MATO GROSSO

Polícia Militar conduz três faccionados e apreende arma de fogo utilizada em homicídio em Cáceres

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A Polícia Militar prendeu dois homens faccionados, de 25 e 22 anos, e apreendeu uma adolescente, de 17 anos, por formação de quadrilha e porte ilegal de arma, na madrugada desta sexta-feira (7.11), em Cáceres. Com os suspeitos, foi apreendida uma arma de fogo utilizada em crimes contra faccionados rivais da cidade.

Durante execução da Operação Força Total – Resposta Imediata, as equipes policiais receberam informações sobre a localização de uma arma de fogo utilizada em um crime de homicídio, na cidade. Segundo a denúncia, o objeto estava em uma residência que também abrigava membros de uma facção criminosa.

Os policiais foram ao endereço e flagraram um homem entregando um objeto para um casal, que estava em uma motocicleta. Em seguida, os militares iniciaram acompanhamento a dupla, que foi detida alguns metros depois. Na revista aos suspeitos, foi encontrada uma pistola com um carregador com 10 munições e outro carregador vazio.

A dupla foi detida e seguiu com os policiais até a residência onde haviam colhido a arma. No local, a PM fez contato com o dono da casa, que confirmou ter visto seu filho conversando com o casal. O suspeito foi localizado na casa e, questionado pelos militares, confessou ter entregado a arma para o homem e a adolescente.

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Ainda em depoimento para a PM, os suspeitos afirmaram serem membros de uma facção criminosa e que costumavam guardar objetos utilizados em crimes contra faccionados rivais.

O trio detido recebeu voz de prisão e foi conduzido até a delegacia de Cáceres para registro da ocorrência e entregue à Polícia Judiciária Civil para demais providências.

Resposta imediata

A ação integra a Operação Força Total – Resposta Imediata, vinculada ao Programa Tolerância Zero contra as Facções Criminosas, do Governo do Estado. Desde setembro, a iniciativa tem intensificado o policiamento em Cáceres, com o reforço de equipes do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), Força Tática, Companhia Raio e do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer).

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

 MP recomenda investigação no DAE após vídeo envolvendo presidente 

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Várzea Grande recomendou à Prefeitura de Várzea Grande a instauração de procedimento administrativo para apurar a conduta do diretor-presidente do Departamento de Água e Esgoto (DAE), Rogério de França Martins, após a divulgação de um vídeo em que ele aparece recebendo maços de dinheiro. O Ministério Público também orientou a análise da necessidade de afastamento do gestor durante as investigações.
A recomendação foi expedida no âmbito de um inquérito civil instaurado para verificar se os valores recebidos por Rogério Martins têm relação com o exercício do cargo, com recursos públicos ou com interesses de terceiros vinculados à autarquia. Segundo o Ministério Público, os fatos apurados podem configurar infrações administrativas, atos de improbidade administrativa e até crimes contra a administração pública, caso sejam confirmadas irregularidades.
De acordo com a investigação, o vídeo divulgado pela imprensa mostra o presidente do DAE sentado diante de uma mesa no momento em que recebe um maço de dinheiro, que posteriormente seria guardado no bolso da calça. Em outro trecho das imagens, uma sacola contendo valores em espécie é entregue ao gestor. O material audiovisual foi analisado pela Promotoria de Justiça responsável pelo caso.
O Ministério Público também considerou a divulgação de um áudio atribuído a Rogério Martins, no qual ele solicita apoio de membros e servidores da Câmara Municipal para justificar o episódio registrado nas imagens. A Promotoria cita ainda a existência de outra investigação relacionada a supostas irregularidades no DAE, envolvendo o pagamento de produtividade a servidores e possível desvio de recursos públicos.
Segundo a promotora de Justiça Taiana Castrillon Dionello, a medida busca assegurar a adequada apuração dos fatos e o cumprimento dos princípios que regem a administração pública.“A Administração Pública tem o dever de investigar toda situação que possa comprometer a legalidade, a moralidade e a confiança da população nas instituições. Nossa recomendação visa justamente garantir que os fatos sejam esclarecidos e que as providências cabíveis sejam adotadas.”, explicou.
Na notificação, o Ministério Público concedeu prazo de dez dias para que o município informe as medidas adotadas e encaminhe documentos que comprovem o atendimento da recomendação. Além disso, as informações apuradas foram compartilhadas com a Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), para conhecimento e eventual adoção das providências cabíveis.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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