MATO GROSSO

Polícia Militar apreende menor integrante de facção com drogas e arma de brinquedo em Cáceres

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Equipes do 6º Batalhão e da Força Tática do 6º Comando Regional apreenderam um adolescente, de 17 anos, membro de uma facção criminosa, por tráfico de drogas, na noite deste domingo (23.2), em Cáceres. Com o menor, a PM apreendeu porções grandes de maconha, uma arma de brinquedo e 16 explosivos de artifício.

Por volta de 22h, a PM recebeu denúncias sobre possíveis disparos de arma de fogo que estariam ocorrendo no interior de uma residência, no bairro Jardim das Oliveiras. Segundo os denunciantes, no local estava um homem com uma arma de fogo em mãos.

Os policiais se deslocaram ao endereço informado e encontraram o suspeito na frente de uma casa. Ele fugiu para o interior do imóvel, ao notar a aproximação das viaturas militares, carregando um objeto semelhante a arma de fogo e foi acompanhado pelos policiais e detido, no quintal da casa.

Com o suspeito, a PM identificou que o objeto seria uma réplica de brinquedo de arma de fogo. Com ele, os policiais também encontraram 16 explosivos de artifício e uma porção pequena de substância análoga à maconha.

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Questionado sobre a droga, o menor afirmou que o material era de sua propriedade e que teria mais entorpecentes guardados dentro da casa. Os policiais fizeram buscas e encontraram mais duas porções grandes e duas porções pequenas de maconha.

Diante da situação, ele recebeu voz de prisão e foi conduzido para a delegacia de Cáceres para registro da ocorrência e demais providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

 MP recomenda investigação no DAE após vídeo envolvendo presidente 

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Várzea Grande recomendou à Prefeitura de Várzea Grande a instauração de procedimento administrativo para apurar a conduta do diretor-presidente do Departamento de Água e Esgoto (DAE), Rogério de França Martins, após a divulgação de um vídeo em que ele aparece recebendo maços de dinheiro. O Ministério Público também orientou a análise da necessidade de afastamento do gestor durante as investigações.
A recomendação foi expedida no âmbito de um inquérito civil instaurado para verificar se os valores recebidos por Rogério Martins têm relação com o exercício do cargo, com recursos públicos ou com interesses de terceiros vinculados à autarquia. Segundo o Ministério Público, os fatos apurados podem configurar infrações administrativas, atos de improbidade administrativa e até crimes contra a administração pública, caso sejam confirmadas irregularidades.
De acordo com a investigação, o vídeo divulgado pela imprensa mostra o presidente do DAE sentado diante de uma mesa no momento em que recebe um maço de dinheiro, que posteriormente seria guardado no bolso da calça. Em outro trecho das imagens, uma sacola contendo valores em espécie é entregue ao gestor. O material audiovisual foi analisado pela Promotoria de Justiça responsável pelo caso.
O Ministério Público também considerou a divulgação de um áudio atribuído a Rogério Martins, no qual ele solicita apoio de membros e servidores da Câmara Municipal para justificar o episódio registrado nas imagens. A Promotoria cita ainda a existência de outra investigação relacionada a supostas irregularidades no DAE, envolvendo o pagamento de produtividade a servidores e possível desvio de recursos públicos.
Segundo a promotora de Justiça Taiana Castrillon Dionello, a medida busca assegurar a adequada apuração dos fatos e o cumprimento dos princípios que regem a administração pública.“A Administração Pública tem o dever de investigar toda situação que possa comprometer a legalidade, a moralidade e a confiança da população nas instituições. Nossa recomendação visa justamente garantir que os fatos sejam esclarecidos e que as providências cabíveis sejam adotadas.”, explicou.
Na notificação, o Ministério Público concedeu prazo de dez dias para que o município informe as medidas adotadas e encaminhe documentos que comprovem o atendimento da recomendação. Além disso, as informações apuradas foram compartilhadas com a Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), para conhecimento e eventual adoção das providências cabíveis.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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