MATO GROSSO

Força Tática prende integrantes de organização criminosa e apreende R$ 19,4 mil em espécie

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Equipe da Força Tática da 14ª Companhia Independente da Polícia Militar prendeu, na noite desta quinta-feira (21.11), dois homens suspeitos por tráfico de drogas em Rondonópolis (a 220 km de Cuiabá). A dupla, de 21 e 24 anos, seria responsável por realizar saques bancários de uma organização criminosa no município. Com eles, foram apreendidos R$19,4 mil em espécie e uma porção de pasta base de cocaína.

Os militares realizavam patrulhamento de rotina pelo bairro Sagrada Família, por volta das 18 horas, momento em que identificaram um motociclista que fugiu em atitude suspeita ao ver a viatura. Ele foi detido em seguida.

Durante abordagem, foi encontrado com o suspeito uma quantia de R$ 9,4 mil em espécie em um envelope, além de uma porção de substância análoga à cocaína. O suspeito confessou que atuava como “sacador” de uma organização criminosa.

A quantia seria levada para um outro membro da facção que integrava o esquema no bairro Jardim Europa. Após a informação, os policiais militares se deslocaram em busca do comparsa.

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Ao chegar no local, foi identificado o suspeito, que tentou fugir, mas foi abordado pela equipe. Com o homem, foi encontrado um envelope contendo R$ 10 mil em espécie. Os suspeitos foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

*Sob supervisão Wellyngton Souza

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Réu é condenado a 40 anos de reclusão por feminicídio

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O Tribunal do Júri de Ribeirão Cascalheira (a 900 km de Cuiabá) condenou, na sexta-feira (2), A.A.F.G. a 40 anos e 10 meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo feminicídio de L.S.S. A acusação foi sustentada em plenário pelo promotor de Justiça Bruno Barros Pereira. O julgamento ocorreu com aplicação da Lei nº 14.994/2024, que elevou as penas para o crime de feminicídio.O Conselho de Sentença reconheceu a autoria e a materialidade do crime, bem como a qualificadora do recurso que dificultou a defesa da vítima. Também foram aplicadas as causas de aumento relacionadas ao emprego de arma de fogo de uso restrito e ao meio cruel utilizado na execução. Na sentença, o juízo negou ao réu o direito de recorrer em liberdade, manteve a prisão e determinou o início imediato do cumprimento da pena.Para o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, a condenação representa uma resposta firme do Sistema de Justiça a um crime marcado pela violência e pela discriminação de gênero. “Foi um caso emblemático para a região e uma resposta importante para a sociedade diante da gravidade dos fatos”, destacou.Conforme a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o feminicídio foi motivado pelo inconformismo do acusado com o fim do relacionamento extraconjugal mantido com a vítima. Durante o julgamento, o Ministério Público sustentou que o crime ocorreu em um contexto de menosprezo à condição de mulher, permeado por humilhação e sentimento de posse.As investigações apontaram que o réu decidiu matar a vítima horas antes do crime e se dirigiu armado até o local onde ela estava. Antes dos disparos, submeteu a mulher a uma situação degradante. Segundo a acusação, a vítima foi puxada pelos cabelos, obrigada a se ajoelhar e, em seguida, atingida por dois tiros no rosto.Bruno Barros Pereira ressaltou que as provas apresentadas em plenário demonstraram a violência extrema empregada na execução do crime e o desprezo do condenado pela condição feminina. “Os elementos levados ao julgamento evidenciaram a motivação de gênero e a crueldade da conduta, circunstâncias que foram reconhecidas pelos jurados e refletidas na pena aplicada”, afirmou.Processo 1000481-46.2025.8.11.0079.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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