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Operação Tolerância Zero para delitos de trânsito flagra motociclistas com documentação vencida e sem habilitação

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Andar com o licenciamento vencido e não ser habilitado para a condução do veículo são as infrações mais cometidas por motociclistas que foram identificadas durante a 1º Operação Tolerância Zero – Duas Rodas, realizada na sexta-feira (8.2), no Contorno Leste, em Cuiabá.

Conforme dados divulgados nesta segunda-feira (10.2) pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGI), além de remover 63 veículos, a operação registrou 129 Autos de Infração de Trânsito (AIT), sendo 48 por licenciamento vencido e 34 por não possuir habilitação.

Outras informações mais cometidas foram, sistema de iluminação alterados (8), ausência de itens de segurança obrigatórios – como retrovisor (6), calçados inadequados (6), e permitir que uma pessoa não habilitada conduza veículo automotor (5).

O secretário adjunto de Integração Operacional (Saiop), coronel PM Fernando Augustinho, destacou que a operação Tolerância Zero – Duas Rodas foi criada com a finalidade de coibir esses delitos de trânsito, que acabam colocando a vida dos motociclistas em risco, evitando acidentes e preservando a vida.

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“Muitos motociclistas trafegam com veículos totalmente fora dos padrões de segurança, pneu careca, sem retrovisor, com a manutenção deficitária, com freios danificados, o que acaba gerando insegurança no trânsito, colocando a própria vida a de terceiros em risco e tudo isso está sendo fiscalizado e com essas ações estamos zelando pela vida e segurança no trânsito”, destacou.

A coordenadora do GGI, tenente coronel PM Monalisa Furlan, lembrou que essa operação foi criada a partir da análise dos resultados da Operação Lei Seca, voltada para motociclistas, realizada no ano passado em Cuiabá e Várzea Grande.

“A secretaria constantemente faz estudos técnicos direcionados às mortes e delitos de trânsito para levantar indicadores que ajudem a nortear as ações de prevenção educação e fiscalização e trânsito, assim identificamos quais as frentes que precisamos atuar em relação a violência no trânsito para podermos atingir o foco principal”, pontuou.

Fonte: Governo MT – MT

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Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.

Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.

Modo de atuação

De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.

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No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.

Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.

Lavagem de dinheiro

As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.

Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.

O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.

“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.

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Operação Janus

O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.

Fonte: Governo MT – MT

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