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MPMT realiza mostra “Mulheres Negras nas Ciências” na próxima semana

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), por meio do Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho – Vida Plena, realiza de 21 a 25 de julho a Mostra “Mulheres Negras nas Ciências”, das 13h às 16h30. A iniciativa é alusiva ao Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha (25 de julho) e conta com a parceria da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), por meio do Projeto de Extensão “Mulheres nas Ciências”.Nos dias 21 e 22, a exposição estará na entrada da Procuradoria-Geral de Justiça. De 23 a 25, será exibida na sede das Promotorias de Justiça de Cuiabá. O objetivo é sensibilizar os integrantes da instituição para a temática étnico-racial, com ênfase na valorização das mulheres negras na sociedade. A mostra apresentará 16 painéis de mulheres negras cientistas que foram fundamentais para o desenvolvimento das ciências, bem como contará com jogos pedagógicos sobre o tema.A abertura da exposição contará com a presença da subprocuradora-geral de Justiça de Planejamento e Gestão, Anne Karine Louzich Hugueney Weigert; do diretor-geral do MPMT, Ricardo Dias Ferreira; da coordenadora do Projeto de Extensão da UFMT, professora doutora Carolina Bottosso de Moura; e da servidora do MPMT e integrante do Grupo de Trabalho Étnico-Racial, Fabiane de Souza Campos.“A Mostra ‘Mulheres Negras nas Ciências’ integra o conjunto de ações institucionais voltadas à construção de uma política interna de equidade étnico-racial. Essa iniciativa é fundamental para promover o engajamento e o debate entre os integrantes da instituição, especialmente no contexto de implantação da Política Institucional de Equidade Étnico-Racial. Trata-se de um passo importante para a consolidação de um Ministério Público e de uma sociedade mais justa e igualitária”, destaca a promotora de Justiça Gileade Pereira Souza Maia, coordenadora do Vida Plena. Política – A implantação da Política Institucional de Equidade Étnico-Racial no MPMT tem como propósito fomentar programas, projetos e ações afirmativas que promovam a equidade no ambiente institucional. Sua construção é coletiva, conduzida pelo Comitê de Promoção da Igualdade Institucional e pelo Vida Plena, com o apoio de um Grupo de Trabalho (GT) Étnico-Racial. A proposta visa consolidar um ambiente de trabalho mais inclusivo, democrático e representativo.Mulheres nas Ciências – O projeto de extensão da UFMT tem como objetivo discutir a questão de gênero dentro e fora do ambiente universitário, combater o assédio e incentivar a participação feminina nas áreas científicas e tecnológicas. O projeto apresenta painéis com trajetórias de mulheres negras cientistas, promovendo o debate sobre gênero e raça no meio acadêmico e destacando a contribuição dessas mulheres para o desenvolvimento do conhecimento científico e tecnológico.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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