MATO GROSSO

Corpo de Bombeiros socorre vítima de acidente na MT-220

Publicado em

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) socorreu, na manhã desta quinta-feira (20.2), um homem vítima de um acidente automobilístico na MT-220, em Sinop (a 481 km de Cuiabá). A outra vítima do acidente não resistiu e morreu no local.

A equipe do 4º Batalhão de Bombeiros Militar (4º BBM) foi acionada por volta das 5h para atender a ocorrência, com a informação de que uma vítima estaria presa às ferragens do veículo. Imediatamente, duas viaturas foram deslocadas para o atendimento.

Chegando ao local, os bombeiros militares encontraram duas vítimas, mas nenhuma delas estava presa às ferragens. Uma das vítimas estava fora do veículo e apresentava suspeita de fraturas no arco costal e na perna direita, especificamente no fêmur.

Os bombeiros militares estabilizaram as fraturas e realizaram a imobilização da vítima, que foi encaminhada à Unidade de Resgate Avançada para ser transportada ao Hospital Regional de Sinop e receber o atendimento especializado.

Já a segunda vítima, politraumatizada, estava no interior da viatura de resgate da concessionária da rodovia. O médico da equipe de resgate confirmou o óbito no local. Não há informações sobre as causas do acidente.

Leia Também:  Corpo de Bombeiros integra programa que agiliza atendimento a pacientes com suspeita de infarto

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

Ministério Público MT

Procuradora destaca proteção às mulheres indígenas em oficina

Published

on

A coordenadora do Centro de Apoio Operacional (CAO) sobre Estudos de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher e Gênero Feminino, procuradora de Justiça Elisamara Sigles Vodonós Portela, participou nesta terça-feira (8) da Oficina de Formação das Conselheiras da FEPOIMT Mulher, realizada dentro da programação de formação continuada promovida pela Federação dos Povos e Organizações Indígenas de Mato Grosso (FEPOIMT).
Durante o encontro, a procuradora de Justiça do MPMT abordou o tema “Políticas Públicas para Mulheres” e apresentou a proposta de parceria institucional para a segunda etapa da formação.
A iniciativa reúne representantes indígenas de diferentes regiões do estado com o objetivo de fortalecer a atuação das conselheiras em seus territórios, ampliando o conhecimento sobre direitos, acesso à Justiça, enfrentamento à violência e participação nos espaços de decisão. A FEPOIMT possui abrangência em sete regionais, representando mais de 46 povos indígenas e cerca de 86 terras indígenas em Mato Grosso.
Ao abrir sua palestra, a procuradora destacou a importância da construção coletiva de uma rede de proteção efetiva para as mulheres indígenas. “Quando falamos em rede, podemos imaginar uma rede tecida por muitos fios. Um fio sozinho pode se romper. Mas, quando vários fios se encontram e se fortalecem, eles conseguem acolher, sustentar e proteger”, afirmou.
Durante a exposição, a procuradora reforçou que a Lei Maria da Penha protege todas as mulheres, incluindo integralmente as mulheres indígenas, e ressaltou que o respeito às tradições e à diversidade cultural não pode ser utilizado para justificar qualquer forma de violência.
“A cultura merece respeito. Os povos indígenas têm o direito de preservar seus modos de vida, suas línguas, suas tradições e suas formas próprias de organização. Mas nenhuma tradição pode ser utilizada para justificar agressões, ameaças, estupros, humilhações, controle, perseguições ou qualquer outra forma de violência contra a mulher”, enfatizou.
A representante do Ministério Público também explicou que o atendimento às mulheres indígenas deve considerar suas especificidades culturais, linguísticas e territoriais, garantindo acolhimento adequado e acesso efetivo aos serviços públicos de proteção.
Segundo Elisamara Sigles, o fortalecimento da rede passa pela atuação integrada de instituições públicas e organizações indígenas. “A rede de proteção não deve chegar à comunidade para falar pela mulher indígena. Ela deve chegar para escutá-la, compreender sua realidade e caminhar ao seu lado”, destacou.
A oficina integra a proposta da FEPOIMT Mulher de criar um processo permanente de formação das conselheiras indígenas, inspirado na experiência de formação de defensores de territórios e adaptado à realidade das mulheres indígenas mato-grossenses. Entre os temas discutidos estão direitos dos povos indígenas, defesa dos territórios, acesso à Justiça, identificação e encaminhamento de violações de direitos, enfrentamento às violências e fortalecimento das organizações indígenas.

Leia Também:  Produção de MT conquista prêmio de Melhor Websérie de Direitos LGBTQ+ em festival internacional na Itália

Fonte: Ministério Público MT – MT

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA