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Escola Institucional do MPMT premia vencedores na sexta-feira (11)

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Os vencedores do 1º Concurso de Fotografia “Retratos da Natureza: Documentando as belezas dos três biomas mato-grossenses”, realizado pela Escola Institucional do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, serão premiados na sexta-feira (11), às 16h. O evento ocorrerá nas dependências da Biblioteca Procurador de Justiça Attilio Ourives, localizada na sede das Promotorias de Justiça de Cuiabá.

A abertura da solenidade contará com apresentação cultural de Estela Ceregatti e participação do procurador-geral de Justiça, Deosdete Cruz Junior, do corregedor-geral do MPMT, João Augusto Veras Gadelha, e do coordenador do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional – Escola Institucional, procurador de Justiça Antonio Sergio Cordeiro Piedade. Os membros da comissão avaliadora do concurso também estarão presentes.

Serão premiadas nove fotografias, sendo as três mais bem avaliadas em cada categoria: Floresta Amazônica, Cerrado e Pantanal. Além disso, todas que compõem as listas serão impressas para exposição. O primeiro lugar receberá um Kindle, um estabilizador de celular e um livro de fotografia. O segundo ganhará um estabilizador de celular e um livro de fotografia. O terceiro será premiado com um livro de fotografia. Além disso, todos receberão ecobag, certificado de vencedor e medalha.

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De acordo com o coordenador da Escola Institucional, procurador de Justiça Antonio Sergio Cordeiro Piedade, o concurso de fotografia integra o projeto Biblioteca Viva, que busca promover a integração entre as pessoas por meio de apresentações culturais “O projeto visa estabelecer um programa cultural na Biblioteca do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, promovendo ações participativas e colaborativas entre os setores de cultura, educação e servidores”, afirmou o coordenador.

Vencedores – Na categoria Cerrado, o primeiro lugar ficou com o assistente ministerial Lucas Marques Leonardo, a segunda posição com o promotor de Justiça substituto Marco Antonio Prado Nogueira Perroni e, em terceiro, o assessor especial Emerson dos Santos Weber.

Já na categoria Pantanal, os vencedores foram: Thiago Márcio de Oliveira (técnico de suporte), Isadora dos Santos Faria Amorim (residente) e Marco Antonio Padro Nogueira Perroni (promotor de Justiça substituto). Os três conquistaram, respectivamente, o 1º, 2º e o 3º lugares.

Na categoria Floresta Amazônica, o primeiro lugar foi conquistado pelo assistente ministerial Mario Kichese Netto; o segundo lugar pela assistente ministerial Greyce Kellen Quixabeira Gomes; e o terceiro pelo promotor de Justiça substituto Marco Antonio Padro Nogueira Perroni.

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O objetivo da iniciativa é investigar, documentar e promover a conscientização sobre os três principais biomas presentes no estado de Mato Grosso, bem como fomentar o acervo da biblioteca com fotografias que retratem a beleza e a diversidade desses ecossistemas.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Projeto FloreSer retoma atividades na Escola Raimundo Pinheiro

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O projeto FloreSer, desenvolvido pelo Núcleo das Promotorias de Enfrentamento da Violência Doméstica e Familiar – Espaço Caliandra, iniciou uma nova etapa de rodas de conversa com estudantes da rede pública estadual. A Escola Estadual Raimundo Pinheiro, localizada no bairro Shangri-lá, em Cuiabá, foi incluída na programação e deverá receber atividades com 14 turmas dos 1º e 2º anos do Ensino Médio.A iniciativa, que conta com a parceria da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), promove diálogos com adolescentes sobre violência contra a mulher, prevenção e relacionamentos abusivos, especialmente entre jovens que estão iniciando suas primeiras relações afetivas.Nesta sexta-feira (24), 39 estudantes participaram de uma roda de conversa com a equipe técnica do Espaço Caliandra. A promotora de Justiça Claire Vogel Dutra também esteve presente e alertou os adolescentes sobre a importância de reconhecer, desde o início de um relacionamento, os sinais de violência psicológica e moral.“É importante que, desde o início do relacionamento, saibam identificar os sinais de violência psicológica e moral, que são formas de violência tão ou mais graves do que a física e que, em muitos casos, podem levar ao feminicídio”, alertou.Machismo e influência das redes sociais – Durante o encontro, a promotora de Justiça destacou que a equipe do FloreSer tem identificado, nas atividades realizadas nas escolas, a presença de comportamentos machistas entre adolescentes, além da influência de discursos misóginos disseminados nas redes sociais.“Temos percebido que a atual geração é mais machista do que a anterior. Há estudos que mostram isso, e temos verificado a disseminação de discursos machistas e misóginos nas redes sociais, que exercem uma influência muito grande sobre os nossos jovens, além da dificuldade de lidar com a rejeição”, afirmou.Claire Vogel Dutra ressaltou ainda que comportamentos de controle e posse podem começar a ser reproduzidos ainda na adolescência e, posteriormente, contribuir para a escalada da violência nos relacionamentos.“Grande parte dos feminicídios ocorre porque o agressor não se conforma com o término do relacionamento e enxerga aquela pessoa como uma propriedade, como alguém que não tem vontade própria. Esse comportamento não começa na idade adulta. Ele se inicia muito cedo, dentro de casa, na forma como os pais se relacionam e educam os filhos, e acaba sendo reproduzido”, explicou.A inclusão da Escola Estadual Raimundo Pinheiro nas atividades do FloreSer ocorreu a partir de uma solicitação da Seduc, que identificou a necessidade de ampliar a abordagem sobre a violência de gênero entre os estudantes, especialmente adolescentes com idade entre 15 e 17 anos.A professora de Matemática Letícia Brito de Souza cedeu parte do horário de sua aula para a realização da roda de conversa e acompanhou o diálogo entre os estudantes e a equipe do Espaço Caliandra. Para ela, a abordagem preventiva é fundamental, principalmente porque muitos adolescentes convivem com situações de violência sem saber reconhecer os sinais ou buscar ajuda.“Desde cedo, eles precisam saber identificar situações que podem representar riscos à própria segurança e entender como evitá-las. Muitos deles vivem em contextos de violência dentro de casa e não sabem a quem pedir ajuda ou mesmo reconhecer os sinais”, destacou.A professora também ressaltou a proximidade dos educadores com os estudantes e a importância de criar espaços seguros para o diálogo. “Nós, como professores, convivemos bastante com eles e ouvimos relatos, principalmente das meninas, sobre situações de machismo e violência nos relacionamentos”, frisou.O projeto FloreSer busca contribuir para a prevenção da violência contra a mulher por meio da educação e da conscientização de adolescentes, promovendo reflexões sobre respeito, igualdade, masculinidades e relações saudáveis. A proposta é estimular os jovens a reconhecer comportamentos abusivos e romper, ainda na adolescência, com padrões de violência e de desigualdade de gênero.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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