MATO GROSSO

Polícia Civil prende suspeitos por tráfico de drogas durante cumprimento de buscas em Campinápolis

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Campinápolis, deflagrou, na quarta-feira (29.1), a Operação Caminho Seguro para cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão referentes à investigação de um homicídio ocorrido na cidade nos primeiros dias do ano.

As ordens judiciais foram decretadas pela Vara Única de Campinápolis, com base em investigações da Polícia Civil, e resultaram na apreensão de drogas, dinheiro, veículo e diversos apetrechos relacionados ao tráfico.

A ação integra os trabalhos do programa Tolerância Zero, do Governo de Mato Grosso, que resultou em um prejuízo aproximado de R$ 100 mil para as facções criminosas.

Durante cumprimento dos mandados de busca e apreensão, foram apreendidas diversas porções de entorpecentes, entre maconha, skunk, pasta base e cocaína, além de balança de precisão, material para embalo da droga, R$ 2.571,10 em dinheiro e uma motocicleta, em duas das residências.

Duas pessoas, um homem e uma mulher, flagrados em posse do material ilícito, foram encaminhados à Delegacia de Campinápolis e, após serem interrogados, foram autuados em flagrante pelo crime de tráfico de drogas.

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O cumprimento dos mandados contou com a participação das equipes das delegacias de Nova Xavantina e Ribeirão Cascalheira.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

MP recomenda suspensão de novos pacientes em clínica de reabilitação

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Chapada dos Guimarães (a 65 quilômetros de Cuiabá) recomendou a suspensão imediata da admissão de novos pacientes no Centro de Tratamento Vida Serena Premier após identificar indícios de irregularidades no funcionamento da unidade. A medida foi adotada no âmbito de um inquérito civil instaurado para apurar supostas irregularidades na clínica, que atende pessoas com transtornos mentais e dependência química. As investigações começaram após denúncia encaminhada à Ouvidoria do Ministério Público de Mato Grosso. A apuração integra ações do projeto Escuta Pró-Ativa, coordenado pela ouvidora-geral do MPMT, procuradora de Justiça Eliana Cícero de Sá Maranhão Ayres Campos, que realiza visitas técnicas para verificar as condições de atendimento em unidades de acolhimento e tratamento. Neste ano, o projeto já promoveu fiscalizações em penitenciárias de Cuiabá e Várzea Grande, além de comunidades terapêuticas e clínicas localizadas em Várzea Grande e Chapada dos Guimarães. Durante as inspeções, relatórios técnicos apontaram possíveis inconsistências entre o licenciamento da unidade e as atividades efetivamente desenvolvidas no local. Em inspeção realizada na instituição, foram identificados cerca de 43 pacientes acolhidos. Também foram constatadas possíveis inadequações estruturais e indícios da realização de procedimentos típicos de unidades médico-hospitalares. De acordo com a promotoria, a fiscalização realizada pelo Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) constatou que a unidade realiza internações voluntárias, involuntárias e compulsórias. O relatório também apontou incompatibilidades entre os serviços prestados e o licenciamento sanitário então vigente, além de outras inconformidades administrativas e técnicas. O Ministério Público também constatou, durante a inspeção, a ausência de licença sanitária válida para o funcionamento da clínica. Conforme o procedimento, o alvará anteriormente apresentado perdeu a vigência e, até o momento, não houve comprovação da obtenção de uma nova autorização. Para o promotor de Justiça Leandro Volochko, a medida tem caráter preventivo e busca garantir a proteção dos pacientes. “Nosso objetivo é resguardar a saúde e a segurança das pessoas acolhidas enquanto os órgãos competentes analisam a regularidade do funcionamento da unidade e das atividades desenvolvidas no local”, destacou. Além da recomendação para suspender novas internações, a Promotoria requisitou informações sobre os pacientes atualmente acolhidos e determinou o envio de ofícios à Vigilância Sanitária e ao CRM-MT para a realização de novas fiscalizações.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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