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Polícia Militar prende homem por tentativa de homicídio em Pontes e Lacerda

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Policiais militares do 18º Batalhão prenderam um homem, de 22 anos, pelo crime de tentativa de homicídio, na cidade de Pontes e Lacerda, na noite deste domingo (30.11). O suspeito foi preso em flagrante após esfaquear um homem, de 33 anos, durante uma discussão.

Conforme o boletim de ocorrência, a equipe do 18º BPM foi acionada para verificar uma situação de tentativa de homicídio, no bairro Vila Guaporé, onde um homem teria sido esfaqueado.

Os militares seguiam em direção ao local e, ao passarem pela BR-174, encontraram um homem com uma faca em mãos e andando de modo apressado. A PM iniciou aproximação, momento em que o suspeito jogou a faca na beira da rodovia e tentou correr.

Ao ser abordado, o homem confessou o crime e disse que havia esfaqueado a vítima após se envolver em uma briga e ter sido atingido com um copo de cerveja, além de ser ameaçado com uma arma de fogo.

Em seguida, os policiais seguiram até o local do crime, onde a vítima já havia sido socorrida por uma equipe do Corpo de Bombeiros. No local, familiares da vítima e testemunhas afirmaram que a briga ocorreu após o suspeito estar transitando em alta velocidade em uma motocicleta, provocando riscos a crianças que brincavam na frente da residência.

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Ainda de acordo com os depoimentos, o suspeito ficou exaltado ao ser chamado a atenção e atacou a vítima com uma faca, que carregava em sua cintura, e desmentiram que a vítima possuía uma arma de fogo.

Diante da situação, o suspeito recebeu voz de prisão em flagrante e foi conduzido até a delegacia de Pontes e Lacerda para registro da ocorrência e demais providências cabíveis.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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