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Polícia Militar prende jovem de 18 anos e apreende adolescente por tráfico de drogas em Tapurah

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Policiais militares do 1º Pelotão da Polícia Militar prenderam, neste sábado (21.2) um jovem de 18 anos e apreenderam um adolescente de 15 anos por tráfico ilícito de drogas, no município de Tapurah. Com os suspeitos, foram encontrados 89 pinos contendo substância análoga à cocaína, além de porções de material semelhante à pasta base.

A ação ocorreu durante a Operação Refac, em rondas ostensivas e preventivas realizadas na área urbana do município. A equipe policial visualizou um veículo de cor branca, ocupado por três indivíduos. Ao perceberem a aproximação da viatura, dois passageiros demonstraram comportamento suspeito ao abaixarem a cabeça, tentando evitar identificação, o que motivou a abordagem.

O condutor do veículo informou que era taxista e que havia embarcado os dois passageiros a poucos metros, em um local conhecido como Carandiru. Durante revista pessoal, os policiais localizaram com o suspeito de 18 anos 89 pinos de substância análoga à cocaína, embrulhados em plástico transparente, além da quantia de R$ 170 em dinheiro.

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Já com o adolescente de 15 anos, foram encontradas três pedras de substância análoga à pasta base de cocaína.

Ambos optaram por permanecer em silêncio ao serem questionados sobre a origem dos entorpecentes.

Diante dos fatos, ambos os suspeitos foram encaminhados à delegacia do município para registro da ocorrência. As substâncias ilícitas foram apreendidas e entregues à Polícia Judiciária Civil, para as demais providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Politec conclui que incêndio em prédio da prefeitura não teve origem criminosa

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A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.

Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.

No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.


Conforme o perito oficial criminal Augusto César de Figueiredo, os exames não permitiram identificar o que pode ter provocado o fenômeno termoelétrico, que segundo a literatura pericial pode estar relacionado à sobrecarga elétrica, curto-circuito, ou descarga elétrica contínua.

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“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.

Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.

No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.

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Fonte: Governo MT – MT

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