O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) extinguiu, na quarta-feira (29.4), um incêndio em uma residência no bairro Setor Industrial, em Juína (a 730 km de Cuiabá).
A equipe da 14ª Companhia Independente Bombeiro Militar (14ª CIBM) foi acionada por volta das 23h34. Ao chegar ao local, os bombeiros encontraram o imóvel já com foco de incêndio.
Imediatamente, foi iniciado o combate às chamas, com estratégia de atuação para conter o avanço do fogo e evitar que ele se espalhasse para imóveis vizinhos e para a vegetação próxima. Após o controle lateral, a equipe avançou para os fundos da residência, conseguindo preservar um barracão localizado no terreno.
Após o controle total do incêndio, foi realizado o trabalho de rescaldo e varredura para verificar a existência de vítimas. Ninguém ficou ferido.
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (16.6), a Operação Boca Maldita para cumprir ordens judiciais dentro de investigações que apuram uma série de ataques contra a honra de moradores, servidores públicos e políticos de Mirassol D’Oeste e região por meio da internet.
Na operação, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão com autorização judicial para a exploração de dispositivos eletrônicos, além de dois mandados de medidas cautelares. As ordens judiciais foram cumpridas nas cidades de Mirassol D’Oeste e Cuiabá.
As diligências, conduzidas pela Delegacia de Mirassol D’Oeste, têm como objetivo coletar provas e aprofundar as investigações sobre a possível prática reiterada dos crimes de injúria, difamação e calúnia.
Segundo as apurações, os investigados teriam utilizado redes sociais e outras plataformas digitais para disseminar conteúdos ofensivos, expondo vítimas, abalando reputações e ampliando o alcance das ofensas no ambiente virtual.
As investigações apontam que os ataques teriam atingido diversos cidadãos, incluindo servidores públicos e políticos de Mirassol D’Oeste e municípios vizinhos, gerando preocupação diante do potencial de propagação e do impacto causado pelas publicações.
Segundo o delegado Gustavo Ataíde, responsável pelas investigações, a atuação coordenada em diferentes cidades levanta a suspeita da existência de uma possível associação criminosa voltada à prática sistemática de crimes contra a honra no ambiente digital, hipótese que será aprofundada no curso das investigações.
“O ambiente virtual não é uma terra sem lei. O anonimato nas redes sociais é apenas aparente. Crimes praticados pela internet deixam rastros e podem resultar na responsabilização criminal de seus autores”, destacou o delegado.
As investigações seguem em andamento, e novas diligências não estão descartadas. Os fatos apurados serão encaminhados ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para as providências cabíveis.
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