporários, que atuarão na prevenção e no combate aos focos de incêndio”, afirmou o comandante-geral do CBMMT, coronel BM Flávio Glêdson Vieira Bezerra.

Fases do seletivo

O processo seletivo será realizado em duas etapas. A primeira consiste na avaliação curricular, de caráter classificatório e eliminatório. A segunda será o Teste de Aptidão Física (TAF), também de caráter classificatório e eliminatório.

A avaliação curricular terá pontuação máxima de 20 pontos. Serão considerados, para fins de pontuação, a experiência profissional como chefe de brigada, brigadista ou em atividades relacionadas ao combate a incêndios florestais e à atividade militar, além da realização de cursos de brigadista e da posse de CNH nas categorias D e E.

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Já o TAF está previsto para ocorrer entre os dias 27 e 28 de junho e consistirá em uma caminhada de 2,4 quilômetros com o transporte de uma bomba costal pronta para combate durante todo o percurso. O equipamento, quando abastecido com sua capacidade máxima de água, pesa 24 quilos. O teste tem como objetivo avaliar a resistência muscular e aeróbica, além da capacidade cardiorrespiratória dos candidatos. Aqueles que concluírem a prova em mais de 30 minutos serão desclassificados.

O resultado final do processo seletivo será obtido pela soma da nota do TAF, com peso 2, e da nota da avaliação curricular, resultando na nota final de cada candidato. A pontuação máxima será de 60 pontos, que determinará a classificação geral para posterior convocação dos candidatos aprovados.

Após a conclusão de todas as etapas do processo de contratação, o contratado deverá participar de um Curso de Capacitação de Brigadistas, estando apto a atuar posteriormente nos locais indicados pela corporação, conforme a necessidade.

Inscrição

Lista de documentos necessários exigidos para a inscrição estão disponíveis aqui.
Locais de inscrição e o cronograma detalhado do processo seletivo, estão disponíveis no edital.

Fonte: Governo MT – MT

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Governo pagou R$ 206 milhões por obras do BRT até o momento; apenas venda do VLT rendeu R$ 915 milhões

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O Governo de Mato Grosso pagou até o momento, R$ 206 milhões referentes às obras de implantação do Sistema BRT em Mato Grosso. No total, já foram contratados R$ 533 milhões para as obras de infraestrutura, construção de estações e terminais.

Este valor é inferior ao que foi arrecadado pelo Governo com a venda de vagões e equipamentos do VLT, que totalizam R$ 915 milhões.

O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, explica que os valores são a soma de quatro contratos feitos até o momento. “Precisamos esclarecer o que eu acredito que não seja má fé, mas talvez um equívoco sobre os valores gastos pelo Governo nas obras do BRT”, explica.

O primeiro contrato assinado, com o Consórcio Construtor BRT, previa a implantação total da infraestrutura do sistema, mas foi rescindido devido a não execução das obras por parte das empresas responsáveis. Este contrato tinha o valor de R$ 468 milhões, mas o Governo pagou R$ 130 milhões, incluindo os valores de reajustes inflacionários.

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Esse recurso foi utilizado na implantação total da infraestrutura nas Avenidas da FEB e João Ponce de Arruda, em Várzea Grande, além de trechos da Avenida do CPA em Cuiabá.

Após a rescisão deste contrato, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) dividiu o restante da contratação em diversos lotes, como forma de acelerar o ritmo das obras. As licitações foram todas abertas à participação de empresas interessadas, incluindo disputa de propostas entre os participantes.

A segunda licitação, que está em andamento, foi feita para a implantar o restante da infraestrutura nas Avenidas do CPA e na Prainha, além do trecho entre o Aeroporto de Várzea Grande e o novo Terminal da cidade. Este contrato tem o valor de R$ 155 milhões, dos quais o Governo já pagou R$ 76 milhões.

A terceira licitação foi realizada para construir as estações, em um valor de R$ 120 milhões – ainda sem pagamentos, devido ao fato de a execução estar em seu início.

O secretário Marcelo explica que essa licitação inicialmente teve uma proposta de R$ 68 milhões, que foi rejeitada pelo fato de a empresa não ter apresentado documentos técnicos e financeiros.

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“A partir disso, nós incluímos no projeto a mudança do tipo de piso, a inclusão de portas automáticas, vidros com maior capacidade de reflexão de calor e a climatização das estações. Por isso, elas passaram para esse valor de R$ 120 milhões”, disse.

Por fim, foi realizada uma nova licitação para a contratação de uma empresa para construir os terminais, obras ainda não iniciadas, no valor de R$ 128 milhões.

“Então, foram pagos R$ 206 milhões. E eu quero dizer mais uma coisa. Com a venda dos vagões e mais alguns materiais elétricos, o Estado já arrecadou R$ 915 milhões. Então nós estamos com um superávit de quase R$ 400 milhões. A Sinfra é transparente e republicana”, concluiu o secretário.

Fonte: Governo MT – MT

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