MATO GROSSO

Polícia Militar apreende quatro veículos, prende faccionado e resgata vítima do “tribunal do crime”

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Policiais militares do 1º Comando Regional resgataram, na noite desta quinta-feira (27.11), um homem mantido refém por integrantes de uma facção criminosa, em Cuiabá. A vítima foi encontrada com diversos ferimentos pelo corpo, após ser espancada durante um “tribunal do crime”. Na ação, as equipes apreenderam três carros e uma motocicleta. Um homem foi preso em flagrante, suspeito de integrar o grupo criminoso.

Conforme o boletim de ocorrência, os policiais militares do 24º Batalhão foram acionados para se deslocaram até uma região de mata na Capital. Com apoio das equipes do 3º Batalhão, os militares foram até o local e se depararam com diversos suspeitos segurando pedaços de paus, facas, cordas e pedras, que estavam sendo arremessadas contra vítima, que estava amarrada.

Durante a tentativa de abordagem, os membros do grupo criminoso correram para uma área de mata fechada. Em seguida, equipes do Batalhão de Rondas Ostensivas Tática Móvel (Rotam) também foram acionados para dar início às buscas aos suspeitos.

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Um dos envolvidos foi detido em flagrante, nas proximidades do Contorno Leste, sentido ao bairro Três Barras. Ele era monitorado por meio de tornozeleira eletrônica. Os policiais militares mantêm o policiamento tático pela região, com objetivo de localizar os demais integrantes.

À PM, o homem confessou que a vítima seria executada, pois teria uma dívida com a facção criminosa. Já o homem resgatado foi atendido por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá.

No local em que ele era mantido refém, os policiais militares apreenderam um veículo Voyage, um Fiat Mob, e um Virtus, que estava com marcas de sangue no porta malas, além de uma motocicleta modelo Honda Fan, ambos de origem ilícita. Dois veículos foram entregues à Central de Flagrantes, já outros ficaram sob responsabilidade do 10º Batalhão.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 180 ou para emergência 190.

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Fonte: Governo MT – MT

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OAB - MT

Gisela Cardoso cobra investigação

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Foto da Notícia: Gisela Cardoso cobra investigação 'a fundo' sobre fatos envolvendo Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro

imgA presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT), Gisela Cardoso, defendeu uma investigação independente, rigorosa e transparente sobre os fatos que vieram a público envolvendo o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e o banqueiro Daniel Vorcaro.
Gisela aponta que a gravidade das informações exige mais do que uma apuração protocolar, sendo necessário que todos os fatos sejam efetivamente esclarecidos. “É preciso investigar, e investigar a fundo. Os fatos que vieram a público envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro exigem uma investigação independente, rigorosa e transparente. Não basta uma investigação formal”, afirmou.
A presidente da OAB-MT destacou que uma investigação legítima precisa ter autonomia, não podendo existir qualquer relação de subordinação, influência ou conflito de interesses capaz de comprometer a apuração.
“Quem investiga precisa ter autonomia real, liberdade para seguir todas as linhas de investigação e nenhuma relação de subordinação, influência ou conflito de interesses com os envolvidos. Não pode haver investigação conduzida para proteger pessoas, preservar reputações ou atender a interesses políticos. A investigação deve buscar exclusivamente os fatos e a verdade”, defendeu.
Gisela também estabelece uma distinção entre investigar e condenar, e avalia que cobrar esclarecimentos não significa fazer um julgamento antecipado, mas assegurar que os mesmos critérios de responsabilização e transparência sejam aplicados a todos, independentemente do cargo ou da posição que ocupem. “Não se trata de condenar previamente ninguém. Trata-se de assegurar que ninguém seja blindado e que ninguém seja perseguido. Se houver fatos relevantes a esclarecer, que sejam examinados até o fim”, afirmou.
Na avaliação da presidente da OAB-MT, a sociedade brasileira tem direito a uma apuração independente, sem interferência e sem privilégios. “Impedir ou limitar uma investigação independente também não pode ser aceitável em uma democracia. Que se investigue tudo com independência, com transparência e com coragem. Se houver responsabilidades, que sejam identificadas e tratadas rigorosamente dentro da lei. OAB-MT espera e requer aquilo que toda a sociedade clama, que é a apuração rigorosa dos fatos, pois a verdade não pode ter dono, lado ou proteção”.
Assessoria de Imprensa OAB-MT
Foto: Tatiane Nunes
Celular/WhatsApp: 65-99610.7865
Instagram @oabmatogrosso

Fonte: OAB – MT

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