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Prefeita destaca momento de prosperidade no Araguaia com investimentos do Governo de MT

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O município de Santa Cruz do Xingu, na região do Araguaia, recebeu na terça-feira (27.1), mais R$ 171,4 milhões em investimentos em infraestrutura, saúde e para agricultura familiar. Em sete anos, a cidade já recebeu R$ 165 milhões em recursos do Governo de Mato Grosso.

Os anúncios foram feitos pelo governador Mauro Mendes, durante agenda no município, e a prefeita Joraildes Soares de Sousa destacou a atenção dedicada pelo governo a todos municípios, independentemente do porte.

“Os municípios precisam desse compromisso com a população, olhando para cada cidade, seja pequena ou grande. Hoje o Araguaia vive um momento de prosperidade”, afirmou.

Foram entregues o asfaltamento de 52,7 km da MT-322, que liga São José do Xingu à BR-158, e de 32,1 km da MT-430, no trecho entre São José do Xingu e Santa Cruz do Xingu.

Durante a agenda, o governador Mauro Mendes destacou os investimentos realizados pelo Estado ao longo dos últimos sete anos, em todo Mato Grosso e, especialmente, na região do Araguaia, ressaltando o impacto das obras na transformação econômica e social dos municípios.

“Ao final dessa trajetória, é uma grande satisfação ver o quanto Mato Grosso, em especial o Araguaia, avançou e se desenvolveu. São investimentos diretos na vida das pessoas e na melhoria da qualidade de vida da população”, afirmou o governador.

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Na sequência, o governador assinou convênios que garantem novos investimentos em infraestrutura e saúde. Entre as ações anunciadas estão o asfaltamento de ruas e avenidas da cidade, a recuperação do asfalto em 52,8 km da MT-430, entre São José do Xingu e Santa Cruz do Xingu, o asfaltamento de 41,8 km da MT-437 e a construção de uma Unidade de Pronto Atendimento.

O secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, ressaltou que as ações do governo na região são contínuas e abrangem diversas áreas.

“São muitos investimentos realizados aqui há bastante tempo: reforma da Escola Estadual Santa Cruz, construção de pontes, 50 unidades habitacionais do programa SER Família, centro de atendimento social, reforma da sede da Polícia Militar, pavimentação asfáltica, entre outras obras. Hoje firmamos novos convênios importantes. Essa é uma gestão séria, responsável, que respeita cada centavo do dinheiro público. Por isso Mato Grosso é o estado que mais investe e possui a melhor gestão fiscal do país”, declarou.

O deputado estadual Nininho também destacou a importância das entregas e anúncios realizados em toda a região do Araguaia.

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“São obras de grande relevância, especialmente rodovias que estão sendo entregues ou que tiveram sua pavimentação lançada. Esta região deixou de ser conhecida como o ‘vale dos esquecidos’ para se tornar o vale da prosperidade. A MT-430, por exemplo, é uma obra estratégica que atende uma região altamente produtiva. Estamos contribuindo para transformar essas cidades em lugares cada vez melhores para se viver. Quem ganha com isso é a população”, concluiu.

No início da noite, no distrito de Santo Antônio do Fontoura, a comitiva do governo vistoriou o novo Núcleo e Condomínio da Polícia Militar.

Também acompanham as agendas o presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi, o deputado estadual Dilmar Dal Bosco; o secretário de Estado de Segurança Pública, coronel PM César Roveri, o presidente da Fapemat, Marcos Sá, além de prefeitos e autoridades do Araguaia mato-grossense.

A agenda pelo Araguaia continua nessa quarta-feira (28.1), em Confresa, Santa Terezinha, Vila Rica e Querência.

Fonte: Governo MT – MT

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Sefaz orienta municípios sobre mudanças na arrecadação com novo sistema tributário

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O secretário de Fazenda de Mato Grosso, Fábio Pimenta, participou, nesta quarta-feira (14.10), do 2º Encontro Técnico sobre a Reforma Tributária para Municípios: Transição e Governança para o Novo Modelo Tributário, promovido pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT). O evento reúne prefeitos, secretários municipais, vereadores, presidentes de Câmaras e técnicos das áreas de Fazenda e Desenvolvimento Econômico para discutir os impactos da reforma nas finanças municipais.

Ao lado do procurador do Estado e ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, Pimenta abriu a programação de palestras com o tema “Reforma Tributária: Formas, estrutura e fluxo de arrecadação”. Durante sua fala, o gestor alertou para a necessidade dos municípios se prepararem para as mudanças, especialmente em relação à arrecadação de 2026 que será utilizada como referência para a distribuição de parte das receitas durante o período de transição.

“A receita dos próximos 50 anos começa a ser definida agora. É fundamental que os gestores municipais melhorem sua arrecadação ainda em 2026, pois os valores arrecadados entre 2019 e 2026 servirão de base para amenizar as perdas com a Reforma Tributária”, destacou o secretário.

A preocupação está relacionada à mudança da sistemática de tributação e do modelo de desenvolvimento de Mato Grosso, que se baseia na produção. Com a Reforma Tributária, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto sobre Serviços (ISS) serão gradualmente substituídos pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), cuja receita será destinada aos estados e municípios onde ocorre o consumo.

“Mato Grosso é um estado produtor e, com a mudança da tributação da origem para o destino, terá uma perda estimada, ao final do período de transição, de cerca de R$ 10 bilhões. Os municípios mato-grossenses também serão impactados, pois possuem uma população relativamente pequena diante do volume de produção”, explicou Fábio Pimenta.

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Durante a palestra, também foram apresentados os novos critérios de distribuição da parcela estadual do IBS destinada aos municípios. Pelo novo modelo, 80% desses recursos serão repartidos proporcionalmente à população, 10% conforme indicadores de aprendizagem e equidade na educação, 5% por critérios ambientais e 5% em parcelas iguais.

O procurador do Estado e ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo defendeu a revisão de pontos da Reforma Tributária que podem prejudicar Mato Grosso, especialmente os critérios de distribuição de recursos aos municípios. Segundo ele, as mudanças poderão agravar as dificuldades financeiras das cidades com população reduzida e maior dependência de transferências estaduais e federais.

“Um dos caminhos seria exatamente fazer essa revisão dos critérios de distribuição do IBS. Mas isso depende do Congresso Nacional, dos deputados federais, dos senadores e de toda uma articulação que deve ser feita”, afirmou Gallo.

O presidente do TCE-MT, conselheiro Sérgio Ricardo, também reforçou a importância de os gestores municipais ampliarem a arrecadação própria e para a situação dos municípios com população reduzida. “Temos municípios com 3 mil, 2 mil, 1 mil habitantes que definitivamente não se sustentam. Eles só sobrevivem por causa dos repasses federais e estaduais. Vamos conversar com os prefeitos para que eles atentem para a arrecadação que vão fazer até o dia 31 de dezembro”, disse.

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Também participaram da abertura o presidente da Comissão Permanente de Sustentabilidade Fiscal e Desenvolvimento (COPSFID), os conselheiros José Carlos Novelli, Valter Albano e Campos Neto; a subprocuradora-geral de Justiça de Planejamento e Gestão do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), Anne Karine Louzich; o presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Hemerson Máximo; o presidente da Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt), Silvio Rangel; o ex-presidente da AMM Leonardo Bortolin; o membro do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), Yendis Costa; a controladora-geral da Defensoria Pública de Mato Grosso, Bárbara Natália Nogueira Garnica; e o primeiro vice-presidente da AMM e prefeito de Rondolândia, José Guedes.

Integração com os municípios

Outro ponto destacado durante a apresentação foi o trabalho desenvolvido pela Sefaz em parceria com a Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) para preparar as administrações tributárias para o novo modelo. A atuação conjunta ocorre por meio de um Comitê Gestor Regional, que conta com grupos técnicos responsáveis pela integração das administrações tributárias e pela realização de estudos e simulações sobre os impactos da reforma.

A iniciativa busca fortalecer a cooperação entre o Estado e os municípios, promover o compartilhamento de informações e apoiar o planejamento das administrações municipais diante das mudanças na arrecadação.

O 2º Encontro Técnico sobre a Reforma Tributária para Municípios é promovido pela Comissão Permanente de Sustentabilidade Fiscal e Desenvolvimento (COPSFID) do TCE-MT. O evento está sendo realizado na Escola Superior de Contas e segue até esta quinta-feira (15).

Fonte: Governo MT – MT

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