MATO GROSSO

Força Tática prende homem com tabletes de drogas e comprimidos de ecstasy em Sinop

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Policiais militares da Força Tática do 3º Comando Regional prenderam um homem, de 30 anos, por tráfico ilícito de drogas, na noite desta quarta-feira (1º.7), em Sinop. Na ação, foram apreendidos mais de dois quilos e meio de maconha e pasta base de cocaína, entre tabletes e porções, 20 comprimidos de ecstasy e R$ 3,4 mil em dinheiro do tráfico.

De acordo com as informações do boletim de ocorrência, as equipes da Força Tática iniciaram diligências após receberem denúncias sobre um homem que estava realizando a venda e a entrega de entorpecentes na cidade. O suspeito utilizava um Volkswagen Fox de cor prata para o tráfico de drogas.

Nas buscas pela cidade, os militares encontraram o carro com as mesmas características informadas. Ao tentarem realizar a abordagem, os policiais flagraram o suspeito fugindo em alta velocidade, desobedecendo às ordens de parada e transitando de modo perigoso pela cidade.

Após perseguição, o veículo do suspeito foi interceptado e abordado. Na busca pessoal e na verificação do carro, foram localizadas porções de maconha e pasta base de cocaína.

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Questionado pelos policiais militares, o suspeito confessou que fazia a venda de drogas na cidade e que estava praticando o crime de tráfico de drogas há mais de um ano. Ainda durante o depoimento inicial, ele afirmou que possuía mais drogas guardadas em sua residência.

A equipe da Força Tática foi até a casa do homem e encontrou mais porções e tabletes de drogas e 20 comprimidos de ecstasy. Também foi localizada a quantia de R$ 3,4 mil em dinheiro e materiais para embalar as drogas. Diante dos fatos, o criminoso foi conduzido à Delegacia de Polícia de Sinop para registro da ocorrência e demais providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

 MP recomenda investigação no DAE após vídeo envolvendo presidente 

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Várzea Grande recomendou à Prefeitura de Várzea Grande a instauração de procedimento administrativo para apurar a conduta do diretor-presidente do Departamento de Água e Esgoto (DAE), Rogério de França Martins, após a divulgação de um vídeo em que ele aparece recebendo maços de dinheiro. O Ministério Público também orientou a análise da necessidade de afastamento do gestor durante as investigações.
A recomendação foi expedida no âmbito de um inquérito civil instaurado para verificar se os valores recebidos por Rogério Martins têm relação com o exercício do cargo, com recursos públicos ou com interesses de terceiros vinculados à autarquia. Segundo o Ministério Público, os fatos apurados podem configurar infrações administrativas, atos de improbidade administrativa e até crimes contra a administração pública, caso sejam confirmadas irregularidades.
De acordo com a investigação, o vídeo divulgado pela imprensa mostra o presidente do DAE sentado diante de uma mesa no momento em que recebe um maço de dinheiro, que posteriormente seria guardado no bolso da calça. Em outro trecho das imagens, uma sacola contendo valores em espécie é entregue ao gestor. O material audiovisual foi analisado pela Promotoria de Justiça responsável pelo caso.
O Ministério Público também considerou a divulgação de um áudio atribuído a Rogério Martins, no qual ele solicita apoio de membros e servidores da Câmara Municipal para justificar o episódio registrado nas imagens. A Promotoria cita ainda a existência de outra investigação relacionada a supostas irregularidades no DAE, envolvendo o pagamento de produtividade a servidores e possível desvio de recursos públicos.
Segundo a promotora de Justiça Taiana Castrillon Dionello, a medida busca assegurar a adequada apuração dos fatos e o cumprimento dos princípios que regem a administração pública.“A Administração Pública tem o dever de investigar toda situação que possa comprometer a legalidade, a moralidade e a confiança da população nas instituições. Nossa recomendação visa justamente garantir que os fatos sejam esclarecidos e que as providências cabíveis sejam adotadas.”, explicou.
Na notificação, o Ministério Público concedeu prazo de dez dias para que o município informe as medidas adotadas e encaminhe documentos que comprovem o atendimento da recomendação. Além disso, as informações apuradas foram compartilhadas com a Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), para conhecimento e eventual adoção das providências cabíveis.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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