O vice-governador Otaviano Pivetta ressaltou os investimentos realizados pelo Governo de Mato Grosso na segurança pública, como a modernização das delegacias e quartéis da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, o aumento do efetivo policial, a aquisição de armamentos de qualidade, viaturas novas e o uso de tecnologias no combate ao crime.
“Estamos investindo em equipamentos e infraestrutura nas quatro regiões do Estado para garantir que a Polícia Militar tenha os recursos necessários para atuar com eficiência”, afirmou Otaviano Pivetta.
A declaração foi feita durante a cerimônia em comemoração aos 37 anos do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), realizada na terça-feira (25.02), evento que teve como objetivo reconhecer as contribuições de personalidades que têm fortalecido as atividades do BOPE e da segurança pública no Estado.
“Já no sétimo ano ajudando o governador Mauro Mendes, me sinto honrado com essa homenagem. A Polícia Militar de Mato Grosso tem honrado o Estado e o governador, e nós, no Governo, também temos cumprido nossa responsabilidade em dar as condições necessárias para que a PM atue de forma eficiente”, destacou o vice-governador, que foi agraciado com a Medalha pelo Mérito de Operações Especiais, em reconhecimento aos seus esforços na área da segurança.
O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Cláudio Fernando Carneiro Tinoco, destacou a importância dos investimentos realizados pela gestão atual, especialmente na modernização dos equipamentos da frota.
“Se não fosse a gestão do senhor e do governador Mauro Mendes, a Polícia Militar ainda estaria operando com equipamentos obsoletos, sem condições de enfrentar facções criminosas de maneira eficiente. Hoje, temos orgulho de utilizar equipamentos modernos para garantir a segurança da nossa sociedade”, afirmou o comandante.
A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.
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