MATO GROSSO

Polícia Civil prende homem que estuprou e deixou vítima nua e desacordada em canteiro em Confresa

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Uma grave ocorrência de estupro, em que a vítima foi encontrada sem roupas e inconsciente ao lado do muro da Escola Central, em Confresa, foi rapidamente esclarecido pela Polícia Civil neste sábado (01.2), com a prisão em flagrante do autor, poucas horas após o crime.

O suspeito, de 28 anos, que já responde por crime de roubo em Tocantins, foi identificado e preso em flagrante por estupro.

As investigações iniciaram por volta das 05h20, quando a equipe da Polícia Civil foi acionada para verificar uma situação de uma mulher encontrada desacordada e sem roupas, no canteiro ao lado do muro da Escola Central.

O Samu esteve no local e encaminhou a vítima para o hospital, onde foram identificadas as lesões de que ela havia sido estuprada.

Durante as investigações, uma tia da vítima relatou que tentou contato com a sobrinha por volta das 3 horas da madrugada, ocasião em que o suspeito atendeu o telefone e disse que a vítima havia morrido em um acidente e que ele estava com o celular dela e não iria devolver.

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Agindo rapidamente, os policiais realizaram diversas diligências, conseguindo identificar o suspeito, que foi preso em flagrante, poucas horas após o crime.

Na casa dele foram encontradas documentações que mostraram que o suspeito já responde a um processo criminal por roubo em Tocantins.

Diante dos fatos, o suspeito foi conduzido à Delegacia de Confresa, onde, após ser interrogado pelo delegado Mauro Apoitia, foi autuado em flagrante por estupro, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Projeto de ressocialização é concluído em Nova Xavantina

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), por meio do Centro de Apoio Operacional (CAO) da Execução Penal, participou do encerramento da terceira edição do projeto “Reconstruindo Sonhos”, realizada na Cadeia Pública Feminina de Nova Xavantina. Além das duas fases do projeto, que são os encontros temáticos e qualificação profissional, essa turma foi beneficiada com o subprojeto “Pintando Sonhos”. A iniciativa foi fomentada pelo promotor de Justiça Fábio Rogério de Souza Sant’Anna Pinheiro. O “Pintando Sonhos” ofereceu oficinas de pintura em tela para mulheres privadas de liberdade, utilizando a arte como ferramenta de qualificação, desenvolvimento pessoal e fortalecimento das perspectivas de reinserção social. Durante as atividades, as participantes desenvolveram habilidades técnicas e produziram obras inspiradas em temas como força, fé, natureza e esperança. Além da capacitação artística, a iniciativa buscou garantir a continuidade das ações dentro da unidade prisional. Para isso, duas participantes foram formadas como multiplicadoras e ficarão responsáveis por conduzir novas oficinas, permitindo que o projeto permaneça ativo mesmo após o encerramento do ciclo formal. A conclusão desta edição representa um marco para o Programa Semear (Sistema Estadual de Métodos para Execução Penal e Adaptação Social do Recuperando). Entre as diversas iniciativas desenvolvidas nas unidades prisionais de Mato Grosso, o “Pintando Sonhos” foi o primeiro a completar todas as fases do processo, desde o planejamento e execução até a avaliação dos resultados, tornando-se referência para os demais projetos em andamento. O MPMT foi representado no encerramento pela assistente ministerial e psicóloga Amanda F. Amorim, do CAO da Execução Penal. A participação teve como objetivo assegurar a coleta e sistematização dos dados de execução do projeto, informações que integram o sistema de monitoramento do Programa Semear e subsidiam a avaliação de resultados e a formulação de políticas públicas voltadas à ressocialização. “Por se tratar do primeiro projeto concluído dentro do Programa Semear, nossa presença no encerramento teve o papel de assegurar que os dados desta edição fossem devidamente coletados e sistematizados. É esse acompanhamento que permite ao Semear medir o impacto real dos projetos e demonstrar, com evidências, que a ressocialização é possível. Além disso, poder acompanhar de perto a evolução das participantes, que nunca haviam tido contato com a pintura em tela, reforça a convicção de que estamos no caminho certo”, destacou Amanda F. Amorim.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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