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Desenvolve MT lança funcionalidade de envio automático de boletos e alertas de pendências por e-mail

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A Agência de Fomento do Estado de Mato Grosso – Desenvolve MT anuncia a implantação de uma nova funcionalidade que realiza o envio automático de boletos e avisos de cobrança. Este recurso contempla alertas de registro, vencimento, inadimplência e sobre próximos passos de cobrança.

O novo método, que entra em vigor imediatamente, tem como objetivo aprimorar o acompanhamento das pendências financeiras e facilitar a comunicação entre a Agência e os clientes por meio de notificações mais ágeis e eficientes.

Todas as notificações serão enviadas exclusivamente através do e-mail: [email protected], garantindo que os clientes recebam informações essenciais sobre seus boletos de forma clara e objetiva. Além disso, essas notificações podem ser usadas de forma estratégica pelo cliente, pois com o pagamento realizado em dia, ele garante o benefício do bônus de adimplência entre 30% e 40% na taxa de juros.

A nova abordagem da Agência também visa proteger os clientes contra possíveis golpes financeiros, que costumam utilizar endereços de e-mail falsos para enganar usuários. Por isso, os boletos serão enviados em anexo, facilitando o processo de pagamento e proporcionando maior segurança.

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Para assegurar a proteção dos clientes e a efetividade do processo, cada boleto será validado no sistema do Banco do Brasil antes do envio, garantindo que estejam ativos. Além disso, eles incluirão uma senha de acesso, que corresponde aos seis primeiros dígitos do CNPJ ou CPF do cliente, oferecendo uma camada adicional de segurança e recomenda-se que o usuário confirme o nome do beneficiário.

Vantagens

A Desenvolve MT apoia o empreendedor e a economia do Estado de Mato Grosso investindo crédito, gerando empregos e movimentando o mercado de trabalho local. Ela trabalha com taxas de juros a partir de 0,37% ao mês e financiamentos de até R$1,5 milhão com prazos de pagamento que vão até 10 anos. A Agência também oferece bônus de adimplência que visa reduzir taxas de juros entre 30% e 40% para pagamentos realizados em dia.

Fonte: Governo MT – MT

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Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis

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Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.

A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.

Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.

Mais de uma década de pesquisas

A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.

Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.

Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.

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Benefícios ambientais e econômicos

O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.

A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.

Reconhecimento científico

De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.

Fonte: Governo MT – MT

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