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Corpo de Bombeiros combate 24 incêndios florestais em Mato Grosso neste sábado (05)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso combate 24 incêndios florestais no Estado neste sábado (05.10). Atuam mais de mil bombeiros, em regime de revezamento, com apoio de brigadistas contratados pelo Governo do Estado e agentes de órgãos federais.

Em Chapada dos Guimarães, equipes combatem dois incêndios, sendo um incêndio na região do Portão do Inferno em locais onde há acesso, e um incêndio na região do Manso.

Já no Pantanal, as equipes do Corpo de Bombeiros combatem incêndios florestais na unidade de conservação federal Estação Ecológica de Taiamã, em Cáceres; em fazendas no município de Barão de Melgaço; e na Fazenda GCSJ, em Poconé.

Auxiliam nas ações a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Defesa Civil do Estado, Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Exército Brasileiro, Força Aérea Brasileira, Marinha do Brasil e Sesc Pantanal.

Monitoramento

O Batalhão de Emergências Ambientais, em Cuiabá, monitora incêndios na Fazenda Idal, em Santa Carmem; na Fazenda Gaspar I, em Itanhangá; na Fazenda Monte Aprazível, em Vila Rica; na Fazenda Santo André, em União do Sul; na Fazenda Pontal e na zona rural de Nova Maringá; no Sítio Recanto dos Pássaros, em Cláudia; e no Projeto de Assentamento Santa Terezinha II, em Nova Ubiratã.

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O BEA também monitora incêndios na Área de Proteção Ambiental Meandros do Rio Araguaia, em Cocalinho; na Terra Indígena Capoto Jarinã, em Peixoto de Azevedo; na Aldeia Utiariti, em Campo Novo do Parecis; na Terra Indígena Enawenê Nawê, em Juína; e na região do povo Tapaiúna, em Juara. O Corpo de Bombeiros só não entrou nos locais porque é necessária autorização dos órgãos federais.

Todos os incêndios combatidos pelos militares também são monitorados pelo BEA para orientar as equipes em campo.

A estiagem severa e a baixa umidade do ar têm contribuído para a propagação das chamas, e o Corpo de Bombeiros pede que a população colabore e respeite o período proibitivo. A qualquer indício de incêndio, os bombeiros orientam que a denúncia seja feita pelos números 193 ou 190.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo de uso do fogo, o Corpo de Bombeiros extinguiu mais de 239 incêndios florestais em 69 cidades, sendo elas: Água Boa, Alto Araguaia, Alto Garças, Alto Paraguai, Alto Taquari, Barão de Melgaço, Barra do Bugres, Barra do Garças, Cáceres, Campo Verde, Canarana, Canabrava do Norte, Chapada dos Guimarães, Cláudia, Cocalinho, Colniza, Comodoro, Confresa, Cuiabá, Diamantino, Feliz Natal, Itanhangá, Itiquira, Jaciara, Jauru, Juara, Juína, Juscimeira, Lambari D’Oeste, Lucas do Rio Verde, Marcelândia, Nobres, Nortelândia, Nossa Senhora do Livramento, Nova Bandeirantes, Nova Brasilândia, Nova Lacerda, Nova Maringá, Nova Monte Verde, Nova Mutum, Nova Nazaré, Nova Olímpia, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Mundo, Novo Santo Antônio, Paranaíta, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poconé, Pontes e Lacerda, Porto Alegre do Norte, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santo Antônio do Leste, Santo Antônio do Leverger, São José do Rio Claro, Sinop, Sorriso, Tangará da Serra, Tesouro, União do Sul, Vera, Vila Bela da Santíssima Trindade e Vila Rica.

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Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 437 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme última checagem às 17h30, no Programa BDQueimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Desses, 290 se concentram no Pantanal, 89 na Amazônia e 58 no Cerrado. Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde).

Importante ressaltar que o foco de calor isolado não representa um incêndio florestal. Entretanto, um incêndio florestal conta com o acúmulo de focos de calor.

Os demais combates são feitos em outras 11 cidades, sendo elas: Água Boa, Alto Paraguai, Cláudia, Cocalinho, Cuiabá, Diamantino, Nova Maringá, Nova Mutum, Nova Ubiratã, Rosário Oeste e União do Sul.

Fonte: Governo MT – MT

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Escola de Saúde Pública promove curso de boas práticas no pré-natal, parto e nascimento

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A Escola de Saúde Pública (ESP-MT), vinculada à Secretaria de Estado de Saúde (SES), realizou, entre terça e sexta-feira (6 a 9.10), a segunda edição do Curso de Boas Práticas na Atenção ao Pré-Natal de Risco Habitual, Assistência ao Parto e Nascimento Saudáveis para a Baixada Cuiabana. O curso tem o objetivo de fortalecer a Rede Alyne e a atenção à saúde das mulheres.

A qualificação, com carga horária de 30 horas, está sendo realizada em cinco turmas de 30 vagas cada uma, totalizando 150 profissionais, no período de setembro de 2026 a junho de 2027, na sede da ESP-MT, em Cuiabá.

Estão sendo capacitados profissionais de Acorizal, Barão de Melgaço, Chapada dos Guimarães, Cuiabá, Jangada, Nossa Senhora do Livramento, Nova Brasilândia, Planalto da Serra, Poconé, Santo Antônio do Leverger e Várzea Grande.

O curso conta com parceria do Escritório Regional de Saúde (ERS) da Baixada Cuiabana, da Comissão de Integração Ensino-Serviço (CIES Baixada Cuiabana) e das Secretarias Municipais de Saúde.

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De acordo com a superintendente da Escola de Saúde Pública, Silvia Tomaz, a qualificação é direcionada, preferencialmente, a enfermeiros e gestores que atuam na Atenção Primária à Saúde nos 11 municípios que compõem a Regional Baixada Cuiabana.

“Precisamos ofertar um pré-natal humanizado para alcançar partos normais e reduzir violências obstétricas. Essa qualificação é para que os enfermeiros da Atenção Primária à Saúde se sintam seguros para observar riscos, acolher e fortalecer o encaminhamento para o parto adequado”, avalia.

Ainda segundo a superintendente, com a realização da primeira turma, constatou-se o grande interesse e motivação dos profissionais, inclusive com outros escritórios regionais interessados, como o de Água Boa.

O curso tem metodologia teórico-prática, com simulação realística, rodas de conversa e estudo de casos clínicos, sendo organizado em grupos de até seis profissionais para melhor supervisão.

Foram abordados o histórico da Política de Saúde da Mulher e da Rede Alyne, os direitos na gestação, as boas práticas do pré-natal, o acolhimento e a classificação de risco, as transformações fisiológicas da gestação, exames, vacinas, o pré-natal da parceria, os sinais clínicos do trabalho de parto, o plano de parto, a caderneta da gestante nacional e cuiabana, e o planejamento sexual e reprodutivo com métodos contraceptivos ofertados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

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Fonte: Governo MT – MT

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