MATO GROSSO

Núcleo de atendimento a vítimas de violência doméstica da Central de Flagrantes de VG passa por revitalização

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A Polícia Civil promoveu, nesta semana, a revitalização do Núcleo de Plantão Especializado de Atendimento à Mulher e Vulneráveis da Central de Flagrantes de Várzea Grande.

O projeto, desenvolvido pela Coordenadoria de Enfrentamento a Mulher e Vulneráveis, tem como finalidade o atendimento mais humanizado para as mulheres e crianças vítimas de crimes sexuais e de violência doméstica e familiar.

O espaço, que já existia na unidade, foi pintado, customizado e mobiliado para recepcionar as vítimas de maneira mais confortável e fazer com que elas se sintam à vontade e acolhidas, mesmo diante da situação difícil que estão enfrentando.

Para as crianças, foi montado um pequeno espaço com brinquedos e materiais de desenho, onde elas possam ficar enquanto as suas mães estiverem em atendimento.

“O espaço acolhedor busca promover um atendimento diferenciado, reafirmando o compromisso da Polícia Civil em trabalhar em conjunto pela segurança e dignidade das vítimas, dando suporte emocional e social às mulheres que buscam auxílio”, disse o delegado Regional de Várzea Grande, Eder Clay de Santana Leal.

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A coordenadora de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher e Vulneráveis, Mariell Antonini, destacou que a revitalização do espaço buscou melhorar a estrutura de acolhimento já existente para acolher as mulheres, vítimas de violência doméstica, e seus filhos.

“É um mecanismo para um atendimento mais humanizado, livre de revitimização e para que a vítima, que está sofrendo com violação de direitos, seja atendida em um espaço digno, em que possa buscar apoio, juntamente aos filhos menores de idade”, disse a coordenadora.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

 MP recomenda investigação no DAE após vídeo envolvendo presidente 

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Várzea Grande recomendou à Prefeitura de Várzea Grande a instauração de procedimento administrativo para apurar a conduta do diretor-presidente do Departamento de Água e Esgoto (DAE), Rogério de França Martins, após a divulgação de um vídeo em que ele aparece recebendo maços de dinheiro. O Ministério Público também orientou a análise da necessidade de afastamento do gestor durante as investigações.
A recomendação foi expedida no âmbito de um inquérito civil instaurado para verificar se os valores recebidos por Rogério Martins têm relação com o exercício do cargo, com recursos públicos ou com interesses de terceiros vinculados à autarquia. Segundo o Ministério Público, os fatos apurados podem configurar infrações administrativas, atos de improbidade administrativa e até crimes contra a administração pública, caso sejam confirmadas irregularidades.
De acordo com a investigação, o vídeo divulgado pela imprensa mostra o presidente do DAE sentado diante de uma mesa no momento em que recebe um maço de dinheiro, que posteriormente seria guardado no bolso da calça. Em outro trecho das imagens, uma sacola contendo valores em espécie é entregue ao gestor. O material audiovisual foi analisado pela Promotoria de Justiça responsável pelo caso.
O Ministério Público também considerou a divulgação de um áudio atribuído a Rogério Martins, no qual ele solicita apoio de membros e servidores da Câmara Municipal para justificar o episódio registrado nas imagens. A Promotoria cita ainda a existência de outra investigação relacionada a supostas irregularidades no DAE, envolvendo o pagamento de produtividade a servidores e possível desvio de recursos públicos.
Segundo a promotora de Justiça Taiana Castrillon Dionello, a medida busca assegurar a adequada apuração dos fatos e o cumprimento dos princípios que regem a administração pública.“A Administração Pública tem o dever de investigar toda situação que possa comprometer a legalidade, a moralidade e a confiança da população nas instituições. Nossa recomendação visa justamente garantir que os fatos sejam esclarecidos e que as providências cabíveis sejam adotadas.”, explicou.
Na notificação, o Ministério Público concedeu prazo de dez dias para que o município informe as medidas adotadas e encaminhe documentos que comprovem o atendimento da recomendação. Além disso, as informações apuradas foram compartilhadas com a Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), para conhecimento e eventual adoção das providências cabíveis.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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