MATO GROSSO

Força Tática prende dois homens por tráfico de drogas, apreende supermaconha e R$ 4,5 mil em dinheiro

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Policiais militares da Força Tática do 2º Comando Regional prenderam dois homens, de 21 e 35 anos, por tráfico ilícito de drogas, em duas ocorrências nesta terça-feira (4.11), em Várzea Grande. Com os suspeitos, foram apreendidas três munições de calibre .40, 34 porções de maconha, cocaína e skunk (supermaconha) e mais de R$ 4,5 mil em dinheiro.

Na primeira ocorrência, os militares da 15ª Companhia Independente receberam uma denúncia de que um homem, que faz uso de tornozeleira eletrônica, estava comercializando drogas em frente a um condomínio, no bairro Seminário.

A equipe se deslocou ao endereço e realizou abordagem ao homem no momento em que ele fazia uma venda de droga. Ele apresentou resistência e tentou fugir da PM. Na abordagem, foram encontradas quatro porções de skunk. Questionado sobre a droga, o suspeito confirmou ser de sua propriedade e que realiza a venda no local há três meses.

Em seguida, a equipe entrou no apartamento em busca de mais entorpecentes e encontraram uma porção de ice, mais nove porções de skunk e uma quantia de R$ 4.516,00, além de três munições calibre .40. Os policiais identificaram que o homem tem passagem criminal por roubo. Ele foi detido e encaminhado para a delegacia.

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Em outra ação, durante patrulhamento tático, os militares flagraram um homem em atitude suspeita em frente a uma residência, no bairro Construmat. O suspeito fugiu em uma motocicleta, ao ver a viatura policial.

Os policiais iniciaram uma perseguição e em determinado momento, o suspeito colidiu a moto e foi abordado. Durante a abordagem, foram encontradas dez porções de cocaína. Ao ser perguntado sobre a droga, o suspeito confirmou possuir mais entorpecentes na sua residência.

A equipe se deslocou até o endereço do homem e encontraram mais dez porções de cocaína e uma quantia de R$ 120,00. O suspeito foi encaminhado para a Central de Flagrantes de Várzea Grande, com o material apreendido, para as providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Julgamento é retomado com interrogatório dos réus

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O julgamento dos três acusados de participação no homicídio do advogado Roberto Zampieri foi retomado na manhã desta quarta-feira (30), no Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Após o encerramento do primeiro dia de instrução, as partes desistiram da oitiva das testemunhas que ainda estavam arroladas para depor, permitindo o avanço da sessão para a fase de interrogatório dos réus.Os trabalhos foram reiniciados com o interrogatório de Antônio Gomes da Silva, apontado pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) como o autor dos disparos que resultaram na morte do advogado. Na sequência, também deverão ser interrogados os demais réus, Hedilerson Fialho Martins Barbosa e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas.Atuam na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida (NDV). A sessão é presidida pelo juiz José Mauro Nagib Jorge, titular da 11ª Vara Criminal, Justiça Militar e Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Também integra a acusação, como assistente, o advogado Giovani Santin.Durante o primeiro dia de julgamento, realizado na terça-feira (29), foram ouvidas seis testemunhas, entre elas delegados da Polícia Civil e da Polícia Federal que atuaram nas investigações do caso. As oitivas abordaram a dinâmica do crime, o planejamento da ação criminosa e os elementos probatórios reunidos ao longo da apuração conduzida pelas forças de segurança.O promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins avaliou o primeiro dia como produtivo no que se refere à instrução e ao esclarecimento dos fatos. Ele destacou o papel do Ministério Público no Tribunal do Júri e criticou estratégias utilizadas para atacar a imagem da vítima.“Estamos defendendo a vida de um ser humano e aqui o Ministério Público tutela o direito à vida de qualquer pessoa, sem fazer qualquer tipo de discriminação. Justificar esse tipo de situação atacando a figura da vítima nada mais é do que uma retórica colocada a serviço da injustiça, da impunidade e daquilo que a sociedade não deseja”, afirmou o promotor de Justiça.O promotor de Justiça Samuel Frungilo lembrou ainda que, segundo a acusação, o envolvimento dos réus como executores e intermediários está demonstrado tanto pelas oitivas das testemunhas realizadas no primeiro dia quanto pelas investigações conduzidas pela Polícia Civil e pela Polícia Federal. “Essa organização foi contratada para matar Roberto Zampieri, e foi isso que fez”, afirmou.Conforme a denúncia oferecida pelo MPMT, Antônio Gomes da Silva é acusado de executar o homicídio. Hedilerson Fialho Martins Barbosa teria participado da execução do plano criminoso, inclusive com o fornecimento da arma utilizada no crime. Já Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas é apontado como integrante da empreitada criminosa.O julgamento prossegue ao longo do dia com os interrogatórios e as demais fases processuais previstas para o Tribunal do Júri.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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