MATO GROSSO

Força Tática apreende cerca de 600 quilos de cocaína avaliada em R$ 14,2 milhões

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Policiais militares da Força Tática do 7º Comando Regional apreenderam, nesta segunda-feira (27.1), 13 sacos com cerca de 600 quilos de cocaína, no município de Campo Novo do Parecis. A carga gerou um prejuízo estimado em R$ 14,2 milhões às facções criminosas.

Na ação, um homem foi preso em flagrante por tráfico ilícito de drogas. O suspeito já possui passagem criminal por lesão corporal.

Durante a Operação Tolerância Zero contra facções criminosas, uma equipe da Força Tática foi acionada por equipes da Agência Regional de Inteligência sobre um carregamento de entorpecentes próximo à Aldeia Salto da Mulher.

De acordo com o trabalho investigativo, um avião havia descarregado a carga e criminosos estavam se deslocando para o local com a intenção de recuperá-la.

Diante das informações, os policiais militares intensificaram o policiamento na região e se depararam com duas caminhonetes modelo Triton. Ao tentar realizar a abordagem, os ocupantes fugiram para a mata, mas um deles foi abordado e detido em flagrante.

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No veículo apreendido, foi encontrado um dispositivo Starlink utilizado para rastrear o carregamento. Também foram localizados cinco celulares. À PM, o indivíduo revelou que havia recebido R$ 5 mil para buscar a droga e receberia o mesmo valor pela entrega, totalizando R$ 10 mil. O destino não foi revelado.

Em buscas pelo local, os policiais militares encontraram 13 sacos com cerca de 600 quilos de cocaína, espalhados pela mata. Os policiais militares mantêm buscas pelo segundo suspeito.

O homem, o veículo e o entorpecente apreendido foram conduzidos à cidade de Tangará da Serra para registro do boletim de ocorrência. Em seguida ele deve seguir para a Polícia Federal em Cuiabá.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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