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Força-tarefa alerta: servidores públicos podem denunciar irregularidades em consignados no Procon-MT e Delegacia do Consumidor

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Os servidores públicos estaduais podem denunciar irregularidades nos consignados em folha de pagamento para o Procon-MT e para a Delegacia Especializada do Consumidor (Decon). As medidas são importantes para resguardar os direitos dos servidores. O alerta é da Força-Tarefa criada para verificação e apuração de possíveis irregularidades cometidas por empresas consignatárias conveniadas ao Estado.

“Todos os órgãos estão comprometidos em atuar para resguardar o servidor público e ajudá-lo na busca por seus direitos. No Procon, é fundamental que essas denúncias cheguem porque além de proteger este servidor, teremos mais informações para nossas averiguações dentro da força-tarefa. Já conseguimos identificar 16 infrações cometidas pelas empresas de consignados, na oferta, contratação e pós-contratação. Quanto mais informações os servidores nos trouxerem, mais dados teremos para mapear e identificar as violações aos direitos do consumidor”, explica a secretária adjunta de Defesa do Consumidor, Cristiane Vaz, que lidera a força-tarefa.

O controlador-geral, Paulo Farias, que também é membro da força-tarefa, destaca que é fundamental que os servidores busquem ajuda para que possam ter os direitos resguardados.

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“A força-tarefa está averiguando o que ocorreu, por isso, quando o servidor busca os órgãos da força-tarefa, ele também contribui com nosso trabalho de apuração”, destaca.

Conheça os canais disponíveis para o atendimento ao servidor público que identificar irregularidades em seus contratos ou descontos e em que momento cada um atua:

  • Procon-MT: o órgão atua mediando as relações de consumo e é onde o servidor público pode fazer sua reclamação para buscar uma análise do contrato, ter uma renegociação ou até mesmo ter apoio para conseguir informações com as empresas;
  • Delegacia Especializada do Consumidor: a Decon está com investigação aberta para apurar as denúncias sobre os empréstimos consignados e é o local onde o servidor deve abrir boletim de ocorrência para que possíveis crimes sejam apurados. Em coletiva realizada no dia 30 de maio, o delegado titular da Decon, Rogério Ferreira, destacou que as investigações poderão servir para que o servidor entre na Justiça em busca dos direitos, como danos morais e materiais.
  • Defensoria Pública: na Defensoria Pública o servidor poderá buscar assistência jurídica para as demandas sobre os consignatários;
  • Seplag e CGE: também recebem reclamações sobre os consignados.
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Fonte: Governo MT – MT

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Polícia Civil prende pai e apreende filho por corrupção ativa em Colniza

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A Polícia Civil prendeu um homem, de 43 anos, pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo e corrupção ativa, nesse domingo (7.6), em uma região de garimpo de Colniza. Na mesma ocorrência, o filho do suspeito, de 17 anos, foi apreendido por ato infracional análogo ao crime de corrupção ativa.

A ação foi realizada por policiais civis da Delegacia de Colniza após denúncia de que um homem que estaria portando arma de fogo de forma ilegal.

Durante a abordagem, os policiais localizaram uma pistola municiada na cintura do suspeito, além de um carregador contendo munições.

Diante da situação de flagrante, foi dada voz de prisão ao suspeito, que foi conduzido à delegacia. Conforme relato dos policiais, durante o trajeto, o homem ofereceu R$ 10 mil em ouro para que fosse liberado, configurando, em tese, o crime de corrupção ativa.

Já na unidade policial, após realizar a ligação telefônica a que tinha direito, o suspeito recebeu a visita do filho, de 17 anos, que compareceu ao local portando determinada quantidade de ouro.

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Conforme apurado, o material teria sido levado com a finalidade de oferecer vantagem indevida aos policiais, circunstância que resultou na apreensão do adolescente por ato infracional análogo ao crime de corrupção ativa, previsto no artigo 333 do Código Penal.

Ao final dos procedimentos, pai e filho seriam ouvidos pela autoridade policial e colocados à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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