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Estão abertas as inscrições para o curso de Gestão por Processos e modelagem no Bizagi Modeler

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A Escola de Governo, vinculada à Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag-MT), está com inscrições abertas para o curso “Introdução à Gestão por Processos de BPM e Introdução à Notação BPMN utilizando Bizagi Modeler”. São oferecidas 200 vagas, destinadas exclusivamente aos servidores públicos do Poder Executivo Estadual.

A capacitação tem como objetivo aprimorar a gestão de processos, promovendo a padronização de atividades, com base em métodos de mapeamento e modelagem de processos utilizando a notação BPMN e a ferramenta Bizagi Modeler, contribuindo para a modernização e eficiência da administração pública.

As inscrições são gratuitas, feitas de forma on-line, e estarão disponíveis até o dia 18 de novembro, ou enquanto houver vagas. A capacitação será realizada na modalidade a distância (EaD), entre os dias 24 de novembro a 19 de dezembro de 2025.

O curso está dividido em quatro módulos, com carga horária total de 20 horas-aula. Os participantes que cumprirem os requisitos, como frequência mínima e realização das atividades, receberão certificado de conclusão.

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O link de acesso ao curso será enviado antecipadamente para o e-mail e/ou número de WhatsApp informados no momento da inscrição. Por isso, é importante que os interessados mantenham seus dados de contato atualizados no sistema.

Serviço | Introdução em Gestão por Processos de BPM e Introdução à Notação BPMN utilizando Bizagi Modeler

Data: 24 de novembro a 19 de dezembro

Como: na modalidade EaD pela plataforma Google Classroom

Outras informações acesse o link.

*Com supervisão de Giordanna Santos

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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