MATO GROSSO

Polícia Civil cumpre prisão de autor de homicídio ocorrido em Diamantino em 23 de dezembro

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A Polícia Civil cumpriu, na noite deste domingo (29.10), o mandado de prisão temporária contra um policial militar, apontado como o principal suspeito do homicídio ocorrido no dia 23 de dezembro em Diamantino.

A vítima Felipe Antônio de Almeida, de 38 anos, havia acabado de sair de casa para trabalhar, quando foi surpreendida por disparos de arma de fogo efetuados pelo suspeito, que fugiu do local logo em seguida.

Após o crime, o suspeito registrou boletim de ocorrência de perda de sua arma de fogo institucional com a intenção de evitar comparação balística da arma com as cápsulas de munição encontradas no local do crime.

Segundo o delegado responsável pelas investigações, Marcos Bruzzi, o crime teve como motivação um relacionamento extraconjugal que o suspeito mantinha com a esposa da vítima.

As investigações apontaram que o suspeito queria que a esposa da vítima terminasse o relacionamento para que ficassem juntos, e se enfureceu quando soube que o casal pretendia se mudar para cidade de Nova Mutum.

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“O suspeito falava em matar a vítima e já havia a perseguido para conhecer sua rotina. Testemunhas relataram que após o crime, o suspeito confessou e disse que teria agido por impulso”, disse o delegado.

Com base nos elementos apurados, foi representado pelo mandado de prisão temporária do suspeito, que foi deferido pela Justiça. O suspeito, de 33 anos, foi localizado na casa de um familiar onde teve a ordem de prisão cumprida.

As investigações seguem em andamento para apurar outras circunstâncias relacionadas ao crime.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

MP recomenda suspensão de novos pacientes em clínica de reabilitação

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Chapada dos Guimarães (a 65 quilômetros de Cuiabá) recomendou a suspensão imediata da admissão de novos pacientes no Centro de Tratamento Vida Serena Premier após identificar indícios de irregularidades no funcionamento da unidade. A medida foi adotada no âmbito de um inquérito civil instaurado para apurar supostas irregularidades na clínica, que atende pessoas com transtornos mentais e dependência química. As investigações começaram após denúncia encaminhada à Ouvidoria do Ministério Público de Mato Grosso. A apuração integra ações do projeto Escuta Pró-Ativa, coordenado pela ouvidora-geral do MPMT, procuradora de Justiça Eliana Cícero de Sá Maranhão Ayres Campos, que realiza visitas técnicas para verificar as condições de atendimento em unidades de acolhimento e tratamento. Neste ano, o projeto já promoveu fiscalizações em penitenciárias de Cuiabá e Várzea Grande, além de comunidades terapêuticas e clínicas localizadas em Várzea Grande e Chapada dos Guimarães. Durante as inspeções, relatórios técnicos apontaram possíveis inconsistências entre o licenciamento da unidade e as atividades efetivamente desenvolvidas no local. Em inspeção realizada na instituição, foram identificados cerca de 43 pacientes acolhidos. Também foram constatadas possíveis inadequações estruturais e indícios da realização de procedimentos típicos de unidades médico-hospitalares. De acordo com a promotoria, a fiscalização realizada pelo Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) constatou que a unidade realiza internações voluntárias, involuntárias e compulsórias. O relatório também apontou incompatibilidades entre os serviços prestados e o licenciamento sanitário então vigente, além de outras inconformidades administrativas e técnicas. O Ministério Público também constatou, durante a inspeção, a ausência de licença sanitária válida para o funcionamento da clínica. Conforme o procedimento, o alvará anteriormente apresentado perdeu a vigência e, até o momento, não houve comprovação da obtenção de uma nova autorização. Para o promotor de Justiça Leandro Volochko, a medida tem caráter preventivo e busca garantir a proteção dos pacientes. “Nosso objetivo é resguardar a saúde e a segurança das pessoas acolhidas enquanto os órgãos competentes analisam a regularidade do funcionamento da unidade e das atividades desenvolvidas no local”, destacou. Além da recomendação para suspender novas internações, a Promotoria requisitou informações sobre os pacientes atualmente acolhidos e determinou o envio de ofícios à Vigilância Sanitária e ao CRM-MT para a realização de novas fiscalizações.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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