¿Policiais militares do 1º Batalhão prenderam um homem e uma mulher, de 38 e 22 anos respectivamente, pelo crime de roubo, na madrugada desta sexta-feira (27.12), em Cuiabá. Com o casal, a PM recuperou um veículo e diversos produtos roubados de uma residência.
Por volta de 01h30, as equipes policiais receberam denúncias sobre um roubo à residência no bairro Altos da Serra. Segundo a vítima, dois homens armados teriam invadido a sua casa e roubado diversos pertences do imóvel, além de terem fugido levando um veículo Renault Sandero branco.
A vítima ainda afirmou que o seu celular, levado pelos criminosos, estava com sistema de rastreamento ligado, apontando a direção do bairro Dom Aquino.
As equipes policiais se deslocaram até o endereço indicado no rastreamento e encontrou o veículo Sandero, com as mesmas características informadas pela vítima, com as portas abertas e com os dois suspeitos detidos.
Em abordagem, os militares encontraram cartões bancários em nome da vítima, celular e objetos pequenos de valor. Já no interior do veículo, as equipes localizaram uma televisão, um notebook, um clarinete e entre outros objetos que haviam sido levados da casa.
Diante da suspeita, o casal foi conduzido até a Central de Flagrantes. No local, a vítima se fez presente e reconheceu o homem como um dos envolvidos no roubo.
Os suspeitos receberam voz de prisão em flagrante e foram entregues à Polícia Judiciária Civil para demais providências cabíveis.
O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) denunciou Jonathan Vieira dos Santos, de 33 anos, pela morte do policial militar Renato Oliveira Aragão, de 32 anos. O crime foi registrado no bairro Cristo Rei, em Várzea Grande, enquanto a vítima dava uma aula de artes marciais em um projeto social.
Segundo as investigações, o assassinato teria sido motivado por vingança. Conforme o Ministério Público, Renato teve um relacionamento com a companheira do acusado, o que caracteriza motivo torpe.
A Promotoria também aponta que o policial foi surpreendido durante a aula e não teve condições de se defender. Por isso, o crime foi denunciado com a qualificadora de recurso que dificultou a defesa da vítima.
Outra qualificadora atribuída ao caso é o perigo comum. Conforme a acusação, os disparos foram feitos em um local com grande circulação de pessoas, incluindo crianças e adolescentes que participavam das atividades do projeto social.
Para o Ministério Público, a ação colocou em risco não apenas a vítima, mas também as pessoas que estavam presente.
Além do homicídio triplamente qualificado, Jonathan Vieira dos Santos foi denunciado por posse ilegal e porte ilegal de arma de fogo.
Com a apresentação da denúncia, se a acusação for aceita pela Justiça, o processo seguirá na 1ª Vara Criminal de Várzea Grande. Ao fim dessa etapa, o Ministério Público poderá pedir que o denunciado seja levado a julgamento pelo Tribunal do Júri, responsável por julgar crimes dolosos contra a vida.
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