MATO GROSSO

Força Tática prende membro de facção com 111 porções de drogas em Sapezal

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Policiais militares da Força Tática do 7º Comando Regional prenderam um integrante de facção criminosa, de 27 anos, na noite desta sexta-feira (14.2), no município de Sapezal. Com o homem, foram apreendidos 111 porções análogas a cocaína, maconha e pasta base.

Conforme o boletim de ocorrência, as equipes policiais seguiam em patrulhamento pela Operação Tolerância Zero e receberam denúncias sobre um ponto de venda de drogas, em uma quitinete. O local seria gerenciado por um membro de uma facção.

Os militares foram ao endereço e flagraram o faccionado na frente da quitinete. O suspeito tentou fugir para o interior da casa ao ver as viaturas policiais e jogou no chão um pequeno pacote com drogas.

A equipe da Força Tática fez acompanhamento e conseguiu deter o suspeito dentro da casa. No imóvel, os policiais encontraram um pacote debaixo da pia com 94 porções de cocaína, 15 porções de maconha e duas pedras de pasta base.

Além disso, também foram apreendidos uma balança de precisão, cadernos de anotações, materiais utilizados no tráfico e a quantia de R$ 520,00 em dinheiro.

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Diante do flagrante, o faccionado recebeu voz de prisão e foi conduzido até a delegacia da cidade para registro da ocorrência e demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

MP investiga suspeita de irregularidade no tratamento da água

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A 6ª Promotoria de Justiça Cível de Tutela Coletiva do Consumidor da Capital notificou a concessionária responsável pelo abastecimento de água em Acorizal, a Prefeitura Municipal e a agência reguladora para que adotem medidas e prestem esclarecimentos à população sobre a qualidade da água distribuída no município. A medida foi tomada após uma fiscalização conjunta que identificou a suposta utilização de cal destinada à construção civil no processo de tratamento da água fornecida aos moradores. Diante dos indícios encontrados e dos possíveis riscos à saúde pública, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) instaurou procedimento para apurar a regularidade dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário na cidade. A investigação foi motivada por denúncias encaminhadas aos canais de atendimento do Ministério Público, relatando possíveis irregularidades nos sistemas de tratamento de água e esgoto do município. A promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos solicitou a realização de uma fiscalização conjunta com a Vigilância Sanitária Estadual, a Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e o Procon-MT. Durante a inspeção, realizada no dia 18 de agosto, as equipes encontraram sacos de cal utilizados na construção civil dentro da Estação de Tratamento de Água (ETA). Segundo o relatório da fiscalização, o material estaria sendo empregado no processo de tratamento da água distribuída à população.
De acordo com a promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos, a recomendação tem como objetivo assegurar transparência e garantir que os moradores recebam informações claras sobre a qualidade da água consumida e as providências adotadas pelos responsáveis pelo serviço.
“É fundamental que a população tenha acesso a informações sobre a qualidade da água consumida e sobre as providências adotadas para garantir a segurança do abastecimento. A prioridade é proteger a saúde dos moradores e assegurar a regularidade do serviço”, destacou a promotora.
Na recomendação expedida pelo MPMT, os órgãos e entidades notificados devem informar à população as condições atuais do abastecimento, as medidas adotadas para garantir a potabilidade da água e as ações de monitoramento. Também foi solicitada a divulgação periódica dos resultados das análises e das providências implementadas para assegurar a qualidade da água distribuída no município. Além disso, foi estabelecido o prazo de cinco dias para que os notificados apresentem ao MP informações sobre medidas adotadas.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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