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Polícia Civil esclarece homicídio em Alto Garças e procura por autor que segue foragido

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Um homicídio ocorrido no domingo (1º.2) em Alto Garças já foi esclarecido pela Polícia Civil com a identificação do autor do crime e representação pela sua prisão preventiva. O suspeito, de 24 anos, teve o mandado de prisão decretado e é procurado pela Polícia.

O corpo da vítima, Eduardo Pereira Bispo, foi localizado nas proximidades do cemitério municipal em uma área rural da cidade, apresentando sinais de morte violenta. Familiares estiveram no local, reconhecendo o corpo e informando o desaparecimento do veículo da vítima, um VW gol.

Assim que foi acionada dos fatos, a equipe de investigadores iniciou diligências para identificação do autor do crime. Por meio da análise de imagens de um posto de combustíveis da cidade, foi constatado que a vítima esteve no local na noite do crime conduzindo seu veículo, acompanhada de outra pessoa do sexo masculino.

As imagens mostram a vítima adquirindo bebidas e gelo na loja de conveniência, produtos compatíveis com embalagens encontradas na cena do crime. Posteriormente, vítima e suspeito deixam o local no veículo em direção à região onde o corpo foi localizado. Com base nas imagens analisadas e oitivas de testemunhas foi possível chegar a identificação da autoria.

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A equipe policial deslocou-se até a residência do suspeito que não foi encontrado no local. No quarto do investigado, os policiais encontraram uma calça jeans, um lençol e uma faca com vestígios de sangue, além de outros objetos semelhantes aos encontrados na cena do crime, como maço de cigarros e bitucas da mesma marca.

O local foi devidamente isolado e a Politec acionada para os exames periciais, que confirmaram a presença de sangue humano nas vestimentas e objetos apreendidos.

Diante dos elementos colhidos, a delegada de Alto Garças, Michele Castro, representou pela prisão preventiva do investigado, que rapidamente foi expedida pelo Poder Judiciário.

As diligências seguem em andamento para a localização e prisão do autor e denúncias podem ser passadas de forma anônima pelos números 197 e pelo telefone funcional da Delegacia de Alto Garças: (66) 98173-0135.

Fonte: Governo MT – MT

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Corpo de Bombeiros combate três incêndios florestais nesta segunda-feira (12)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, nesta segunda-feira (12.10), três incêndios florestais registrados nos municípios de Rosário Oeste, Santo Antônio de Leverger e Barão de Melgaço.

Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.

As operações contam, conforme a necessidade de cada ocorrência, com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. A atuação integrada das forças amplia a capacidade de resposta e fortalece o combate aos incêndios florestais em Mato Grosso.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 59 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Desse total, 39 focos foram registrados na Amazônia, 18 focos no Cerrado, e dois focos no Pantanal. Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde).

Em Terras Indígenas, foram identificados seis focos de calor, sendo quatro focos na Terra Indígena Parque do Xingu, em Querência, e dois focos na Terra Indígena Parabubure, em Campinápolis.

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É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.

Fiscalização – Operação Infravermelho

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Juara, Lambari d’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Nazaré, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, União do Sul e Vila Rica.

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Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).

Fonte: Governo MT – MT

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