MATO GROSSO

Governador Otaviano Pivetta cria estratégia que amplia capacidade de realização de cirurgias eletivas no Estado

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A criação da Tabela SUS Mato Grosso consolidou uma nova estratégia para ampliar a oferta de cirurgias, consultas e exames eletivos no Estado. Desenvolvida pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), a iniciativa tornou a remuneração dos procedimentos mais atrativa do que a tabela nacional e abriu caminho para uma maior participação de hospitais, clínicas e demais prestadores privados no Programa Fila Zero.

“Nosso objetivo é atender a população da melhor forma sempre, pois esse é o papel do Estado. Vamos sempre priorizar pelo bom atendimento aos mato-grossenses e acredito que a nova tabela SUS vai ampliar a capacidade de atendimentos e, principalmente, das cirurgias, reduzindo filas e tempo de espera”, afirmou o governador Otaviano Pivetta.

A nova política de precificação, publicada em abril de 2026, permite que determinados procedimentos sejam remunerados em valores até quatro vezes maiores aos praticados pela tabela do Sistema Único de Saúde (SUS), conforme a complexidade do atendimento.

Na alta complexidade, os prestadores podem receber até três vezes a média do custo do paciente, além do custeio de Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPME), que também passaram a contar com incentivo financeiro adicional.

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A medida foi criada para ampliar a rede de parceiros e garantir mais agilidade no atendimento da população. “A nova Tabela SUS Mato Grosso representa uma mudança importante na forma como o Estado enfrenta a alta demanda por procedimentos eletivos. Criamos um modelo mais atrativo para os prestadores, ampliando a participação da rede privada e fortalecendo a parceria com municípios e consórcios de saúde. O resultado é mais capacidade de atendimento, mais agilidade e mais acesso para a população mato-grossense”, explicou o secretário de Estado de Saúde, Juliano Melo.

A Tabela SUS Mato Grosso integra a segunda fase do Programa Fila Zero na Cirurgia, que conta com investimento de R$ 400 milhões do Governo do Estado para a realização de 588 mil procedimentos eletivos. O programa está estruturado em três frentes: apoio às propostas apresentadas por municípios e consórcios intermunicipais de saúde, credenciamento direto de unidades privadas e realização de mutirões cirúrgicos na rede estadual.

Com a nova estratégia, o Estado fortalece a parceria com o setor privado e amplia a capacidade de atendimento do SUS em Mato Grosso, beneficiando diretamente os cidadãos que aguardam por cirurgias, consultas e exames especializados.

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Os resultados do Fila Zero já demonstram os impactos positivos dessa política pública. Desde o lançamento do programa, já foram realizados mais de 667 mil procedimentos, entre consultas, exames e cirurgias. No mesmo período, o tempo médio de espera por atendimento caiu de 77 para 44 dias, representando uma redução de 42%.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Webinar do MPMT promove reflexão sobre os desafios de envelhecer

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Com o objetivo de ampliar o debate sobre os impactos da longevidade e as transformações provocadas pelo envelhecimento populacional, o Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) realizará, no dia 1º de outubro, o webinar “A (difícil) decisão de envelhecer”. O evento ocorrerá de forma virtual, pela plataforma Microsoft Teams, com transmissão ao vivo pelo canal oficial do MPMT no YouTube, das 8h às 10h (horário de Mato Grosso).A iniciativa é da Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico, em parceria com o Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT. A programação abordará temas como cuidado de longa duração, bem-estar social, políticas públicas para a população idosa, preconceito relacionado à velhice e os impactos econômicos e sociais decorrentes da nova realidade demográfica.Além de discutir questões já presentes no cotidiano de milhões de brasileiros, o webinar pretende lançar luz sobre temas que ainda recebem pouca atenção no debate público, como a dependência na velhice, a necessidade de redes de cuidado e a efetivação dos direitos das pessoas idosas. A proposta é estimular reflexões e contribuir para a construção de respostas mais efetivas por parte do Estado, das instituições e da sociedade diante de um fenômeno sem precedentes na história da humanidade.A palestra será ministrada pelo professor e pesquisador Jorge Félix, autor da obra “A (difícil) decisão de envelhecer: reflexões sobre longevidade, cuidado e bem-estar social”. Com base em estudos e evidências científicas, o especialista apresentará análises sobre temas como idadismo, aposentadoria, mercado de trabalho, inovações tecnológicas, dependência e os efeitos sociais e econômicos do envelhecimento populacional.A abertura será conduzida pelo procurador de Justiça José Antônio Borges Pereira, titular da Procuradoria Especializada. O evento terá como debatedor o promotor de Justiça Daniel Balan Zappia. O webinar é destinado a membros(as), servidores(as), estagiários(as), residentes e colaboradores(as) do Ministério Público, além do público externo interessado na temática. Haverá emissão de certificado aos participantes que preencherem o formulário de presença disponibilizado durante o evento.Sobre o palestrante – Jorge Félix é doutor em Ciências Sociais e mestre em Economia Política pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Professor de Gerontologia da Universidade de São Paulo (USP) e pesquisador especializado em envelhecimento populacional, foi pioneiro no Brasil nos estudos sobre a Economia da Longevidade (Silver Economy) e fundador do Centro de Estudos da Economia da Longevidade. Jornalista há mais de quatro décadas, também atua como apresentador e comentarista da TV Globo.Lançado em 2026 pela Editora Unicamp, o livro “A (difícil) decisão de envelhecer” reúne reflexões sobre os desafios de uma sociedade cada vez mais longeva. Em uma abordagem interdisciplinar e acessível, a obra trata de temas que vão da genética ao idadismo, da negação da velhice ao cuidado de longa duração, promovendo reflexões sobre bem-estar social, cidadania e garantia de direitos da população idosa.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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