MATO GROSSO

Inovação e novos desafios marcam o 2º Encontro Mato-grossense de Controle Interno

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Com o tema “Controle Interno Estratégico: Governança, Riscos e Integridade”, a Controladoria Geral do Estado de Mato Grosso (CGE-MT) realizou, nesta quinta-feira (30.10), o 2º Encontro Mato-grossense de Controle Interno. O evento reuniu cerca de 250 participantes, entre servidores públicos, especialistas e representantes de 30 municípios mato-grossenses, além de servidores da Bahia, em um dia de debates sobre inovação, transparência e fortalecimento da gestão pública.

A programação contou com especialistas de diferentes regiões do país, que abordaram temas como inteligência artificial, auditoria estratégica, comunicação não violenta, modelos de governança e o controle interno como pilar de confiança e integridade.


Na abertura, o secretário Controlador-geral do Estado, Paulo Farias, destacou a importância do evento como espaço de diálogo e cooperação entre as áreas de controle.

“A cooperação é o alicerce para a troca de experiências. Este encontro reflete a integridade e a eficiência com que buscamos compartilhar o conhecimento produzido pela CGE. A programação demonstra a amplitude dos desafios que enfrentamos e o quanto o controle interno se fortalece ao se abrir para novas perspectivas”, afirmou.

O presidente da Associação de Auditores e Controladores Internos dos Municípios de Mato Grosso (Audicom), Robson Máximo da Costa, também ressaltou o papel da parceria institucional.

“Queremos fortalecer a parceria com a CGE, com foco na capacitação dos controladores municipais. A Audicom agradece a oportunidade e reforça a importância da qualificação para apoiar os gestores na entrega das políticas públicas. Tivemos colegas de Araguaiana, Alta Floresta, Camaçari (BA), entre outros municípios. Foi um grande encontro”, destacou.

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A primeira palestra foi ministrada pelo auditor federal Rafael Bittencourt, que apresentou o tema “Aplicações e Limitações da Inteligência Artificial (IA) Generativa no Controle Interno”. Ele demonstrou como as novas tecnologias podem apoiar o trabalho das controladorias e ampliar a eficiência da gestão pública.

“Para o uso responsável das tecnologias é preciso compreender como elas funcionam e como interagir com elas de forma consciente. A mesma tecnologia usada para entretenimento pode e deve ser aplicada para aprimorar o trabalho e fortalecer os mecanismos de controle”, pontuou.


Em seguida, o gerente executivo de Auditoria da CGE-PB, Rodolfo Serrano, discutiu os desafios e tendências da auditoria interna governamental, enfatizando a importância da modernização e do papel estratégico do auditor.

“É fundamental preparar o auditor para agregar valor à gestão, por meio da conscientização e do treinamento sobre o papel da auditoria interna, da abordagem baseada em riscos e das atividades de consultoria. A auditoria pública precisa estar pronta para atuar de forma estratégica e preventiva, acompanhando as transformações tecnológicas e a crescente complexidade da gestão pública”, explicou.


No período da tarde, a subcontroladora de Governança e Compliance da Controladoria Geral do Distrito Federal, Cecília Fonseca, apresentou o case “GOV NOVA DF – Modelo de Governança Pública com foco em Inovação”, seguido da palestra do coordenador de Auditoria de Aquisições e Contratações do STJ, Diocésio Sant’Ana, com o tema “Comunicação Não Violenta em Auditoria”. Ele destacou a importância da empatia e da escuta ativa nas relações de trabalho.

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“A comunicação não violenta é uma ferramenta de transformação. Quando nos expressamos com clareza e respeito, construímos pontes, evitamos conflitos e tornamos o processo de auditoria mais colaborativo e efetivo”, afirmou.

O encontro foi encerrado com a palestra do secretário Paulo Farias, intitulada “Construindo Confiança: Como os Controles Internos Fortalecem a Administração Pública”.

“As controladorias geram confiança quando atuam de forma integrada e transparente. A transparência permite que a sociedade veja o que o governo faz; a ouvidoria garante que o cidadão seja ouvido; a auditoria assegura o bom uso dos recursos públicos; e a corregedoria demonstra que desvios têm consequências. Juntas, essas áreas fortalecem o controle interno e mostram que o Estado pode agir com ética e responsabilidade na gestão pública”, concluiu.

O 2º Encontro Mato-grossense de Controle Interno reforçou que controlar é mais do que fiscalizar é inspirar inovação, colaboração e transformação no serviço público. O evento reafirmou que o futuro da administração pública depende de pessoas que aprendem, colaboram e inovam para servir melhor ao cidadão.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Neri Geller é o primeiro do Podemos em pesquisa para deputado federal em Mato Grosso

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Com 2,88% das intenções de voto espontâneas, ex-ministro aparece em primeiro do partido

Neri Geller chega à reta final da eleição como o candidato do Podemos mais bem colocado na pesquisa espontânea do Instituto Data Index para deputado federal em Mato Grosso. Com 2,88% das intenções de voto, o ex-ministro da Agricultura ocupa a nona posição geral e aparece numericamente à frente dos demais nomes da legenda.

O resultado coloca Neri a apenas 0,06 ponto percentual de Emanuelzinho, oitavo na lista, com 2,94%. O levantamento ouviu 1.600 eleitores entre 28 de setembro e 1º de outubro.

A primeira colocação entre os candidatos do Podemos dá destaque à candidatura de Neri dentro da chapa. Na pesquisa espontânea, o eleitor informa em quem pretende votar sem receber uma lista de nomes, o que permite identificar quais candidatos são lembrados diretamente pelos entrevistados.

Neri disputa o retorno à Câmara com uma trajetória que reúne experiência como ministro da Agricultura, secretário de Política Agrícola e deputado federal. Crédito rural, armazenagem, seguro agrícola e infraestrutura integram o histórico de atuação do candidato em pautas ligadas à economia de Mato Grosso.

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Na Câmara, foi relator do projeto de licenciamento ambiental aprovado pelos deputados em 2021, participando da construção de regras para empreendimentos e obras de infraestrutura. Essa experiência conecta sua passagem pelo Executivo à atuação parlamentar em questões que afetam a produção e os investimentos. (camara.leg.br⁠, nerigeller.com.br⁠)

A disputa chega aos últimos dias com uma parcela expressiva do eleitorado sem indicar candidato: 35,38% dos entrevistados não souberam ou não responderam à pergunta sobre deputado federal.

As diferenças entre Neri e os nomes imediatamente próximos são inferiores à margem de erro geral informada pelo instituto. A pesquisa retrata o momento da coleta; a distribuição das cadeiras depende também da votação dos partidos e federações.

Contratado pelo Jogo Político Notícias, o levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, nível de confiança de 95% e registro MT-04299/2026 na Justiça Eleitoral.

Fonte: Política

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