MATO GROSSO

Polícia Civil e PRF apreendem carga de 149 tabletes de maconha e pasta base e cocaína em caminhão boiadeiro

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Uma grande carga de entorpecentes com 149 tabletes de maconha e pasta base de cloridrato de cocaína foi apreendida, no final da tarde de quinta-feira (03.10), em ação conjunta da Polícia Civil, por meio da Delegacia Especial de Fronteira (Defron), e a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

A carga estava escondida em um caminhão boiadeiro abordado na BR-364 pelas equipes policiais. Além da droga, também foi encontrado duas carabinas 7.62 e 239 munições calibre .22, no caminhão.

O motorista, de 35 anos, que fazia o transporte da carga e das armas, foi autuado em flagrante por tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo e munições.

Após recebimento de denúncia, os policiais da Defron realizavam o acompanhamento do veículo desde a região de fronteira. Por meio de troca de informações com a Polícia Rodoviária Federal, foi possível realizar a abordagem do caminhão, na BR 364, já no município de Acorizal.

Em vistoria na estrutura externa da carroceria, foi constatado que havia um fundo falso, onde foram localizados 72 tabletes de maconha, 30 tabletes de pasta base, 47 tabletes de cloridrato de cocaína, além das armas de fogo e munições.

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Segundo a delegada da Defron, Bruna Caroline de Laet, a droga saiu de Porto Esperidião e teria como destino a cidade de Várzea Grande. “Foi uma apreensão importante que, com certeza, representa um grande prejuízo para o tráfico de drogas”, disse a delegada.

As investigações seguem em andamento para identificar outros envolvidos no crime.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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