MATO GROSSO

Defesa Civil de MT e São Pedro da Cipa avançam na elaboração do Plano de Contingência

Publicado em

A Defesa Civil de Mato Grosso participou, nesta semana, da segunda reunião de trabalho para elaboração do Plano de Contingência para Enfrentamento a Desastres do município de São Pedro da Cipa (a 155 km de Cuiabá).

A agenda, mobilizada pela Prefeitura, ocorreu entre terça e quinta-feira (24 e 26.2).

Durante o encontro, os gestores da Coordenadoria de Operações da Defesa Civil estadual auxiliaram com orientações técnicas para a elaboração do documento, que reúne informações estratégicas e coordena a atuação dos órgãos responsáveis em caso de situações de emergência ou calamidade pública.

Nesta segunda etapa foram consolidadas as informações em relação à percepção de risco e os cenários de ameaças identificados no município. Também foi realizado o levantamento e registro dos recursos disponíveis e da capacidade de atuação das instituições.

A reunião ainda estabeleceu os procedimentos operacionais que vão compor o Plano de Contingência e as atribuições de cada órgão nas situações de emergência, uma vez que a definição de responsabilidades é um passo fundamental para garantir a segurança das equipes e da população no momento de desastre.

Leia Também:  Governo investe na qualificação para atender à crescente demanda por mão-de-obra

Fortalecimento da Rede de Proteção e Defesa Civil

A agenda em São Pedro da Cipa faz parte de uma série de ações estratégicas da Defesa Civil voltadas ao fortalecimento da rede de proteção e defesa civil em todo o Estado.

A elaboração do Plano de Contingência para Enfrentamento a Desastres é conduzida pelas prefeituras, com apoio técnico da Defesa Civil do Estado e em parceria com instituições que compõem o sistema de resposta, como Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Militar, Polícia Civil, órgãos municipais, instituições privadas e outros parceiros.

O documento é fundamental para prevenir desastres e dar respostas rápidas em caso de emergências.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

Ministério Público MT

Júri condena filho de ex-deputado por feminicídio e homicídio

Published

on

O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta sexta-feira (31), Carlos Alberto Gomes Bezerra a 36 anos de reclusão pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio de Willian César Moreno. O julgamento foi realizado no Fórum da Capital e presidido pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira. Pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), atuou no plenário o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Os crimes ocorreram em janeiro de 2023, no bairro Consil, em Cuiabá. Conforme sustentado pelo Ministério Público, o acusado agiu de forma premeditada e motivado pela inconformidade com o término do relacionamento com Thays Machado.O Conselho de Sentença acolheu integralmente o entendimento do Ministério Público e reconheceu todas as qualificadoras imputadas ao réu. No homicídio de Willian César Moreno, os jurados acolheram as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Já em relação ao feminicídio de Thays Machado, foram reconhecidas as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio praticado em contexto de violência doméstica e de gênero.A acusação destacou que o réu monitorava a rotina da vítima, realizava vigilância constante de seus deslocamentos e conhecia detalhadamente seus hábitos, circunstâncias comprovadas por documentos, anotações e materiais apreendidos durante as investigações.Durante os debates, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva sustentou que o conjunto probatório revelou um histórico de controle, perseguição e não aceitação do término do relacionamento por parte do acusado. Para o Ministério Público, o feminicídio ocorreu em contexto de violência doméstica e de gênero e foi precedido por uma crescente escalada de monitoramento da rotina da vítima.“Trata-se da personalidade de alguém possessivo, que possui ciúme exacerbado, que enxerga a mulher não como aquela pessoa com quem gostaria de constituir um casal, mas como um objeto. E, evidentemente, como ocorre com toda posse, quando ela é retirada de quem a considera sua propriedade, a reação é violenta, através da repreensão. Foi o que ele fez quando matou duas pessoas”, afirmou o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Conforme sustentado em plenário pelo promotor de Justiça, as investigações demonstraram que o acusado acompanhava a rotina da vítima, mantinha registros de seus deslocamentos e realizava vigilância constante de locais frequentados por ela, circunstâncias que reforçam as qualificadoras apontadas na denúncia.O promotor de Justiça também destacou que foram identificados 914 registros de chamadas entre o acusado e a vítima entre o fim de dezembro de 2022 e a data do crime, além de elementos que evidenciariam vigilância e controle sobre a vida de Thays Machado.Conforme apresentado pelo Ministério Público, todos os disparos que atingiram Thays ocorreram pelas costas, reforçando a tese de que as vítimas não tiveram qualquer possibilidade de defesa.Após a decisão do Conselho de Sentença, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena de 36 anos de reclusão para Carlos Alberto Gomes Bezerra. O réu permanecerá preso para cumprimento da condenação, nos termos definidos na sentença.

Leia Também:  Conselho de Turismo aprova R$ 850 mil para impulsionar o setor em Mato Grosso

Fonte: Ministério Público MT – MT

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA