MATO GROSSO

Inscrições para mais de 90 vagas em cursos profissionalizantes encerram nesta quinta-feira (28)

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A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação de Mato Grosso (Seciteci-MT), por meio das Escolas Técnicas Estaduais (ETECs), está com inscrições abertas para cursos gratuitos de qualificação profissional ofertados pelo Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), na modalidade presencial. As vagas são ofertadas nos municípios de Lucas do Rio Verde, Campo Verde, Juara e Juína. As inscrições para os cursos, nos quatro municipios, segem abertas até o dia 28 de maio.

Em Lucas do Rio Verde, a ETEC oferta 20 vagas para o curso de Operador de Empilhadeira, com carga horária de 160 horas e aulas no período noturno. Para participar, é necessário ter 18 anos completos e Ensino Fundamental I concluído. As aulas estão previstas para iniciar em 1º de junho.

Já em Campo Verde, estão disponíveis 25 vagas para o curso de Assistente de Logística, também com carga horária de 160 horas e aulas noturnas. O curso é voltado para pessoas com 18 anos ou mais que estejam cursando ou já tenham concluído o Ensino Médio.

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No município de Juara, a ETEC abriu vagas para dois cursos de qualificação profissional. O curso de Auxiliar Pedagógico oferta 25 vagas, com carga horária de 200 horas e início das aulas previsto para 1º de junho. Também estão sendo ofertadas 25 vagas para o curso de Operador de Máquinas e Implementos Agrícolas, com aulas em Juína, em parceria com a prefeitura municipal, e início previsto para agosto.

As inscrições são gratuitas e os processos seletivos serão realizados conforme critérios estabelecidos em cada edital. Os interessados devem acessar os editais completos e acompanhar as etapas do seletivo.

Link para o edital de Lucas do Rio Verde

Link para o edital de Campo Verde

Link para o edital de Juara

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Projeto de ressocialização é concluído em Nova Xavantina

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), por meio do Centro de Apoio Operacional (CAO) da Execução Penal, participou do encerramento da terceira edição do projeto “Reconstruindo Sonhos”, realizada na Cadeia Pública Feminina de Nova Xavantina. Além das duas fases do projeto, que são os encontros temáticos e qualificação profissional, essa turma foi beneficiada com o subprojeto “Pintando Sonhos”. A iniciativa foi fomentada pelo promotor de Justiça Fábio Rogério de Souza Sant’Anna Pinheiro. O “Pintando Sonhos” ofereceu oficinas de pintura em tela para mulheres privadas de liberdade, utilizando a arte como ferramenta de qualificação, desenvolvimento pessoal e fortalecimento das perspectivas de reinserção social. Durante as atividades, as participantes desenvolveram habilidades técnicas e produziram obras inspiradas em temas como força, fé, natureza e esperança. Além da capacitação artística, a iniciativa buscou garantir a continuidade das ações dentro da unidade prisional. Para isso, duas participantes foram formadas como multiplicadoras e ficarão responsáveis por conduzir novas oficinas, permitindo que o projeto permaneça ativo mesmo após o encerramento do ciclo formal. A conclusão desta edição representa um marco para o Programa Semear (Sistema Estadual de Métodos para Execução Penal e Adaptação Social do Recuperando). Entre as diversas iniciativas desenvolvidas nas unidades prisionais de Mato Grosso, o “Pintando Sonhos” foi o primeiro a completar todas as fases do processo, desde o planejamento e execução até a avaliação dos resultados, tornando-se referência para os demais projetos em andamento. O MPMT foi representado no encerramento pela assistente ministerial e psicóloga Amanda F. Amorim, do CAO da Execução Penal. A participação teve como objetivo assegurar a coleta e sistematização dos dados de execução do projeto, informações que integram o sistema de monitoramento do Programa Semear e subsidiam a avaliação de resultados e a formulação de políticas públicas voltadas à ressocialização. “Por se tratar do primeiro projeto concluído dentro do Programa Semear, nossa presença no encerramento teve o papel de assegurar que os dados desta edição fossem devidamente coletados e sistematizados. É esse acompanhamento que permite ao Semear medir o impacto real dos projetos e demonstrar, com evidências, que a ressocialização é possível. Além disso, poder acompanhar de perto a evolução das participantes, que nunca haviam tido contato com a pintura em tela, reforça a convicção de que estamos no caminho certo”, destacou Amanda F. Amorim.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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