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Integrantes do MPMT brilham na pista no Parque Novo Mato Grosso

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Vinte e um minutos e cinco segundos. Esse foi o tempo que a servidora Hajimy Claudia Wada da Silva levou para percorrer os cinco quilômetros da 1ª Corrida Diálogos com a Sociedade, realizada domingo (16), no Parque Novo Mato Grosso. A iniciativa encerrou a temporada 2025 do projeto Diálogos com a Sociedade, reunindo membros, servidores e cidadãos em um momento de integração.“Achei a prova maravilhosa. O percurso no Parque Novo Mato Grosso é sempre desafiador. Foi super legal participar desse momento de incentivo à saúde, inclusive dos servidores, com premiação especial para essa categoria. Uma iniciativa que estimula o esporte e gera qualidade de vida. Tudo estava perfeito: percurso bem sinalizado, hidratação com água geladinha, frutas no fim, medalha linda, camiseta, troféu”, avaliou a campeã. Na categoria servidor 5k masculino, o troféu de primeiro lugar ficou com André Manhani de Carvalho. “A primeira Corrida Diálogos com a Sociedade foi incrível! Organização excelente, dois pontos de hidratação nos cinco quilômetros, tudo muito bem pensado. Foi maravilhoso ver a integração entre os servidores e viver esse momento de lazer, deixando de lado o estresse para celebrar e aproveitar a corrida”, destacou. A vencedora dos 10 km na categoria servidor foi a promotora de Justiça Élide Manzini de Campos, que também comemorou o resultado e elogiou a iniciativa. “A corrida foi demais em todos os aspectos, desde a organização, o trajeto, o local da prova, a hidratação, estava tudo perfeito, eu amei, foi incrível!”, frisou.A fisioterapeuta e corredora Isabella Taques, competiu na categoria 5 km geral e, além da experiência diferenciada, levou para casa uma medalha especial pelo 1º lugar na faixa etária de 40 a 49 anos. “Prova simplesmente perfeita, nota mil! Começando pela escolha do local de fácil acesso, com amplo estacionamento e tudo muito bem organizado. A preparação antes da largada foi sensacional, com pontos de água em temperatura agradável. Largada super pontual e durante a prova hidratação a cada 2,5 km, impecável. E o pós-prova melhor ainda, com alegria, animação, picolé, frutas e medalha linda, voltei para casa com duas. Estão todos de parabéns!”, afirmou. A corrida foi organizada com apoio do Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho do MPMT – Vida Plena, coordenado pela promotora de Justiça Gileade Pereira Souza Maia, que ressaltou o caráter integrador da iniciativa. “Hoje vivemos um momento muito especial: integrantes do Ministério Público e servidores se reuniram com a sociedade para celebrar a alegria, a saúde e a confraternização. Sem dúvida, um dia marcante para todos nós”, enfatizou a promotora, que também participou da prova.Quem também percorreu 5 km na pista do Parque Novo Mato Grosso foram as subprocuradoras-gerais de Justiça Administrativa, Januária Dorilêo, e de Planejamento e Gestão, Anne Karine Louzich Hugueney Wiegert. “No ano que vem, com certeza, a Corrida Diálogos com a Sociedade entra para o calendário. Foi um sucesso e a melhor forma de encerrar a temporada 2025 desse projeto que nos aproxima da comunidade. Terminar correndo junto com a sociedade é algo que não tem preço. Maravilhoso!”, declarou. “A Corrida Diálogos com a Sociedade é mais uma iniciativa do Ministério Público para conversar, se aproximar e fortalecer o vínculo com a comunidade por meio do esporte e do congraçamento. Venham conosco na próxima edição! O evento foi muito bem organizado, está recebendo elogios e foi uma ótima oportunidade de, mais uma vez, dialogar diretamente com a sociedade”, acrescentou Anne Karine Wiegert. Clique aqui para conferir o resultado final da corrida e classificação dos participantes.

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Fotos: Everton Queiroz.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Ministério Público MT

Júri condena trio a mais de 68 anos pela morte de Zampieri

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Após três dias de julgamento e a análise de um processo com mais de 55 mil páginas, o Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá condenou três acusados de serem executores e intermediários da morte do advogado Roberto Zampieri. As penas somadas alcançam 68 anos, 9 meses e 30 dias de reclusão. Antônio Gomes da Silva foi condenado a 21 anos, 10 meses e 15 dias de prisão, Hedilerson Fialho Martins Barbosa a 25 anos de reclusão e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas a 21 anos, 10 meses e 15 dias. A decisão foi proferida às 00h49 da madrugada desta sexta-feira (2), ao término dos debates entre acusação e defesa e da deliberação dos jurados.Atuaram na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), além do assistente de acusação Giovani Santin, vice-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT).Ao longo de três dias de julgamento, jurados acompanharam depoimentos de testemunhas, interrogatórios dos réus, exposição de provas e sustentações orais das partes.No primeiro dia de julgamento, foram ouvidas seis testemunhas, entre elas os delegados da Polícia Judiciária Civil Nilson André Farias de Oliveira e Edilson Ricardo Pick, responsáveis por etapas da investigação, além do delegado da Polícia Federal Marco Bontempo. Também prestaram depoimento José Marcos Marini, Mariana Costa Pinto e Lucilene Gonçalves da Silva. As oitivas abordaram a dinâmica da execução do crime, o papel atribuído a cada acusado e os elementos reunidos durante a apuração.O segundo dia foi dedicado aos interrogatórios dos réus Antônio Gomes da Silva, Hedilerson Fialho Martins Barbosa e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas. Já no terceiro dia, acusação e defesa apresentaram seus argumentos finais aos jurados. Durante a réplica, os promotores de Justiça reforçaram provas que, segundo a acusação, demonstraram a participação dos três condenados na execução do homicídio. Entre os elementos destacados esteve o rastreamento da movimentação financeira relacionada ao crime. Conforme sustentado pelo Ministério Público, ficou comprovado o pagamento de R$ 124.250,00 antes da execução e outros R$ 60 mil após o homicídio. Segundo a acusação, os valores tiveram origem nos recursos pagos pelos apontados mandantes do crime.Também foi destacado durante os debates que, ao longo das investigações, surgiram elementos indicando que Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas teria solicitado valores entre R$ 500 mil e R$ 750 mil para que ele e os demais envolvidos não entregassem os mandantes às autoridades.Ao defender a condenação dos acusados, o promotor de Justiça Samuel Frungilo ressaltou a robustez do conjunto probatório reunido ao longo da investigação e da tramitação processual. “Eu tenho 27 anos de Ministério Público. Eu nunca vi um crime de recompensa e homicídio mercenário com tantas provas”, afirmou aos jurados.O promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins destacou o planejamento empregado para a execução do crime e a gravidade da conduta atribuída aos acusados. “Planejaram e esperaram o melhor momento de vulnerabilidade da vítima para poder retirar o seu bem mais precioso, o direito de viver. O maior roubo que alguém pode sofrer é a interrupção do curso da sua existência”, sustentou.Conforme a denúncia do MPMT, Antônio Gomes da Silva foi apontado como o autor dos disparos que mataram Roberto Zampieri. Hedilerson Fialho Martins Barbosa foi acusado de ter participado da execução do plano criminoso, inclusive com o fornecimento da arma utilizada no crime. Já Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas respondeu à acusação de integrar a empreitada criminosa.Ao final do julgamento, o Conselho de Sentença acolheu integralmente a tese sustentada pelo Ministério Público e reconheceu a responsabilidade dos três réus pelo homicídio de Roberto Zampieri. Os jurados condenaram os acusados e reconheceram todas as qualificadoras apresentadas na denúncia: homicídio cometido mediante paga ou promessa de recompensa, com emprego de recurso que dificultou a defesa da vítima e com utilização de arma de fogo de uso restrito.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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