MATO GROSSO

PM apreende 583 munições, três armas de fogo e prende homem por porte ilegal

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Policiais militares da 10º Companhia Independente do município de Aripuanã (1.001 km de Cuiabá), apreenderam, na manhã desta sexta-feira (28.11), três armas de fogo, 583 munições de calibres diversos e prenderam um homem por porte ilegal de arma de fogo.

Durante desdobramento da Operação Tolerância Zero, nas proximidades de uma região ilegal de garimpo conhecida como Ouro Preto, os policiais militares flagraram o condutor de uma caminhonete Ford, em atitude suspeita. O motorista saiu em alta velocidade, dando início a uma perseguição policial e sendo contido em seguida.

Em busca veicular, as equipes localizaram um carregador de pistola calibre 9 milímetros com sete munições. Sobre o armamento, o homem relatou que possui registro de Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC), no entanto não estava com a documentação comprobatória.

O suspeito ressaltou que a arma de fogo estava em sua residência, dentro de um cofre, junto de uma espingarda e outra pistola. Os policiais militares foram ao endereço do suspeito e encontraram várias outras munições de diferentes calibres.

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À PM, o conduzido contou que parte das munições são de um amigo e que os registros das armas estavam com o seu contador, no município de Alta Floresta d’Oeste, no Estado de Rondônia. O suspeito foi conduzido à delegacia junto do material apreendido para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

MP investiga suspeita de irregularidade no tratamento da água

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A 6ª Promotoria de Justiça Cível de Tutela Coletiva do Consumidor da Capital notificou a concessionária responsável pelo abastecimento de água em Acorizal, a Prefeitura Municipal e a agência reguladora para que adotem medidas e prestem esclarecimentos à população sobre a qualidade da água distribuída no município. A medida foi tomada após uma fiscalização conjunta que identificou a suposta utilização de cal destinada à construção civil no processo de tratamento da água fornecida aos moradores. Diante dos indícios encontrados e dos possíveis riscos à saúde pública, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) instaurou procedimento para apurar a regularidade dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário na cidade. A investigação foi motivada por denúncias encaminhadas aos canais de atendimento do Ministério Público, relatando possíveis irregularidades nos sistemas de tratamento de água e esgoto do município. A promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos solicitou a realização de uma fiscalização conjunta com a Vigilância Sanitária Estadual, a Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e o Procon-MT. Durante a inspeção, realizada no dia 18 de agosto, as equipes encontraram sacos de cal utilizados na construção civil dentro da Estação de Tratamento de Água (ETA). Segundo o relatório da fiscalização, o material estaria sendo empregado no processo de tratamento da água distribuída à população.
De acordo com a promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos, a recomendação tem como objetivo assegurar transparência e garantir que os moradores recebam informações claras sobre a qualidade da água consumida e as providências adotadas pelos responsáveis pelo serviço.
“É fundamental que a população tenha acesso a informações sobre a qualidade da água consumida e sobre as providências adotadas para garantir a segurança do abastecimento. A prioridade é proteger a saúde dos moradores e assegurar a regularidade do serviço”, destacou a promotora.
Na recomendação expedida pelo MPMT, os órgãos e entidades notificados devem informar à população as condições atuais do abastecimento, as medidas adotadas para garantir a potabilidade da água e as ações de monitoramento. Também foi solicitada a divulgação periódica dos resultados das análises e das providências implementadas para assegurar a qualidade da água distribuída no município. Além disso, foi estabelecido o prazo de cinco dias para que os notificados apresentem ao MP informações sobre medidas adotadas.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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