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Corpo de Bombeiros combate 7 incêndios florestais nesta terça-feira (12)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate sete incêndios florestais no estado, nesta terça-feira (12.8). As ações, iniciadas na segunda-feira (11), seguem em andamento nos municípios de Água Boa, Santa Terezinha, Torixoréu e Colniza.

As equipes também atuam em Santo Antônio do Leste, Nova Nazaré e Cocalinho, com reforço de máquinas pesadas e caminhões-pipa para o combate em campo.

Em todos os casos, as equipes atuam, de forma ininterrupta, com foco na contenção das chamas e na preservação de vidas, de propriedades rurais e do meio ambiente.

Fiscalização e Monitoramento

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento de 25 focos de calor ativos em todo o estado. Desse total, 10 são incêndios florestais, sendo sete em terras indígenas. Outros 15 focos restantes correspondem a queimadas irregulares.

As ocorrências em terras indígenas incluem: dois na Terra Indígena Capoto/Jarina em Peixoto de Azevedo; dois focos na Terra Indígena Marechal Rondon em Paranatinga; um foco na Terra Indígena Sangradouro/Volta Grande em Poxoréu; um foco na Terra Indígena Marãiwatsédé em São Félix do Araguaia e um foco na Terra Indígena Nambikwara, em Comodoro.

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Por serem áreas indígenas, o combate deve ser feito por órgãos do Governo Federal, já que o Estado não possui autorização para atuar. Até o momento, o Corpo de Bombeiros não foi acionado.

Já os outros 15 focos de calor ocorrem em diversas regiões do Estado, resultantes do uso irregular do fogo, e estão sendo fiscalizados no âmbito da Operação Infravermelho, cujo monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar de forma antecipada áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 77 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme última checagem às 17h, no Programa BDQueimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Desses, 37 estão na Amazônia e 30 no Cerrado. Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde).

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É importante destacar que um foco de calor isolado não caracteriza, por si só, um incêndio florestal. No entanto, um incêndio florestal geralmente envolve o acúmulo de diversos focos de calor em uma mesma área.

Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso de fogo para limpeza e manejo de áreas rurais em Mato Grosso. De 1º de junho até 31 de dezembro está proibido o uso do fogo no Pantanal. Nas regiões da Amazônia e do Cerrado, o período proibitivo teve início em 1º de julho e vai até 30 de novembro.

Já nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano. Em caso de qualquer indício de incêndio florestal no bioma, a orientação é que a denúncia seja feita imediatamente pelos números 193 ou 190.

Fonte: Governo MT – MT

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SES conscientiza sobre a saúde da mulher no Outubro Rosa

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) orienta as mulheres mato-grossenses a procurarem uma unidade de saúde para se cuidarem no Outubro Rosa, mês de conscientização sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama e do colo de útero.

“A Secretaria realiza diversas ações ao longo do ano todo para facilitar o acesso a exames para detecção precoce destas doenças. Isso ajuda no tratamento, aumentando as chances de cura das mulheres e minimizando as sequelas das pacientes. Quando descoberto no início, os cânceres de mama e do colo do útero podem ter índices de cura superiores a 90%”, avaliou o secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso, Juliano Melo.

O câncer de mama é a causa mais frequente de morte por câncer entre as mulheres no Brasil e uma das neoplasias mais incidentes na população feminina, atrás apenas do câncer de pele não melanoma.

Por isso, a campanha do Outubro Rosa é importante por divulgar informações sobre os principais sinais de alerta, como nódulos, alterações na pele da mama e dores incomuns, nos casos do câncer de mama, e sangramento vaginal anormal e dores na relação sexual, nos casos do câncer do colo do útero.

A Unidade Básica de Saúde (UBS) é o lugar certo para prevenir e descobrir cedo o câncer de mama e o câncer do colo do útero. A Atenção Primária à Saúde realiza ou solicita os exames, informa os resultados e acompanha quem tiver alguma alteração, encaminhando para outros serviços quando for necessário.

Segundo os sistemas oficiais de informação do Sistema Único de Saúde (SUS), as unidades de saúde de Mato Grosso realizaram 18.567 mamografias de janeiro a julho deste ano. Ao longo de todo o ano de 2025, foram feitas 33.217 mamografias no estado.

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O Hospital Estadual Santa Casa, da Secretaria de Estado de Saúde (SES), realizou, de janeiro a agosto de 2026, 3.837 consultas com ginecologista e 3.732 consultas com mastologista.

De janeiro a setembro deste ano, o hospital promoveu 1.934 mamografias bilaterais e 2.750 ultrassonografias, entre mamária bilateral, pélvica (ginecológica) e transvaginal. Foram, ao todo, 4.524 exames de imagem de preventivo das mulheres no período.

Já o Hospital Central de Alta Complexidade, unidade do Governo de Mato Grosso administrada pelo Einstein Hospital Israelita, passou a realizar mamografias em 15 de setembro deste ano. Até 5 de outubro, a unidade já atendeu 245 mulheres com o exame de mamografia.

Além disso, de 10 de junho até setembro deste ano, o hospital também promoveu 55 cirurgias de mastologia (oncológica). As pacientes atendidas são encaminhadas pelo Regula MT (Sistema Estadual de Regulação) e pelo ambulatório do hospital, após prévio encaminhamento da Central Estadual de Regulação.

O setor da mama do Centro de Reabilitação Integral Dom Aquino Corrêa (Cridac), da SES, que completou 20 anos nesta quarta-feira (7.10) e atende no momento 70 pacientes que tiveram diagnóstico de câncer de mama no pré e pós-operatório.

A unidade realiza atendimentos de terapia individual e grupal, hidroterapia e disponibiliza, gratuitamente, sutiãs pós-mastectomia para mulheres que perderam a mama. Neste mês, o Cridac promove roda de conversa informativa todas as quartas-feiras, às 14h30.

Orientação sobre os cuidados

O médico responsável pela Oncologia Cirúrgica, Mastologia e Ginecologia da Santa Casa, Eduardo Garcia de Arruda, esclarece que o autoconhecimento do corpo é fundamental para o diagnóstico precoce ao câncer de mama.

“Os principais sinais de alerta seria a presença de nódulo ou caroço na mama e nas axilas. Isso você consegue, no dia a dia, no banho, no autoexame, no toque do corpo sentir. Você notar, ao espelho, a visualização do corpo, mudança no tamanho e no formato da mama. Alterações na pele são também evidentes, como vermelhidão, uma retração do mamilo e, às vezes, existe a presença na pele como uma casca de laranja, então ela fica toda engruvinhada”, explicou.

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Também pode ocorrer retração mamilar e saída espontânea de líquido pelo mamilo, principalmente, quando a saída deste líquido seja sangue, e feridas persistentes que não cicatrizam na região mamilar.

Segundo o médico, o câncer de mama está relacionado ao envelhecimento e há uma prevalência maior de casos em pacientes acima dos 50 anos. Porém, os cuidados devem começar antes disso e, quando houver qualquer sinal, a paciente deve procurar um médico, independentemente da idade.

“O importante é a população entender que existem algumas coisas que elas podem fazer para prevenir o câncer, de forma geral, que são hábitos de redução de risco, que são práticas de atividades físicas regularmente, manter um peso corporal saudável, evitar o excesso de peso, evitar o consumo de bebidas alcoólicas, ter uma alimentação equilibrada. A amamentação quando possível na mulher na gestação, ela também é um fator protetor para o câncer de mama e manter a consulta periódica anual e os exames de rastreamento”, avaliou.

O médico acrescentou que o exame de mamografia geralmente é feito em mulheres a partir dos 40 anos de forma anual. Dos 50 até 75 anos, a investigação passa a ser feita de dois em dois anos. Já em pacientes abaixo de 40 anos, o exame indicado é o ultrassom da mama.

“A mamografia é um raio-x da mama e esse raio-x da mama consegue pegar alterações que não são perceptíveis à palpação. Então, a mamografia pega antes que você consiga sentir esse nódulo palpável. Então, ela consegue um diagnóstico precoce”, concluiu.

Fonte: Governo MT – MT

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