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Promotoria de Juína apoia caminhada contra a violência a mulheres

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A 2ª Promotoria de Justiça Criminal de Juína, do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), participa neste sábado (7) da caminhada de enfrentamento ao feminicídio e à violência contra a mulher, na Praça da Bíblia, em Juína.O evento é organizado pelo movimento Mulheres Vivas, e o promotor de Justiça Rodrigo da Silva reforça o chamado para o engajamento da sociedade na defesa da vida das mulheres.O promotor destaca que muitas mulheres enfrentam barreiras emocionais, sociais e econômicas para romper o ciclo de violência, o que evidencia a necessidade de atuação firme e contínua das instituições públicas.“O Ministério Público trabalha diariamente para responsabilizar agressores, garantir proteção efetiva às vítimas e fortalecer a rede de atendimento. Mas o combate à violência doméstica não é tarefa isolada. É uma responsabilidade coletiva. Somente com o envolvimento de toda a comunidade será possível promover mudanças culturais profundas e duradouras”, afirmou.Rodrigo da Silva reforça que a caminhada tem como objetivo ampliar a conscientização e demonstrar apoio às vítimas. “Queremos lembrar que nenhuma mulher está sozinha. A participação da população é fundamental para romper o silêncio, incentivar denúncias, fortalecer o enfrentamento à violência de gênero e mudar a cultura da violência contra a mulher”, completou.A mobilização ocorre na semana do Dia Internacional da Mulher, celebrado no próximo domingo (8). A concentração será às 7h30, na Praça da Bíblia, com percurso pelas avenidas Mato Grosso, dos Jambos, Gabriel Müller e 9 de Maio, retornando à praça central.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Ministério Público MT

Réu é condenado a 28 anos por homicídio e organização criminosa

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O Tribunal do Júri de Nova Mutum condenou Bruno Feitoza da Silva pelos crimes de homicídio duplamente qualificado e participação em organização criminosa, na última sexta-feira (11). A pena foi fixada em 28 anos, sete meses e 18 dias de reclusão, além do pagamento de 20 dias-multa, em regime inicial fechado. O réu não poderá recorrer da sentença em liberdade. Durante o julgamento, o Conselho de Sentença reconheceu a materialidade dos crimes, a autoria e as qualificadoras de motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima. De acordo com a denúncia do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), Bruno Feitoza da Silva integrava uma organização criminosa estruturada e com divisão de tarefas, voltada à obtenção de vantagens por meio da prática de delitos. Em janeiro de 2025, ele e outros envolvidos ainda não identificados participaram do homicídio de Laercio Aquino Pereira da Silva. O crime ocorreu em uma estrada de acesso à área de descarte de recicláveis do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) de Nova Mutum. A vítima foi executada com diversos disparos de arma de fogo. Conforme apurado durante as investigações, o homicídio teve como motivação a atuação da organização criminosa, circunstância que caracterizou o motivo torpe. Também ficou comprovado que o crime foi cometido mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima, levada a um local ermo e executada por agentes em superioridade numérica.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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