MATO GROSSO

Mulher com dois mandados de prisão é presa em Água Boa usando documento falso

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Uma mulher com dois mandados de prisão em aberto, foi presa pela Polícia Civil, na tarde de quinta-feira (05.12), no município de Água Boa (730 km a leste de Cuiabá).

A foragida de 36 anos também foi autuada em flagrante por uso de documento falso, depois de ser abordada em uma casa noturna e apresentar identidade falsa com nome de outra mulher.

Durante diligências investigativas, os policiais civis realizaram a abordagem de pessoas que se encontravam em um bar, no bairro Nova Era, em Água Boa.

Na ocasião, a procurada apresentou um documento de identidade (RG), porém ao realizar o reconhecimento facial foi constatado o verdadeiro nome dela e as duas ordens de prisão em seu desfavor.

A mulher estava com um mandado decretado pela Justiça da 3ª Vara Criminal Comarca de Várzea Grande, e outro pelo juízo da Comarca de Água Boa.

Diante dos fatos, a suspeita foi conduzida até a Delegacia de Polícia, onde além de presa por força dos mandados judiciais, foi autuada em flagrante pelo crime de uso de documento falso.

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Outra ação

Ainda na quinta-feira, (05.12), um homem procurado pelo crime de estupro de vulnerável foi preso pela Delegacia de Polícia de Água Boa.

O suspeito de 42 anos estava com o mandado de prisão preventiva expedido pela 2ª Vara Criminal de Água Boa, sendo também colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Novas leis reforçam rede de proteção às mulheres em Sapezal

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A Promotoria de Justiça de Sapezal (500 km de Cuiabá) comemorou a sanção de duas leis municipais voltadas à proteção, ao acolhimento e à promoção dos direitos das mulheres. As novas normas representam um importante avanço nas políticas públicas de enfrentamento à violência de gênero e reforçam o compromisso do município com a construção de uma rede de proteção cada vez mais efetiva.
Em comemoração ao Agosto Lilás e aos 20 (vinte) anos da Lei Maria da Penha, as leis foram sancionadas na sexta-feira (28) e são resultado da atuação conjunta da Rede Municipal de Proteção à Mulher, formada por instituições e profissionais que trabalham na promoção dos direitos femininos e no combate à violência contra as mulheres.
Uma das normas institui o Organismo de Políticas Públicas para Mulheres (OPM), estrutura que terá a missão de fortalecer a formulação, a coordenação e a execução de ações voltadas às mulheres de Sapezal. A iniciativa busca ampliar a integração entre os diversos órgãos públicos e garantir maior efetividade às políticas de promoção da igualdade de gênero, proteção e cidadania.
A segunda lei estabelece medidas de auxílio e proteção a mulheres em situação de risco ou vítimas de assédio em estabelecimentos comerciais do município. A proposta prevê mecanismos de acolhimento, respeito, empatia e apoio, contribuindo para que mulheres que enfrentem situações de violência ou constrangimento possam receber assistência de forma rápida e segura.
Para a Promotoria de Justiça, a aprovação do pacote legislativo representa um marco histórico para o município e demonstra o compromisso das instituições locais com a prevenção da violência e a defesa dos direitos das mulheres. As novas normas ampliam os instrumentos de proteção disponíveis e fortalecem a atuação integrada da rede de atendimento.
O fortalecimento dessas iniciativas é especialmente relevante diante do cenário estadual, onde Mato Grosso ocupa o primeiro lugar em feminicídios. Dados do Observatório Caliandra, do Ministério Público de Mato Grosso, apontam que até 30 de junho de 2025 foram registrados 28 feminicídios no estado, sendo que mais de 70% dos crimes ocorreram dentro das residências das vítimas.
Os levantamentos também mostram que, na maioria dos casos, os autores mantinham ou mantiveram relacionamento afetivo com as mulheres assassinadas, evidenciando que a violência doméstica continua sendo uma das principais ameaças à vida das mulheres mato-grossenses.
Diante dessa realidade, a criação e o fortalecimento de políticas públicas municipais voltadas à prevenção, acolhimento e proteção das vítimas tornam-se ferramentas fundamentais para enfrentar a violência de gênero e promover uma cultura de respeito e garantia dos direitos das mulheres.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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