Ministério Público MT

A Rede de Proteção do Projeto Luz alcança 280 trabalhadores em maio

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A rede de proteção da criança e adolescente de Nova Mutum promoveu, ao longo do mês de maio – em alusão à campanha nacional do 18 de Maio, de combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes -, um ciclo de palestras voltado à sensibilização e orientação de trabalhadores de empresas de grande porte do município. Ao todo, foram realizados sete encontros, que alcançaram 282 colaboradores.As ações ocorreram em importantes empresas da região, como o Grupo Saito — com atividades no Saito Supermercado e no Supermercado Araras —, além da Del Moro & Del Moro Ltda e da BRF S/A, reforçando a parceria entre o setor produtivo e a rede de proteção no enfrentamento às violações de direitos.As palestras foram conduzidas por profissionais que integram a rede, com atuação multidisciplinar, sendo eles: Ana Carolina R. Alves Fernandes Fleury de Oliveira, Moacir Agulho Junior, Samyra Miqueloti El Saheli, Raquel Becker Nunes, Eliete Amorim Silva, Gabriel Santos do Amaral, Luma Rosa Claudomiro, Lurdes Costa Marques, Mariany Gomes Brandolff e Janaina Santos de Souza.A iniciativa teve como objetivo ampliar o conhecimento dos trabalhadores sobre temas relevantes abordados pelo Projeto Luz, promovendo conscientização, prevenção e fortalecimento dos canais de proteção.O Ministério Público destaca a importância da aproximação com o setor empresarial como estratégia fundamental para a disseminação de informação qualificada e para o engajamento coletivo na proteção de direitos.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Ministério Público MT

Réu é condenado por feminicídio tentado e estupro em Cuiabá

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O réu Breno Júnior de Oliveira Castro foi condenado pelo Tribunal do Júri de Cuiabá, na terça-feira (18), pelos crimes de tentativa de feminicídio qualificado, estupro, violência psicológica e vias de fato, praticados contra sua companheira, Helena Louyse Mendes dos Santos, em contexto de violência doméstica. A pena fixada foi de 37 anos e quatro meses de reclusão, além de oito meses de detenção e três meses e 15 dias de prisão simples, a serem cumpridos inicialmente em regime fechado.O Conselho de Sentença reconheceu a autoria e a materialidade da tentativa de feminicídio, além de concluir que o crime foi cometido com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima. O condenado não terá o direito de recorrer em liberdade, e a sentença determinou a execução imediata da pena. O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) foi representado em plenário pelo promotor de Justiça Rodrigo Ribeiro Domingues.Conforme a denúncia do MPMT, entre 2023 e 2025 a vítima foi submetida a um relacionamento abusivo marcado pelo controle de amizades, vestuário, estudos, trabalho e deslocamentos, além do monitoramento constante do celular e das redes sociais. O réu também praticava humilhações, ameaças e agressões físicas recorrentes, incluindo um episódio em que quebrou um aparelho celular contra o rosto da companheira.Em julho de 2025, Breno Castro levou a vítima para uma área de mata, onde a agrediu violentamente com um cano de ferro e efetuou um disparo de arma de fogo. Após as agressões, ele a levou de volta para casa. No dia seguinte, segundo a denúncia, forçou a companheira a manter relação sexual. Posteriormente, abandonou a vítima ferida e desacordada em uma “boca de fumo”. Ela sobreviveu graças ao atendimento prestado pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).Processo nº 1016281-31.2025.8.11.0042

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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