MATO GROSSO

Governo de MT registra mais de 8,5 mil atendimentos online a servidores no Programa de Saúde Mental

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O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag), tem investido na promoção da saúde e na prevenção de riscos ocupacionais na administração pública estadual, por meio do Programa de Atenção à Saúde Mental. Desde abril de 2025, o Programa já contabiliza 7.814 atendimentos psicológicos online para servidores de 37 secretarias e entidades e 720 atendimentos de telemedicina com consultas em psiquiatria para servidores de 30 órgãos estaduais.

Desenvolvido pela Secretaria Adjunta de Gestão de Pessoas da Seplag-MT, o programa oferece atendimentos psicossociais, como acompanhamento psicológico e psiquiátrico, além de protocolos padronizados que orientem a prevenção e os cuidados em casos de depressão, ansiedade, assédio moral e sexual no trabalho, luto patológico e síndrome de Burnout.

De acordo com o secretário da Seplag, Basílio Bezerra, os protocolos foram criados para padronizar e ampliar o acompanhamento psicossocial no serviço público.

“Tais instrumentos oferecem suporte às equipes setoriais, possibilitando a detecção de sintomas, a orientação, a intervenção, o monitoramento e o encaminhamento dos servidores para atendimentos especializados, por meio de plataformas digitais de psicoterapia e telemedicina. Zelar pela saúde mental e pelo bem-estar dos servidores é essencial, para que eles tenham uma melhor qualidade de vida dentro e fora do ambiente de trabalho”, afirmou o titular da pasta.

De acordo com a secretária adjunta de Gestão de Pessoas, Lidiane Leite, as ações foram pensadas para promover um ambiente de trabalho que valorize tanto a saúde física quanto a mental dos servidores. “Cuidar da saúde mental do servidor é reconhecer que, por trás de cada função pública, existe uma vida, um coração e uma história que merecem respeito e cuidado”, destacou a adjunta de Gestão de Pessoas.

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Segundo Flávio Jabra, coordenador de Gestão da Saúde e Segurança no Trabalho da Seplag, o programa foi expandido em 2019 e reúne ações de psicoeducação como lives, cursos, envios de informações por WhatsApp e e-mail, além de capacitação de gestores, atendimentos psicossociais e protocolos estruturados. Um dos destaques é o Protocolo de “Prevenção ao Risco de Suicídio”, que estabelece fluxos de atendimento desde o primeiro acolhimento até a estratificação do risco (baixo, médio ou alto), com encaminhamentos para psicoterapia online ou teleconsulta psiquiátrica.

Na prática, o servidor agenda sua triagem pelo Portal do Servidor e passa por acolhimento inicial com a equipe psicossocial, que aplica instrumentos de avaliação de risco. A depender do caso, o atendimento é direcionado para psicoterapia online ou teleconsulta psiquiátrica gratuita. Todo o processo é monitorado por meio de dashboards (painéis) e relatórios, o que garante a continuidade do cuidado.

Para a servidora pública, Potira Fortes, participar do Programa de Atenção à Saúde Mental tem sido uma experiência muito positiva e transformadora.

“Sempre valorizei o cuidado com a saúde mental, até porque meu filho é portador de alguns transtornos e, desde cedo, o acompanhamento profissional foi fundamental para nossa família. No entanto, os custos com tantos tratamentos nem sempre são acessíveis e eu mesma estava sem fazer terapia. Com os desafios em casa e a sobrecarga emocional, meu financeiro acabou se desorganizando, e foi nesse momento que procurei o programa. Esse apoio tem feito uma grande diferença, tanto na minha vida pessoal quanto profissional. Iniciei o acompanhamento com a psicóloga e, como também participo do programa Vou Correr – Seplag, hoje tenho acompanhamento nutricional e, em breve, terei consulta com endocrinologista”, explicou a servidora.

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Ela acrescenta ainda que esse programa representa um verdadeiro divisor de águas na forma como o Estado olha para o servidor. “Em quase 12 anos de carreira no serviço público, não me recordo de um período em que houvesse tamanha preocupação e apoio direcionados à nossa saúde e bem-estar. Esse cuidado, implantado pela atual equipe de Gestão de Pessoas, certamente ficará como um legado valioso para todos nós, servidores”, concluiu Potira.

Além da oferta de atendimentos de psicologia pelo Portal do Servidor, com agendamento em horários flexíveis, é assegurado o sigilo, a acessibilidade e o alcance a trabalhadores lotados em diferentes regiões do Estado.

Os agendamentos estão disponíveis na aba “Serviços de Saúde” do Portal do Servidor.

Fonte: Governo MT – MT

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Tribunal de Justiça de MT

Entenda a sua audiência: Saiba como funciona um Tribunal do Júri

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Está no ar mais uma edição da série “Entenda a sua audiência”, iniciativa do Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio do Laboratório de Inovação – InovaJusMT e da Coordenadoria de Comunicação, que busca aproximar a Justiça da sociedade com a disponibilização de vídeos que explicam o funcionamento dos diversos tipos de audiência judicial. Neste episódio, o tema é “Tribunal do Júri”, que já pode ser conferido no canal do TJMT no Youtube.
A iniciativa utiliza linguagem simples e inteligência artificial para produzir vídeos e cartilhas informativas de fácil compreensão, com o objetivo de disseminar conhecimento sobre os direitos dos cidadãos relativos ao acesso à Justiça, facilitando a experiência da pessoa que vivencia a situação de participar de uma audiência.
Vale destacar que a série Entenda a sua Audiência é uma das duas produções do TJMT finalistas no Prêmio Nacional de Comunicação e Justiça 2026, promovido pelo Fórum Nacional de Comunicação e Justiça (FNCJ), na categoria “Iniciativa de IA”. A premiação reconhece iniciativas de todo o país que fortalecem a comunicação pública, valorizam a transparência institucional e aproximam o Sistema de Justiça da sociedade.
Episódio “Tribunal do Júri”
Neste vídeo, você fica sabendo cada detalhe do funcionamento do Tribunal do Júri, um tipo de julgamento em que a decisão fica nas mãos da sociedade, representada pelos jurados, que são cidadãos comuns, de reputação ilibada.
Previsto na Constituição Federal de 1988, o Tribunal do Júri julga crimes dolosos contra a vida, ou seja, quando a pessoa tem a intenção de matar ou assume o risco de causar a morte, como são os casos de homicídio doloso, feminicídio, vicaricídio, induzimento, instigação ou auxílio ao suicídio, infanticídio, aborto criminoso. A tentativa desses tipos de crimes também pode ser julgada pelo Tribunal do Júri, bem como os crimes conexos.
O vídeo também explica quem são as pessoas que participam do Tribunal do Júri, como o juiz ou juíza, que conduz a sessão de julgamento e fixa a pena, se houver condenação; o (a) promotor (a) de justiça, que representa o Ministério Público e apresenta a acusação; a assistente de acusação, que pode representar a família da vítima, quando houver; o advogado, que faz a defesa do réu ou da ré; o réu ou a ré, que é a pessoa acusada de cometer o crime; as testemunhas, que contam ao júri o que viram, ouviram ou sabem sobre o caso. Por fim, os (as) sete jurados são cidadãos comuns convocados para participar do julgamento.
Até mesmo o roteiro de uma sessão do Tribunal do Júri é explicado no vídeo, desde a convocação de 25 jurados (as), dos quais sete são sorteados para atuarem no julgamento até o proferimento da sentença.
Os direitos e deveres dos jurados também são abordados, como a obrigatoriedade de comparecimento e a garantia da folga no trabalho nos dias de participação na sessão do Tribunal do Júri. O voto dos jurados é secreto e sua imagem deve ser preservada, ou seja, nomes e imagens não podem ser divulgados ao público.

Autor: Celly Silva

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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