MATO GROSSO

PM apreende adolescente com placa falsa em moto após ser flagrado pelo Vigia Mais MT

Publicado em

Com o auxílio das câmeras do Vigia Mais MT, a Polícia Militar apreendeu um adolescente de 16 anos em flagrante, que pilotava uma motocicleta Honda Pop 100 com placa falsa, nesta terça-feira (28.10), no bairro Tijucal, em Cuiabá.

A placa “BRA49CC” é vendida em lojas virtuais e costuma ser utilizada por motociclistas que desejam cometer infrações de trânsito sem serem identificados.

A abordagem ao menor foi realizada após operadores do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) identificarem, pelas câmeras de videomonitoramento do Vigia Mais MT, que a moto circulava com placa irregular.

Com base nas informações, uma equipe do 9º Batalhão da PM localizou o adolescente na Avenida Doutor Meireles e confirmou que a placa era falsa. No entanto, o veículo não apresentava registro de roubo ou furto.

O condutor confessou que teria trocado a placa original da moto pela falsa. Ele foi encaminhado para a Central de Flagrantes para as providências cabíveis.

Primeiro caso

Leia Também:  Polícia Civil prende homem por agredir companheira após pedido de separação

Ainda neste mês, as câmeras do Vigia Mais MT levaram à prisão de um homem de 52 anos, que circulava com uma motocicleta com placa falsa adquirida pela internet. A prisão foi realizada pela Guarda Municipal de Várzea Grande, nas proximidades do Aeroporto Internacional Marechal Rondon.

O suspeito conduzia uma moto preta com placa “SHI49CC”, que indicaria se tratar de uma “cinquentinha”, veículo com até 50 cilindradas. No entanto, a equipe constatou que a motocicleta, fabricada em 2023, possui 160 cc e nunca havia sido emplacada oficialmente.

Ao ser detido, o homem confessou que utilizava a placa irregular para furar semáforos e trafegar acima da velocidade permitida, alegando que assim “ganhava tempo e agilidade”.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

MATO GROSSO

Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro

Published

on

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.

Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.

Modo de atuação

De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.

Leia Também:  Seduc lança pós-graduação para capacitar profissionais no atendimento a alunos com TEA

No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.

Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.

Lavagem de dinheiro

As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.

Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.

O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.

“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.

Leia Também:  Cerca de 10 mil espectadores passam pelo Skate Park durante campeonato nacional

Operação Janus

O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA