O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) moderniza o uniforme de seus militares e passará a adotar a cor laranja no novo fardamento a partir do mês de julho.
A substituição da tradicional farda cáqui pela nova cor segue padrões internacionais amplamente utilizados em operações de resgate, priorizando a visibilidade e a segurança dos militares durante suas atividades.
A transição para o novo uniforme ocorrerá de forma gradual ao longo do mês de junho. A partir de julho, o uso do fardamento laranja será obrigatório para todos os militares da corporação. A mudança já está prevista no Regulamento de Uniformes do Corpo de Bombeiros Militar (RUBM).
De acordo com o comandante-geral do CBMMT, coronel BM Flávio Glêdson Vieira Bezerra, a nova identidade visual facilitará a identificação dos bombeiros, tanto pelos cidadãos quanto pelas equipes, durante a execução das funções. Além disso, o fardamento proporciona mais conforto e segurança, pois utiliza um tecido tecnológico mais moderno.
“A cor laranja, que é a cor internacional do salvamento, não foi escolhida por acaso. Ela facilita a localização dos nossos bombeiros militares, especialmente pelas aeronaves, quando estão em operação em campo. Há um movimento nacional nesse sentido. Hoje, o Corpo de Bombeiros Militar vira uma página em sua história ao adotar oficialmente essa nova cor para o uniforme”, afirmou o comandante.
Com a adoção do novo uniforme, Mato Grosso junta-se aos vinte estados brasileiros que já utilizam o fardamento na cor laranja para seus militares.
“A mudança representa um avanço significativo, pois garante que os profissionais estejam ainda mais preparados para enfrentar as diversas situações de risco que surgem no atendimento a emergências. É um passo importante na valorização da tropa e na modernização da instituição”, completou o comandante-geral.
Principais mudanças Além da mudança na cor, o novo fardamento apresenta avanços significativos na modelagem, no tipo de tecido e na personalização. Agora, o uniforme exibe a inscrição “Bombeiro Militar Mato Grosso”, reforçando a identidade institucional.
Confeccionado em tecido sarja ripstop, o uniforme se destaca por ser mais leve, arejado, durável e resistente a rasgos e perfurações — qualidades essenciais para atividades com alto nível de desgaste e exposição. O material também oferece elasticidade, conforto e fator de proteção ultravioleta (UV) 50.
A modelagem da gandola foi reformulada com um corte anatômico, proporcionando melhor ajuste ao corpo. A abertura frontal, agora com zíper no lugar dos botões, oferece mais praticidade e agilidade no uso. A gola retangular, do tipo militar, pode ser utilizada levantada ou dobrada, garantindo proteção extra, especialmente durante atividades operacionais.
Os bolsos frontais foram reposicionados em ângulo diagonal, facilitando o acesso, e contam com fechamento por portinholas e velcro. A região dos cotovelos recebeu reforço com dupla camada de tecido, aumentando a durabilidade. Já os punhos passaram a ter uma tira caseada, permitindo ajuste preciso conforme a circunferência do braço do militar.
Na parte superior das costas da gandola, a inscrição “Bombeiro Militar Mato Grosso” aparece em negrito, reforçando a identidade institucional. Já na calça, os bolsos terão zíperes no lugar dos velcros, e a bombacha nas pernas será ajustada com velcro, seguindo o mesmo padrão dos punhos.
Apesar das inovações, o fardamento cáqui continuará previsto no Regulamento de Uniformes do Corpo de Bombeiros Militar (RUCBM) e poderá ser utilizado em situações específicas, mediante autorização expressa do comandante-geral.
Cinco condutores foram presos por embriaguez ao volante e dois foragidos da Justiça foram capturados durante o lançamento da 1ª edição da Operação Lei Seca em Campo Verde. O município é o 11º do Estado a adotar a fiscalização da Lei Seca.
O balanço da 1ª edição da operação foi divulgado, nesta segunda-feira (20.4), pelo Gabinete de Gestão Integrada da Secretaria de Estado de Segurança (Sesp). Ao todo, foram 88 veículos fiscalizados e o mesmo número de testes de alcoolemia realizados.
A fiscalização resultou em 90 Autos de Infração de Trânsito (AIT), sendo nove por conduzir veículo sob efeito de álcool, quatro por recusar o teste, 17 por não possuir habilitação e 22 por irregularidades na documentação do veículo, entre outros.
Do total de 88 veículos fiscalizados, 44 foram autuados e 39 removidos, sendo 17 carros e 22 motocicletas.
O secretário municipal de Apoio à Segurança Pública de Campo Verde, Francisco Siqueira Sampaio, afirmou que o maior gargalo do trânsito no município são os acidentes. O gestor destacou que está otimista com a Operação Lei Seca e as ações em defesa da vida.
“A marca da Lei Seca é muito importante para a mudança da cultura do campo-verdense. O alerta sobre as consequências do consumo de bebida alcoólica no trânsito e a redução de acidentes geram alto custo para os cofres do município com as internações”, detalhou.
O lançamento da operação Lei Seca foi realizado na última quinta-feira (16.4), em parceria com a Prefeitura de Campo Verde, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Polícia Civil e Departamento Estadual de Trânsito.
Após o lançamento oficial, equipes do GGI, da Sesp, realizaram o treinamento das forças de segurança do município, que serão responsáveis pela realização das operações.
Durante a capacitação, foram realizadas duas edições da Operação Lei Seca na Avenida Brasil e na Rua dos Saberes, entre os bairros Recanto do Lago e Bordas da Chapada, na quinta-feira (16.4) e na sexta-feira (17.4).
Além de Campo Verde, também já aderiram à Lei Seca os municípios de Cuiabá, Várzea Grande, Sorriso, Sinop, Tangará da Serra, Cáceres, Nova Mutum, Alta Floresta, Barra do Garças e Rondonópolis.
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