MATO GROSSO

Governador anuncia reconstrução de pontes e de casas atingidas por enchentes

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O governador Mauro Mendes anunciou que o Governo de Mato Grosso irá ajudar a reconstruir as casas e pontes destruídas pelas fortes chuvas em Rio Branco e Salto do Céu.

As medidas foram confirmadas durante reunião, nesta quinta-feira (16.01), com o deputado estadual Valmir Moretto e os prefeitos Pabollo (Rio Branco) e Mauto Espíndola (Salto do Céu).

“Nós decidimos que vamos apoiar os municípios. Vamos fazer essas pontes e viabilizar a construção dessas 35 casas que foram destruídas. Há algumas casas antigas que estão com obras paradas, da Caixa Econômica, e vou cobrar para que mandem toda a documentação para retomarmos e finalizarmos, de forma a abrigar essas famílias. E enquanto isso, elas vão receber o aluguel social”, explicou o governador.

Desde o início das chuvas, o Governo tem auxiliado as cidades por meio das forças de Segurança, Defesa Civil e Assistência Social, além do trabalho voluntário da primeira-dama Virginia Mendes em prol das famílias.

“O Governo está empenhado em amparar os mato-grossenses que foram vítimas dessas enchentes e hoje passam por um momento de dificuldade. Agradeço a todos que estão colaborando”, relatou Mauro.

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O deputado estadual Valmir Moretto destacou que as ações anunciadas pelo governador vão trazer conforto às famílias afetadas.

“Estamos acompanhando de perto essa situação e fiz questão de trazer os prefeitos pra encontrarmos soluções junto ao governador. O Mauro teve grande sensibilidade e nos ajudou a definir a melhor forma de ajuda”, afirmou.

Para o secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, a prontidão em receber e trazer soluções para essa situação está fazendo toda a diferença para minimizar o impacto aos municípios.

“Hoje organizamos uma reunião com os prefeitos para saber as demandas destas cidades. Eles foram prontamente atendidos e agora o Estado irá trabalhar para poder agilizar estas ações, visando que a população possa voltar à normalidade o mais rápido possível”, disse.

De acordo com o prefeito Pabollo, de Rio Branco, essas ações são fundamentais para ajudar as famílias a se reerguerem.

“Nos sentimos abraçados pelo Governo do Estado, que de pronto está dando toda a assistência para as famílias do nosso município. A população só tem a agradecer”, relatou.

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O prefeito Mauto Espíndola, de Rio Branco, pontuou que a enchente foi “terrível” e o apoio do Governo é imprescindível para que as pessoas afetadas possam retomar suas vidas.

“Quero agradecer imensamente ao governador, toda a equipe dele, Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, todos que contribuíram ali em Salto do Céu. Agradecer a primeira dama, a Dona Virginia também, que tem feito uma ação muito boa lá no município, com cestas básicas, caixa d’água e assim sucessivamente. Muito obrigado a todos”, completou.

Também participaram da reunião o comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Gledson Bezerra; o superintendente de Proteção e Defesa Civil, tenente-coronel BM Luís Cláudio Pereira da Cruz; além de vereadores e lideranças dos dois municípios atingidos.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Procuradora destaca proteção às mulheres indígenas em oficina

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A coordenadora do Centro de Apoio Operacional (CAO) sobre Estudos de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher e Gênero Feminino, procuradora de Justiça Elisamara Sigles Vodonós Portela, participou nesta terça-feira (8) da Oficina de Formação das Conselheiras da FEPOIMT Mulher, realizada dentro da programação de formação continuada promovida pela Federação dos Povos e Organizações Indígenas de Mato Grosso (FEPOIMT).
Durante o encontro, a procuradora de Justiça do MPMT abordou o tema “Políticas Públicas para Mulheres” e apresentou a proposta de parceria institucional para a segunda etapa da formação.
A iniciativa reúne representantes indígenas de diferentes regiões do estado com o objetivo de fortalecer a atuação das conselheiras em seus territórios, ampliando o conhecimento sobre direitos, acesso à Justiça, enfrentamento à violência e participação nos espaços de decisão. A FEPOIMT possui abrangência em sete regionais, representando mais de 46 povos indígenas e cerca de 86 terras indígenas em Mato Grosso.
Ao abrir sua palestra, a procuradora destacou a importância da construção coletiva de uma rede de proteção efetiva para as mulheres indígenas. “Quando falamos em rede, podemos imaginar uma rede tecida por muitos fios. Um fio sozinho pode se romper. Mas, quando vários fios se encontram e se fortalecem, eles conseguem acolher, sustentar e proteger”, afirmou.
Durante a exposição, a procuradora reforçou que a Lei Maria da Penha protege todas as mulheres, incluindo integralmente as mulheres indígenas, e ressaltou que o respeito às tradições e à diversidade cultural não pode ser utilizado para justificar qualquer forma de violência.
“A cultura merece respeito. Os povos indígenas têm o direito de preservar seus modos de vida, suas línguas, suas tradições e suas formas próprias de organização. Mas nenhuma tradição pode ser utilizada para justificar agressões, ameaças, estupros, humilhações, controle, perseguições ou qualquer outra forma de violência contra a mulher”, enfatizou.
A representante do Ministério Público também explicou que o atendimento às mulheres indígenas deve considerar suas especificidades culturais, linguísticas e territoriais, garantindo acolhimento adequado e acesso efetivo aos serviços públicos de proteção.
Segundo Elisamara Sigles, o fortalecimento da rede passa pela atuação integrada de instituições públicas e organizações indígenas. “A rede de proteção não deve chegar à comunidade para falar pela mulher indígena. Ela deve chegar para escutá-la, compreender sua realidade e caminhar ao seu lado”, destacou.
A oficina integra a proposta da FEPOIMT Mulher de criar um processo permanente de formação das conselheiras indígenas, inspirado na experiência de formação de defensores de territórios e adaptado à realidade das mulheres indígenas mato-grossenses. Entre os temas discutidos estão direitos dos povos indígenas, defesa dos territórios, acesso à Justiça, identificação e encaminhamento de violações de direitos, enfrentamento às violências e fortalecimento das organizações indígenas.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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