MATO GROSSO

Polícia Civil incinera mais de 1 tonelada de supermaconha em Alto Araguaia

Publicado em

A Polícia Civil de Mato Grosso realizou, nesta terça-feira (31.3), em Alto Araguaia, a incineração de mais de uma tonelada de maconha do tipo Skunk, conhecida como “supermaconha”. Ao todo, foram destruídos 1.090,424 kg de entorpecente, distribuídos em mil tabletes, evidenciando a expressiva quantidade de droga retirada de circulação.

O material ilícito havia sido apreendido no dia 28 de março de 2026, no Posto Fiscal da Secretaria de Fazenda, em Alto Araguaia, durante ação integrada da Polícia Rodoviária Federal e da Polícia Militar de Mato Grosso.

Após a abordagem a um caminhão que trafegava pela região, a droga, que era proveniente de Cuiabá com destino ao estado do Paraná, foi encontrada escondida em caixas de madeira lacradas na carroceria do veículo, em uma tentativa de dificultar a fiscalização.

A incineração, coordenada pela Delegacia de Alto Araguaia, ocorreu em uma empresa privada do município, logo após a realização de perícia técnica pela Politec, em conformidade com a legislação vigente, especialmente com a Lei de Drogas. O procedimento foi acompanhado pelo Ministério Público e pela Vigilância Sanitária, garantindo a destinação final adequada e segura do entorpecente.

Leia Também:  Cadastur registra crescimento de 208% em MT e reforça profissionalização do turismo no Estado

O delegado titular de Alto Araguaia, Marcos Paulo Batista de Oliveira, ressaltou que a significativa quantidade de entorpecente incinerada reforça o trabalho contínuo das forças de segurança na desarticulação de organizações criminosas.

“Ações dessa natureza são fundamentais para enfraquecer grupos criminosos e garantir maior segurança à população. A Polícia Civil seguirá atuando de forma firme e estratégica, intensificando ações repressivas e preventivas no enfrentamento ao tráfico de drogas e demais atividades ilícitas, reafirmando seu compromisso com a proteção da sociedade”, afirmou o delegado.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

Ministério Público MT

Réu é condenado a 40 anos de reclusão por feminicídio

Published

on

O Tribunal do Júri de Ribeirão Cascalheira (a 900 km de Cuiabá) condenou, na sexta-feira (2), A.A.F.G. a 40 anos e 10 meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo feminicídio de L.S.S. A acusação foi sustentada em plenário pelo promotor de Justiça Bruno Barros Pereira. O julgamento ocorreu com aplicação da Lei nº 14.994/2024, que elevou as penas para o crime de feminicídio.O Conselho de Sentença reconheceu a autoria e a materialidade do crime, bem como a qualificadora do recurso que dificultou a defesa da vítima. Também foram aplicadas as causas de aumento relacionadas ao emprego de arma de fogo de uso restrito e ao meio cruel utilizado na execução. Na sentença, o juízo negou ao réu o direito de recorrer em liberdade, manteve a prisão e determinou o início imediato do cumprimento da pena.Para o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, a condenação representa uma resposta firme do Sistema de Justiça a um crime marcado pela violência e pela discriminação de gênero. “Foi um caso emblemático para a região e uma resposta importante para a sociedade diante da gravidade dos fatos”, destacou.Conforme a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o feminicídio foi motivado pelo inconformismo do acusado com o fim do relacionamento extraconjugal mantido com a vítima. Durante o julgamento, o Ministério Público sustentou que o crime ocorreu em um contexto de menosprezo à condição de mulher, permeado por humilhação e sentimento de posse.As investigações apontaram que o réu decidiu matar a vítima horas antes do crime e se dirigiu armado até o local onde ela estava. Antes dos disparos, submeteu a mulher a uma situação degradante. Segundo a acusação, a vítima foi puxada pelos cabelos, obrigada a se ajoelhar e, em seguida, atingida por dois tiros no rosto.Bruno Barros Pereira ressaltou que as provas apresentadas em plenário demonstraram a violência extrema empregada na execução do crime e o desprezo do condenado pela condição feminina. “Os elementos levados ao julgamento evidenciaram a motivação de gênero e a crueldade da conduta, circunstâncias que foram reconhecidas pelos jurados e refletidas na pena aplicada”, afirmou.Processo 1000481-46.2025.8.11.0079.

Leia Também:  MT lidera 70% do mercado brasileiro em etanol de milho: "Potencial para crescer ainda mais", afirma governador

Fonte: Ministério Público MT – MT

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA