O grupo de samba Fundo de Quintal, um dos mais tradicionais do país, realizará o show de encerramento do Encontro de Gestores de Cultura e Esporte de Mato Grosso, na quarta-feira (25.6), às 20h, na área externa da Arena Pantanal, em Cuiabá.
Promovido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), o evento conta com diversas outras atrações culturais e esportivas em sua programação, que ocorre entre a próxima segunda (23) e quarta-feira (25), no Centro de Eventos do Pantanal.
Formado no final dos anos 1970 no Rio de Janeiro, o Fundo de Quintal foi o ponto de partida de uma linguagem que redefiniu a roda de samba e se tornou uma das maiores referências do gênero. O grupo possui mais de 30 álbuns gravados e já foi ganhador de prêmios da crítica, como o Grammy Latino em 2015.
O fundador do grupo, o sambista Bira Presidente, faleceu no último sábado (14.6), sendo homenageado por artistas, instituições e autoridades políticas de todo o país.
A entrada para o show do Grupo Fundo de Quintal é gratuita e aberta ao público. Para garantir a participação, basta apenas fazer um credenciamento prévio pela internet (link aqui). A atividade é a única que ocorre fora do local de realização do Encontro de Gestores de Cultura e Esporte de Mato Grosso.
Outras apresentações culturais e esportivas
Durante todo o Encontro Estadual, os participantes poderão também assistir diversas atrações culturais e esportivas, realizadas no palco central do Centro de Eventos do Pantanal.
Na segunda-feira (23.6), haverá apresentações do grupo Buriti Nagô, ballet e coral do Instituto Futsal Sem Drogas, blocos Caretas de Guiratinga e Folia de Reis de Cuiabá. A banda Sasmininas encerra a programação cultural do dia.
Na terça-feira (24.6), a agenda cultural conta com os grupos de Siriri Flor Serrana, Flor do Campo e Coração Tradição Franciscano, Congo de Vila da Bela da Santíssima Trindade, Pacha Ana e Ahgave, e banda Calorosa. Haverá ainda apresentação e jogos de Futmesa, apresentação de ginástica artística, breaking, capoeira e de cheerleaders.
Na quarta-feira (25.6), o palco será dos grupos Flor Ribeirinha e Flor de Atalaia, Fanfarra Bampas, Anjo Miguel, Kung Fu – Bruk Lee, Povo Umutina/Balotiponé e Mascarados de Poconé.
Com exceção do show de encerramento com o grupo Fundo de Quintal, todas as atividades acontecem no Centro de Eventos do Pantanal. A programação geral do Encontro de Gestores de Cultura e Esporte de Mato Grosso pode ser conferida aqui.
A Escola Estadual de Tempo Integral Daury Riva tem se destacado com o projeto “Cultivando o Futuro: Educação, Sustentabilidade e Práticas na Escola”, uma iniciativa que vem transformando o processo de ensino-aprendizagem por meio da integração entre conteúdo pedagógico e práticas sustentáveis. A proposta busca estimular nos estudantes a consciência ambiental, hábitos saudáveis e o senso de responsabilidade com o meio em que vivem.
A partir da criação e manutenção de uma horta escolar, os alunos passam a vivenciar, na prática, conteúdos trabalhados em sala de aula. A experiência torna o aprendizado mais dinâmico, participativo e conectado à realidade, além de incentivar a curiosidade e a busca ativa por conhecimento.
Segundo o professor Cleber Borges dos Santos, que atua com protagonismo estudantil, o projeto fortalece o envolvimento dos alunos nas atividades da escola. “A gente incentiva muito a participação deles. No clube, eles trazem ideias, ajudam no plantio e se sentem responsáveis pelas ações. É um momento de interação, de trabalho em grupo e de desenvolvimento do respeito e da coletividade”, destacou.
Para o professor de matemática e pensamento científico, Eder Rodrigues dos Santos, a horta vai além do cultivo de alimentos. “Ela é um espaço de aprendizado prático, onde os alunos desenvolvem conhecimentos em ciência e matemática, além de valores como responsabilidade, paciência e trabalho em equipe. Investir na horta é investir em educação, saúde e futuro”, afirmou.
Os estudantes também relatam mudanças significativas na forma como enxergam o aprendizado e sua participação na escola. Kaiky Frasson, do 7º ano, conta que passou a se sentir mais valorizado. “Antes eu achava que minha opinião não fazia diferença, mas no clube aprendi que posso contribuir e ajudar a construir coisas com meus colegas. Isso me fez sentir protagonista”, disse.
Já Maria Luísa Oliveira Souza, também do 7º ano, destaca o ambiente acolhedor e colaborativo. “No clubinho eu me sinto respeitada e ouvida. A gente aprende a trabalhar em equipe, dividir tarefas e resolver problemas juntos. Isso me deixou mais confiante e responsável”, relatou.
Além de estimular o trabalho em equipe, o projeto contribui para o desenvolvimento do pensamento crítico e científico, já que os alunos são incentivados a observar, analisar e buscar soluções para os desafios encontrados no cultivo da horta.
Por fim, a diretora da escola Rosicacia Florêncio Costa, avalia que a iniciativa também fortalece a cultura maker, colocando os estudantes como protagonistas do próprio aprendizado, com atividades práticas que desenvolvem autonomia e criatividade. “Ao compreenderem a origem dos alimentos e a importância da preservação ambiental, os jovens passam a adotar atitudes mais conscientes no dia a dia e a convivência na escola fica muito melhor”, finalizou.
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