MATO GROSSO

Governo de MT realiza obras para recuperar asfalto da Avenida Jurumirim em Cuiabá

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O Governo de Mato Grosso recupera o asfalto da Avenida Jurumirim, em Cuiabá. As obras já estão em andamento e recebem um investimento de R$ 3,7 milhões por parte da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra).

O trecho que está em obra tem 3,27 quilômetros de extensão e vai da Avenida Miguel Sutil até a rotatória com a Avenida Juliano Costa Marques, próximo à Escola Estadual Militar Tiradentes, na região do bairro Carumbé.

O trabalho compreende a fresagem, ou seja, a retirada da camada atual de asfalto e a execução de uma nova capa de pavimento, do tipo Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ). Após a conclusão da pista de asfalto, será realizada a sinalização.

Atualmente, as obras estão sendo executadas nas proximidades do Posto de Saúde do Bela Vista. Com a raspagem do asfalto, a Sinfra orienta os motoristas a redobrarem a atenção para evitar acidentes.

As obras devem continuar até o mês de agosto. O objetivo é melhorar a qualidade do asfalto da avenida, que apresentava muito desgaste e ondulações. A Avenida Jurumirim, ou Gonçalo Antunes de Barros, é uma importante ligação entre a região do Grande CPA e o centro da capital.

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Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Comitê da Sedec debate plano nacional de fertilizantes e aprova comissão de fertilidade do solo

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O Comitê Gestor de Fertilizantes e Bioinsumos de Mato Grosso, presidido pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec), realizou, nesta terça-feira (12.5), a 2ª reunião ordinária do grupo. O encontro contou com a apresentação do Plano Nacional de Fertilizantes e com a aprovação da Comissão de Fertilidade do Solo do Estado de Mato Grosso (CFS-MT), formada por representantes técnicos da área.

Durante a reunião, José Carlos Polidoro, responsável pelas ações do Plano Nacional de Fertilizantes junto ao Conselho Nacional de Fertilizantes e Nutrição de Plantas (Confert) e representante do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), apresentou a estrutura e os objetivos do plano nacional.

“Quando discutimos e estruturamos uma política nacional de fertilizantes, estamos falando também de segurança nacional e segurança alimentar. Essa é uma pauta que vai além do fortalecimento de uma cadeia produtiva específica, porque impacta diretamente a capacidade do país de manter sua produção de alimentos com estabilidade, competitividade e sustentabilidade”, afirmou Polidoro.

Maior produtor agrícola do país, Mato Grosso demanda grandes volumes de fertilizantes para sustentar sua produção. Nesse contexto, iniciativas voltadas ao fortalecimento técnico e científico da cadeia produtiva são estratégicas para ampliar a eficiência e a sustentabilidade no campo.

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A secretária adjunta de Agronegócio, Crédito e Energia da Sedec, Linacis Vogel Lisboa, destacou a importância do debate para o setor agropecuário mato-grossense. “A discussão sobre fertilizantes é estratégica para Mato Grosso e para o Brasil, especialmente diante da força da nossa produção agropecuária. O Plano Nacional de Fertilizantes representa um passo importante para ampliar a segurança e a competitividade do setor. Mato Grosso acompanha esse movimento e busca construir caminhos sustentáveis para garantir mais eficiência, estabilidade e desenvolvimento ao agro brasileiro”, disse.

Durante a reunião, também foi aprovada a criação da Comissão de Fertilidade do Solo do Estado de Mato Grosso (CFS-MT), composta por nomes técnicos indicados pelas instituições participantes. A coordenação ficará a cargo do engenheiro agrônomo e técnico agrícola Milton Moraes.

Entre os objetivos da comissão estão a elaboração e atualização das recomendações oficiais de correção do solo e de adubação; a padronização e atualização dos métodos oficiais de análise de solos, tecido vegetal, corretivos, fertilizantes e outros materiais de interesse agrícola; além da definição de demandas prioritárias de pesquisa em fertilidade do solo e nutrição mineral de plantas para financiamento por instituições de fomento.

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“A aplicação de fertilizantes precisa ser avaliada não apenas do ponto de vista técnico, mas também econômico. Existe um limite em que o aumento da adubação ainda gera ganho de produtividade e retorno ao produtor. Por isso, é fundamental que o manejo seja feito com equilíbrio e planejamento, buscando eficiência no uso dos fertilizantes e maior rentabilidade para o produtor rural”, destacou Milton Moraes.

Fonte: Governo MT – MT

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