O furto qualificado de 20 caixas de carnes, avaliadas em mais de R$ 14 mil, ocorrido no último sábado (28.12), durante o descarregamento em um supermercado em Várzea Grande, foi rapidamente esclarecido pela Polícia Civil, no domingo (29), em ação realizada pelos policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos do município (Derf-VG).
A ação resultou na prisão de quatro pessoas, entre elas um funcionário responsável pela entrega da mercadoria e o seu tio, envolvidos no furto, além de dois empresários apontados como receptadores da carga furtada.
As investigações iniciaram após a equipe da Derf-VG receber informações sobre o furto da carga de carnes, no momento em que era feito o descarregamento dos produtos em um supermercado na região do Capão Grande em Várzea Grande.
Por meio de imagens de câmeras de segurança, foi possível identificar o veículo utilizado no crime, sendo posteriormente possível chegar ao endereço do suspeito.
Questionado, o suspeito inicialmente negou o envolvimento no crime, porém posteriormente confessou que buscou as caixas de carne, após orientação do seu sobrinho, que trabalhava como entregador da mercadoria.
Com base nas informações passadas, os policiais seguiram para residência do funcionário, que confessou o crime e revelou que a carga já havia sido passada para os receptadores, entre eles o proprietário de um açougue no bairro capão Grande, e o proprietário de uma espetaria, no bairro 24 de dezembro.
Em continuidade às diligências, foi possível localizar os dois receptadores e recuperar a mercadoria furtada.
Os quatro suspeitos foram conduzidos à Derf-VG, onde após serem interrogados pelo delegado Sérgio Luís, foram autuados em flagrante pelos respectivos crimes.
A Escola Estadual Indígena Tapurá Irantxe, localizada no município de Brasnorte, tem promovido a integração entre educação, esporte e valorização cultural por meio do Projeto Tamukan. A iniciativa utiliza o jiu-jitsu como ferramenta de formação para estudantes, profissionais da educação e membros da comunidade do povo Manoki.
Desenvolvido no ambiente escolar, o projeto busca incentivar hábitos saudáveis, fortalecer a saúde física e mental, promover a defesa pessoal e contribuir para a prevenção da violência. A iniciativa também reforça a valorização da identidade cultural indígena, ampliando as oportunidades de desenvolvimento para crianças e jovens da comunidade.
Reconhecida como a primeira equipe indígena de jiu-jitsu de Mato Grosso, o Projeto Tamukan tem se consolidado como um espaço de aprendizagem, disciplina e fortalecimento do protagonismo juvenil. As atividades são realizadas sob orientação técnica do professor Felipe Tamuxi e contam com o apoio da gestão escolar.
De acordo com o diretor da unidade, Edivaldo Mampuche, o projeto nasceu da necessidade de oferecer aos jovens uma oportunidade de crescimento na própria comunidade. Ele destaca que, desde o início, a escola busca unir esporte, educação e cultura, fortalecendo valores como disciplina, responsabilidade e respeito, sem perder a conexão com as tradições do povo Manoki.
“Nosso objetivo, ao implantar o projeto, foi oferecer aos estudantes uma oportunidade de prática esportiva na comunidade, evitando deslocamentos e garantindo mais segurança para eles. Ao mesmo tempo, buscamos construir uma iniciativa que fortalecesse a disciplina, o compromisso com os estudos e a participação dos jovens nas atividades culturais e comunitárias”, disse.
Ainda segundo ele, “o jiu-jitsu tem se mostrado uma importante ferramenta de formação, contribuindo para o fortalecimento da identidade do povo Manoki e para o desenvolvimento dos estudantes”, completou o diretor.
Os resultados obtidos pelos atletas em competições esportivas refletem o trabalho desenvolvido ao longo do ano. Na etapa Norte do Campeonato Mato-grossense de Jiu-jitsu 2026, realizada na última semana, entre os dias 30 e 31 de maio, em Sorriso, a equipe conquistou sete medalhas: uma de ouro, uma de prata e cinco de bronze.
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