MATO GROSSO

Polícia Civil prende três integrantes de facção criminosa em Nobres

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A Polícia Civil prendeu, nessa quinta-feira (4.12), três homens suspeitos de integrar uma facção criminosa, atuante em Nobres. A prisão foi em decorrência de duas investigações realizada pela Delegacia de Nobres.

A primeira apurava a denúncia de que uma residência, situada no bairro Jardim Petrópolis, estaria servindo como ponto de comércio de entorpecente.

Após diligências investigativas, os policiais identificaram o local, constatando, em determinado momento, a ocorrência de tráfico de drogas. Feita a abordagem ao local, foi foram localizadas substâncias análoga a entorpecentes, bem como uma arma de fogo, munições e machadinha.

“Possivelmente as armas compunham o arsenal da facção para utilização em torturas e execuções ordenadas pelo grupo criminoso”, disse o delegado responsável condução das investigações, Marcus Vinícius.

Na ocasião, o morador da residência foi preso em flagrante e autuado por integrar organização criminosa e posse de arma de fogo.

A segunda ação policial, decorreu de investigações, também envolvendo a mesma facção criminosa. Por meio dessa ação, os policiais conseguiram impedir a aplicação de uma tortura que seria praticada pela facção (prática conhecida como “salve”).

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Segundo essa investigação, uma vítima teria sido sequestrada e estava em poder de dois integrantes de facção criminosa para aplicação deste “salve”.

Os policiais prenderam uma mulher e um homem, que é investigado por um homicídio ocorrido em agosto, na região.

Os suspeitos foram conduzidos até a delegacia e enquadrados em sequestro e cárcere privado.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

 MP recomenda investigação no DAE após vídeo envolvendo presidente 

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Várzea Grande recomendou à Prefeitura de Várzea Grande a instauração de procedimento administrativo para apurar a conduta do diretor-presidente do Departamento de Água e Esgoto (DAE), Rogério de França Martins, após a divulgação de um vídeo em que ele aparece recebendo maços de dinheiro. O Ministério Público também orientou a análise da necessidade de afastamento do gestor durante as investigações.
A recomendação foi expedida no âmbito de um inquérito civil instaurado para verificar se os valores recebidos por Rogério Martins têm relação com o exercício do cargo, com recursos públicos ou com interesses de terceiros vinculados à autarquia. Segundo o Ministério Público, os fatos apurados podem configurar infrações administrativas, atos de improbidade administrativa e até crimes contra a administração pública, caso sejam confirmadas irregularidades.
De acordo com a investigação, o vídeo divulgado pela imprensa mostra o presidente do DAE sentado diante de uma mesa no momento em que recebe um maço de dinheiro, que posteriormente seria guardado no bolso da calça. Em outro trecho das imagens, uma sacola contendo valores em espécie é entregue ao gestor. O material audiovisual foi analisado pela Promotoria de Justiça responsável pelo caso.
O Ministério Público também considerou a divulgação de um áudio atribuído a Rogério Martins, no qual ele solicita apoio de membros e servidores da Câmara Municipal para justificar o episódio registrado nas imagens. A Promotoria cita ainda a existência de outra investigação relacionada a supostas irregularidades no DAE, envolvendo o pagamento de produtividade a servidores e possível desvio de recursos públicos.
Segundo a promotora de Justiça Taiana Castrillon Dionello, a medida busca assegurar a adequada apuração dos fatos e o cumprimento dos princípios que regem a administração pública.“A Administração Pública tem o dever de investigar toda situação que possa comprometer a legalidade, a moralidade e a confiança da população nas instituições. Nossa recomendação visa justamente garantir que os fatos sejam esclarecidos e que as providências cabíveis sejam adotadas.”, explicou.
Na notificação, o Ministério Público concedeu prazo de dez dias para que o município informe as medidas adotadas e encaminhe documentos que comprovem o atendimento da recomendação. Além disso, as informações apuradas foram compartilhadas com a Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), para conhecimento e eventual adoção das providências cabíveis.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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